Brasília – Fetos com anencefalia – um tipo de
malformação rara do tubo neural – devem ser tratados por profissionais
de saúde como pacientes de alta gravidade e a baixa expectativa de vida
não deve limitar os direitos dessas crianças. Esses são alguns dos
principais argumentos de obstetras e pediatras ouvidos pela Agência
Brasil que se manifestam contrários ao aborto de anencéfalos. Para eles,
o sofrimento dos pais não justifica a interrupção da gestação nesses
casos.
Leia mais no portal oficial da Agência Brasil.
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Prezados senhores ministros,
Como cidadão brasileiro, gostaria de lhes comunicar que a possibilidade dos senhores votarem, no próximo dia 12, a despenalização da antecipação do parto (o que equivale ao aborto) de crianças anencéfalas está aterrorizando o povo brasileiro. Se esses seres humanos extremamente indefesos forem considerados como material descartável, o que podemos esperar para o futuro do nosso País? Causa-nos muito estranhamento o fato dos senhores, exclusivamente, serem os responsáveis de uma decisão tão relevante, especialmente porque sabemos bem que há uma iniciativa popular que promove a aprovação do “Estatuto do Nascituro”, que pretende garantir o respeito da vida humana desde sua concepção até à morte natural.
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Como cidadão brasileiro, gostaria de lhes comunicar que a possibilidade dos senhores votarem, no próximo dia 12, a despenalização da antecipação do parto (o que equivale ao aborto) de crianças anencéfalas está aterrorizando o povo brasileiro. Se esses seres humanos extremamente indefesos forem considerados como material descartável, o que podemos esperar para o futuro do nosso País? Causa-nos muito estranhamento o fato dos senhores, exclusivamente, serem os responsáveis de uma decisão tão relevante, especialmente porque sabemos bem que há uma iniciativa popular que promove a aprovação do “Estatuto do Nascituro”, que pretende garantir o respeito da vida humana desde sua concepção até à morte natural.
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Contra a legalização de aborto de bebês com meroanencefalia, comumente denominados anencefálicos, arquidiocesanos das maiores capitais do Brasil (São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro) confirmaram, nos últimos dias, que farão vigílias de oração pela vida nesta terça-feira pela noite atendendo ao pedido da CNBB.
Se na sua arquidiocese ainda não houve mobilização a este respeito, incentive seu bispo e lideranças a fazê-lo e apresente o roteiro “Rezando pela Vida” elaborado pela arquidiocese de São Paulo: http://www.arquidiocesedesaopaulo.org.br/sites/arquidiocesedesaopaulo.pucsp.br/files/Rezando%20pela%20vida_ArquidiocesDeS%C3%A3oPaulo.pdf
Também no site Presbíteros há modelos de vigília para o mesmo fim: http://www.presbiteros.com.br/site/modelos-para-a-vigilia-de-oracao-pela-vida/
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Baixe aqui a convocação da CNBB, imprima e divulgue na sua paróquia O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL.
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FELIZ PÁSCOA! Na força do Cristo ressuscitado tenho a alegria de poder divulgar que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) está CONVOCANDO todas as arquidioceses e dioceses do Brasil para promoverem uma Vigília de Oração pela Vida por ocasião do julgamento da ADPF-54 a respeito da legalização de aborto de crianças anencefálicas.
A solicitação do ato religioso está publicada no próprio site da CNBB, como se pode ver no print screen ao final do post e também no link do site da Conferência: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/9005-cnbb-convoca-para-vigilia-de-oracao-pela-vida
A notícia é capa do site da CNBB e foi publicada no sábado santo, 07 de abril, às 14h32. Esta é a primeira vez que a Conferência Nacional dos Bispos solicita que TODAS as arquidioceses e dioceses do Brasil e mobilizem em vigília contra o aborto. Pode-se dizer que se trata de um momento histórico!
Antes da convocação oficial da CNBB, vários bispos já haviam se pronunciado publicamente pedindo para que o Supremo Tribunal Federal (STF) proteja a vida humana e não permita que o aborto seja legalizado no Brasil. A própria Conferência dos Bispos, em 2008, manifestou-se oficialmente sobre a ADPF-54 e aborto de crianças anencefálicas como é possível ler no material acima disponível para download e no próprio site da CNBB.
Excelente presente de Páscoa! Obrigado senhores bispos, de forma especial aos bispos que assinam a convocação: Cardeal Raymundo Damasceno Assis (Arcebispo de Aparecida e Presidente da CNBB), Dom José Belisário da Silva (Arcebispo de São Luís e Vice-Presidente da CNBB) e Dom Leonardo Steiner (Bispo Auxiliar de Brasília e Secretário Geral da CNBB).
Façamos a nossa parte. Vamos difundir a mensagem da Conferência e ajudar nossas comunidades a fazer a vigília pela vida. E só lembrando: é terça-feira a vigília de Brasília, em frente ao STF.
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Dom Carmo João Rhoden, bispo da diocese de Taubaté (SP) e presidentes do movimento Legislação e Vida, assinou documento de convocação da Vigília de Oração pela Vida Nascente que acontecerá na próxima terça-feira, 10 de abril, diante do STF em Brasília por ocasião do julgamento da ADPF-54 sobre a legalização do aborto de crianças anencéfalas.
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Contra permissão para aborto de bebês com anencefalia, tanto o cardeal Dom Odilo Scherer quantos alguns bispos do Brasil estão se manifestando publicamente por meio dos veículos católicos, especialmente, como ACI Digital.
Cardeal Dom Odilo Scherer: “É preconceituoso e fora de propósito afirmar que a dignidade da mãe é aviltada pela geração de um filho com anomalia; tal argumentação pode suscitar, ou aprofundar um preconceito cultural contra mulheres que geram um filho com alguma anomalia ou deficiência; isso sim, seria uma verdadeira agressão à dignidade da mulher.”
Dom Orani João Tempesta: “Eu faço um apelo aos senhores Ministros do STF para que possam refletir sobre esta enorme responsabilidade que têm, primeiramente em defender a própria Constituição Brasileira, que valoriza a vida em todas as circunstâncias; depois, sua responsabilidade em relação à História, pois todos seremos julgados sobre as decisões que tomamos.”
Dom Alberto Taveira: “Nossa convicção é muito clara e muito forte de que não há qualquer argumento que justifique o aborto diretamente provocado. Nossa manifestação é diametralmente contrária porque nos baseamos no Mandamento da Lei de Deus e numa clareza do Magistério da Igreja em toda sua História.”
Dom Fernando Arêas Rifan: “Pela porta do povo não se consegue porque a esmagadora maioria do povo é contra a legalização do aborto; pelo executivo não haverá essa tentativa; pelo legislativo ainda não se conseguiu, então, tenta-se agora o Judiciário. É uma porta pela qual vão tentar entrar.”
Dom José Antonio Peruzzo: “Pedimos aos senhores Juízes do Supremo Tribunal Federal que a vida não seja desrespeitada e que nessa Casa o primeiro direito de todos, que é o direito de viver, seja contemplado e apreciado. Que Deus os ilumine senhores Juízes do STF”.
Dom Dimas Lara Barbosa: “No caso específico dos anencefálicos, primeiramente é preciso que se diga que a própria terminologia é inadequada. Não é verdade que a criança não tenha cérebro, pois se assim o fosse ela seria natimorta. O que acontece são graus diferenciados de má-formação em partes do cérebro que, sim, vão dificultar e muito uma vida normal dessas crianças mas que, de forma alguma, permitem que elas sejam qualificadas como “cadáveres”, como “seres inanimados”.
Dom Antônio Augusto Dias Duartes: “Diante da questão ponderada pelos ministros do STF a respeito das crianças que estão se desenvolvendo no útero materno com mal-formação denominada anencefalia, eu, como bispo auxiliar do RJ e também como médico, compreendo perfeitamente todas as circunstâncias que envolvem esta gravidez. Porém, por cima de todas elas, existe uma realidade que é intocável: em primeiro lugar, a dignidade da maternidade feminina, que dá à nossa sociedade a certeza de que qualquer ser humano, independentemente de suas circunstâncias de saúde ou circunstâncias sociais é amado desde o útero materno.”
Dom Airton José dos Santos: “Aos Ministros do STF e a todo o povo do Brasil, nós defendemos o direito à vida de todas as pessoas. Acreditamos naquilo que deve ser feito por aqueles que têm autoridade no País, neste caso, os juízes do STF: a vida humana não se restringe aos anos que vivemos nem ao tipo de vida que levamos. A vida humana é vida humana, independentemente de qualquer condição. Nós devemos protegê-la, favorecê-la e dar-lhe condições para que seja valorizada e respeitada. Não importa se ela há de durar um minuto ou cem anos”.
Dom Jacyr Francisco Braido: “Este apelo eu quero dirigir aos Ministros do Supremo Tribunal Federal para que repensem este assunto. Dirijo-me também a todos os cidadãos brasileiros para que se manifestem em favor da vida, acima de tudo. Temos que tomar muito cuidado com certos passos que vamos dando de forma inconsequente e que levam, ao final, a comprometer a existência humana e a disponibilidade das mulheres em gerar novos filhos para a sociedade contemporânea.”
Dom Henrique Soares: “É como filho da humanidade, como filho da pátria brasileira e como bispo da Igreja que eu peço a atenção dos senhores Ministros e peço ao povo brasileiro que não baixe jamais a guarda na discussão dessas questões. E que grite em defesa dos grandes valores humanos que forjaram e que norteiam nossa sociedade, nossa cultura”.
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Foto/Biné Morais
O ato pró-vida que fizemos aqui em São Luís, na quinta-feira santa, abrindo o tríduo pascal, virou notícia no jornal O Estado do Maranhão e no Jornal Pequeno, os mais lidos da capital. Aproveito para agradecer o protagonismo das mulheres que ajudaram muito para que tudo desse certo: obrigado Deanne, Débora, Virginia e Jaqueline!
Para quem se animar em fazer alguma coisa: ainda dá tempo. O julgamento sobre aborto de bebês anencéfalos será quarta-feira, 11. Dá para mobilizar alguns amigos da sua cidade e fazer o assunto ter repercussão local. Não se preocupe se no começo não te derem muita bola, se você não conseguir confirmar a presença de uma multidão ou ainda se você não tive o apoio de pessoas muito importantes.
Apenas vá em frente, faça sua parte.
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Pe. Jonas Abib, com casula romana, oferece a comunhão à Luzia Santiago, na boca e de joelhos, na sexta-feira da paixão.
Apenas homens, representando os 12 apóstolos, participam do momento do lava-pés na quinta-feira santa.
Procissão do encontro transmitida pela TV Canção Nova.
Transladação solene do Santíssimo.
***
Pois sim. Essa semana santa tem sido muito abençoada realmente. Deus nos ajude pelo que virá.
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Notícias que você precisa divulgar nesta Semana Santa:
Bispos brasileiros se pronunciam a favor da vida e contra o aborto dos
anencéfalos http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23427
Pe. Lodi adverte: é a última chance que temos de impedir um desastre
comparável a Roe versus Wade
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23424
Cardeal Scherer esclarece: os anencéfalos são seres humanos e seu
direito à vida é intocável
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23422
Líder pró-vida brasileiro afirma: rezar pela Vida Nascente é um
chamado a afirmar o valor integral da vida humana
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=23423
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Dom Carmo João Rhoden Bispo de Taubabté e Prof. Hermes Rodrigues Nery
Em entrevista exclusiva a ACI Digital, o Prof. Hermes Rodrigues Nery, pós-graduado em bioética pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ), diretor da Associação Nacional Pró-Vida e Família, do Movimento Brasil Sem Aborto e membro da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, explica a transcendência da votação a ser realizada no dia 11 de abril pelo Supremo Tribunal Federal que julgará a ADPF-54, uma proposta de lei que visa autorizar o aborto em casos de anencefalia.
Diante disso, o Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté, que é outra das iniciativas que o Prof. Hermes lidera, fez uma convocação a uma Vigília de Oração pela Vida Nascente.
Qual o significado e a importância desta iniciativa que está por ser submetida a votação?
Se aprovar a ADPF-54, o Supremo Tribunal Federal poderá estar decretando em nosso País, uma nova “matança dos inocentes”, na medida em que colabora com os organismos internacionais e agências da ONU, que há anos vem pressionando para impor a legalização do aborto no Brasil e em toda a América Latina. Querem transformar o crime do aborto em direito humano. Na Evangelium Vitae (n. 11), o beato João Paulo II, profeticamente denunciou esta perversa situação, ao chamar a atenção, “de modo particular, sobre outro gênero de atentados, relativos à vida nascente e terminal, que apresentam novas características em relação ao passado e levantam problemas de singular gravidade: é que na consciência coletiva, aqueles tendem a perder o caráter de ‘crimes’ para assumir paradoxalmente, o caráter de ‘direitos’, a ponto de se pretender um verdadeiro e próprio reconhecimento legal da parte do Estado e a consequente execução gratuita por intermédio dos profissionais da saúde.
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ACI Digital: Brasileiros vão fazer vigília de oração pela vida em frente ao Supremo Tribunal Federal
“Pela oração de muitos, às vezes, se alcança o que pela oração de um só não se obteria.” (Santo Tomás de Aquino)
Queridos amigos, é chegada mais uma hora dessas em que as trevas se riem de nós acreditando que avançarão como se fosse a vez derradeira. Mas é mentira! No final, está garantido, a cultura da vida é sempre mais que vencedora.
Porque creio nisso, às portas da Páscoa, o gozo máximo da vida, inspiro-me a convidar você para participar da Vigília pela Vida Nascente, no dia 10/04, um dia antes do julgamento dos anencefálicos, no STF. Será em Brasília, na Praça dos Três Poderes, diante do Supremo.
Leve sua prece, seu terço, uma vela, seus amigos, sua esperança. A vigília deve durar até o amanhecer do dia 11/04 e, muito provavelmente, algumas pessoas deverão permanecer no local durante o momento da votação no STF.
Mas não importa quanto tempo você pode ficar lá, em oração. Importa que você esteja em comunhão e isso também é possível para quem não poderá ir até Brasília – mas seria muito bom que você fosse.
Rezemos pelos nossos ministros e por toda situação difícil pela qual passa a defesa da vida, no Brasil. Além disso, continuemos com todo trabalho de informação e formação! No que for possível: vamos esclarecer nossos amigos, nossa família, nossos padres, nosso próximo, sobre a cultura da vida!
Que muitas outras vigílias sejam possíveis neste período também.
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Silenciosa manifestação pró-vida em frente ao STF
Será o Supremo Tribunal Federal (STF)a porta de legalização do aborto no Brasil? Para trazer essa reflexão à sociedade, 30 jovens de Brasília realizaram uma manifestação silenciosa, ontem, terça-feira, 03, em frente ao STF.
Com balões presos por um fio, representando as vidas que estão nas mãos do STF, eles queriam sensibilizar a todos para a dignidade da pessoa do nascituro anencefálico, um deficiente que precisa de cuidados especiais e não de aborto.
O site Promotores da Vida fez a cobertura do evento pró-vida e divulga fotos: http://www.promotoresdavida.org.br/component/content/article/1/754#
A seguir um vídeo com a preparação do evento pró-vida. Assista:
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“Cantar o dom da vida é tão bom!” Vai ensaiando em casa pra gente fazer bonito…
Amigos de São Luís, nesta quinta-feira somos convidados a nos manifestar CONTRA O ABORTO de crianças deficientes com anencefalia. Vamos nos reunir na Praça Dom Pedro II, em frente à Igreja da Sé, pontualmente às 11h, com faixas e cartazes pedindo respeito à vida do nascituro deficiente.
POR QUE? Porque o Supremo Tribunal Federal irá julgar a legalidade do aborto dessas crianças no próximo dia 11 de abril e precisamos alertar a população de São Luís.
O termo “anencefalia” induz a um erro que deve logo ser esclarecido. Anencefalia NÃO diz respeito à morte encefálica. Uma criança com anencefalia respira pois o centro respiratório está no tronco encefálico. Não existe cura, ainda, para a anencefalia, mas ela é apenas uma dentre muitas doenças congênitas letais.
Não ter os dois hemisférios do cérebro não faz de um ser humano uma “coisa”. Ainda que o tempo de vida de uma criança anencefálica possa ser curto, isso não dá o direito de ninguém matar essa criança.
As mães precisam saber como previnir a anencefalia fazendo uso do ÁCIDO FÓLICO. As mães não precisam abortar seus filhos anencéfalos, elas precisam de amparo e orientação.
Abortar o bebê não resolve o problema .
Compareça:
O quê? Manifestação pró-vida contra o aborto de anencéfalos.
Onde? Em frente à Catedral da Sé, na praça Dom Pedro II.
Quando? 11h, quinta-feira santa, logo após a missa dos santos óleos.
Quem organiza? Representantes dos 82% de brasileiros contrários ao aborto, segundo dados de 2010 da Vox Populi.
Saiba mais sobre anencefalia assistindo a este vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=TraXrQg9gB4
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O aborto seletivo extermina as vidas de milhares de meninas na China e na Índia, onde há o terrível “feminicídio”.
O aborto seletivo extermina negros e latinos nos Estados Unidos.
O aborto seletivo está exterminando deficientes com anencefalia, no Brasil.
Aborto é preconceito. A vida que é direito.
Aborto, não!
Envie sua carta ao STF hoje mesmo. Participe da campanha: Cartas ao STF pela Vida dos bebês anencéfalos
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Reproduzo um must read noticiado por
Zenit. Se você não for ler o texto, pelo menos grave isso: “Não há
liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso!” Visite o blog
do autor da frase: http://www.claudiofonteles.blogspot.com/
***
Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.
Contribuição especial do subprocurador geral da República, Cláudio Lemos Fonteles
Por Cláudio Fonteles*
BRASILIA, terça-feira, 27 de março de 2012 (ZENIT.org) – A discussão sobre o aborto assume grande relevo porque necessariamente diz com o tipo de sociedade em que almejamos viver: a sociedade amorosa, fraterna, solidária ou a sociedade do egoísmo, do abandono, da violência. E, porque a discussão é assim posta, assim devendo ser, efetivamente, o Estado, como a sociedade politicamente organizada, tem que enfrentar a questão e não, cinicamente, reduzi-la à esfera de opção individual.
A mulher e o embrião, ou o feto, se já alcançado estágio posterior na gestação, que está em seu ventre, são as grandes vítimas do cinismo estatal.
A mulher porque ou por todos abandonada – seu homem, sua família, seus amigos – ou porque, e o que é pior por assim caracterizar um estado de coisas, teme venha a ser abandonada pelo homem, pela família, pelos amigos.
A mulher porque incentivada, e estimulada, pela propaganda oficial e privada a desfazer-se da vida, presente em seu ser, como se a vida fosse um estorvo, um empecilho, um obstáculo que deve ser eliminado em nome, hipocritamente do direito à liberdade de escolha.
Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.
O embrião, ou o feto, porque vida em gestação, mas, repito, vida-presente não se lhes permite a interação amorosa, já plenamente, ainda que no espaço intra-uterino, com sua mãe, e com os demais, caso esses não adotem a covarde conduta do abandono da mulher.
O Estado brasileiro consolidou em seu ordenamento jurídico “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, editando a lei nº. 11.340/06, conhecida como a lei “Maria da Penha”.
Vamos ler alguns artigos dessa importante lei:
- “Poderá o Juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas: encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento (art. 23, I);
- Caberá ao Ministério Público, sem prejuízo de outras atribuições, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário: fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, e adotar, de imediato, as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas (art. 26, II);
- A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios poderão criar e promover, no limite das respectivas competências: centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar; casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar; programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar (art. 35, I, II e IV)”
Ora, se assim o é, justamente para que a integridade física da mulher seja protegida, por que, cinicamente, o Estado brasileiro detém-se aqui e, em relação à mulher, que está grávida, que acolhe em si a vida, estimula-a a matar, também a abandonando?
Por que o Estado brasileiro, repito cínico, pela omissão e pela frouxa, errônea e irresponsável justificativa de inserir-se o tema na órbita privada, não tira, como tirou o tema da violência doméstica, portanto também privada, dessa estrita órbita e à mulher gestante não lhe oferece todos os mecanismos oferecidos à mulher fisicamente agredida, para que, assim claramente amparada, a mulher, em ambas as situações, tenha o direito de viver e fazer viver a vida que consigo traz?
Aguarda-se o governante municipal, estadual e federal que tenha coragem de defender a vida-mulher e a vida-embrião, ou a vida-feto, que a primeira acolhe em seu ventre.
*
Claudio Fontelles, foi Subprocurador-geral da República, grau mais alto da carreira, atuou no Supremo Tribunal Federal na área criminal. Coordenou a Câmara Criminal (1991) e a antiga Secretaria de Defesa dos Direitos Individuais e Interesses Difusos – Secodid (1987). Escolhido pelo Presidente Luis Inácio Lula Procurador Geral da República dos anos 2003-2005. Lecionou Direito Penal e Direito Processual Penal. Recentemente graduou-se em Teologia pelo Instituto S. Boaventura dos Frades Menores Conventuais. É professor de Doutrina Social da Igreja no Curso Superior de Teologia da Arquidiocese de Brasília. Aposentou-se do cargo de subprocurador-geral da Repúbica em 15 de agosto de 2008.
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Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.
Contribuição especial do subprocurador geral da República, Cláudio Lemos Fonteles
Por Cláudio Fonteles*
BRASILIA, terça-feira, 27 de março de 2012 (ZENIT.org) – A discussão sobre o aborto assume grande relevo porque necessariamente diz com o tipo de sociedade em que almejamos viver: a sociedade amorosa, fraterna, solidária ou a sociedade do egoísmo, do abandono, da violência. E, porque a discussão é assim posta, assim devendo ser, efetivamente, o Estado, como a sociedade politicamente organizada, tem que enfrentar a questão e não, cinicamente, reduzi-la à esfera de opção individual.
A mulher e o embrião, ou o feto, se já alcançado estágio posterior na gestação, que está em seu ventre, são as grandes vítimas do cinismo estatal.
A mulher porque ou por todos abandonada – seu homem, sua família, seus amigos – ou porque, e o que é pior por assim caracterizar um estado de coisas, teme venha a ser abandonada pelo homem, pela família, pelos amigos.
A mulher porque incentivada, e estimulada, pela propaganda oficial e privada a desfazer-se da vida, presente em seu ser, como se a vida fosse um estorvo, um empecilho, um obstáculo que deve ser eliminado em nome, hipocritamente do direito à liberdade de escolha.
Não há liberdade de escolha quando a escolha é matar o indefeso.
O embrião, ou o feto, porque vida em gestação, mas, repito, vida-presente não se lhes permite a interação amorosa, já plenamente, ainda que no espaço intra-uterino, com sua mãe, e com os demais, caso esses não adotem a covarde conduta do abandono da mulher.
O Estado brasileiro consolidou em seu ordenamento jurídico “mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, editando a lei nº. 11.340/06, conhecida como a lei “Maria da Penha”.
Vamos ler alguns artigos dessa importante lei:
- “Poderá o Juiz, quando necessário, sem prejuízo de outras medidas: encaminhar a ofendida e seus dependentes a programa oficial ou comunitário de proteção ou de atendimento (art. 23, I);
- Caberá ao Ministério Público, sem prejuízo de outras atribuições, nos casos de violência doméstica e familiar contra a mulher, quando necessário: fiscalizar os estabelecimentos públicos e particulares de atendimento à mulher em situação de violência doméstica e familiar, e adotar, de imediato, as medidas administrativas ou judiciais cabíveis no tocante a quaisquer irregularidades constatadas (art. 26, II);
- A União, o Distrito Federal, os Estados e os Municípios poderão criar e promover, no limite das respectivas competências: centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos dependentes em situação de violência doméstica e familiar; casas-abrigos para mulheres e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar; programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica e familiar (art. 35, I, II e IV)”
Ora, se assim o é, justamente para que a integridade física da mulher seja protegida, por que, cinicamente, o Estado brasileiro detém-se aqui e, em relação à mulher, que está grávida, que acolhe em si a vida, estimula-a a matar, também a abandonando?
Por que o Estado brasileiro, repito cínico, pela omissão e pela frouxa, errônea e irresponsável justificativa de inserir-se o tema na órbita privada, não tira, como tirou o tema da violência doméstica, portanto também privada, dessa estrita órbita e à mulher gestante não lhe oferece todos os mecanismos oferecidos à mulher fisicamente agredida, para que, assim claramente amparada, a mulher, em ambas as situações, tenha o direito de viver e fazer viver a vida que consigo traz?
Aguarda-se o governante municipal, estadual e federal que tenha coragem de defender a vida-mulher e a vida-embrião, ou a vida-feto, que a primeira acolhe em seu ventre.
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Claudio Fontelles, foi Subprocurador-geral da República, grau mais alto da carreira, atuou no Supremo Tribunal Federal na área criminal. Coordenou a Câmara Criminal (1991) e a antiga Secretaria de Defesa dos Direitos Individuais e Interesses Difusos – Secodid (1987). Escolhido pelo Presidente Luis Inácio Lula Procurador Geral da República dos anos 2003-2005. Lecionou Direito Penal e Direito Processual Penal. Recentemente graduou-se em Teologia pelo Instituto S. Boaventura dos Frades Menores Conventuais. É professor de Doutrina Social da Igreja no Curso Superior de Teologia da Arquidiocese de Brasília. Aposentou-se do cargo de subprocurador-geral da Repúbica em 15 de agosto de 2008.
Publicado em Pró-vida | 2 Comentários »
Que tal se grávidas fossem escolhidas para participar de um momento especial ANTES da missa do lava-pés ou DEPOIS da missa de quinta-feira santa, semana que vem?
Este seria um gesto concreto em defesa da vida, um momento especial de oração em comunidade especialmente para que a vida dos bebês anencéfalos seja preservada. Afinal, após a Semana Santa, no dia 11 de abril, Supremo Tribunal Federal deverá julgar a ADPF-54 que poderá decretar em nosso país a legitimidade do aborto de bebês deficientes com anencefalia.
É preciso rezar em conjunto, mas também ter ações que inspirem unir os demais na defesa da vida.
Publicado em Pró-vida | 4 Comentários »
O mundo pode até não acabar em 2012, mas pouca
coisa de aproveitável vai sobrar se tanta notícia ruim se concretizar.
Olha só o que eu acabo de ler no Friday Fax, o informativo dos pró-vida
que atuam diretamente na ONU (o pessoal do C-Fam): ONU Poderá Reconhecer Direitos Sexuais para Crianças de Dez Anos.
Assim diz o texto de Friday Fax: A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos. Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Taí: quando se acaba com o direito à vida, se acaba com todos os demais! Se a criança não tem nem o direito de nascer, quanto mais o direito à proteção contra toda perversão sexual. É muito triste e, no entanto, a ONU está propondo essa coisa terrível.
Assim diz o texto de Friday Fax: A Comissão sobre População e Desenvolvimento está considerando “direitos de saúde sexual e reprodutiva” para crianças até de dez anos. Até mesmo o secretário-geral Ban Ki-Moon concorda. Numa declaração recentemente dada ele disse: “Os jovens, tanto quanto todas as pessoas, têm o mesmo direito humano à saúde, inclusive saúde sexual e reprodutiva”.
Taí: quando se acaba com o direito à vida, se acaba com todos os demais! Se a criança não tem nem o direito de nascer, quanto mais o direito à proteção contra toda perversão sexual. É muito triste e, no entanto, a ONU está propondo essa coisa terrível.
Publicado em Aborto | 1 Comentário »
Tudo sobre anencefalia, quem sabe? O Prof. Dr.
Rodolfo Acatauassu é autoridade no assunto e explica do que se trata,
afinal, esta grave enfermidade. Uma coisa você já pode saber: o termo
“anencefalia” induz a um erro que deve logo ser esclarecido. Anencefalia
NÃO diz respeito à morte encefálica. Uma criança com anencefalia
respira pois o centro respiratório está no tronco encefálico. Não existe
cura, ainda, para a anencefalia, mas ela é apenas uma dentre muitas
doenças congênitas letais.
Campanha: Cartas ao STF pela Vida dos bebês anencéfalos
Campanha: Cartas ao STF pela Vida dos bebês anencéfalos
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A 17ª vítima de um massacre perpetrado
supostamente pelo americano, sargento Robert Bales, no Afeganistão, é um
nascituro, um feto. Assim explica o Pentágono ao lembrar que o
sargento, infelizmente, matou uma mulher grávida ao abrir fogo contra
civis, o que justifica que o processo contra ele registre a morte de
mais uma pessoa além das 16 vítimas que estavam sendo divulgadas antes
com relação ao massacre de 11 de março de 2011.
De acordo com a BBC Brasil, nos EUA, as acusações formais do Pentágono baseiam-se na legislação militar americana que determina que a morte de uma criança ainda no útero pode ser considerada assassinato independentemente de o homicida saber que a vítima estava grávida ou se havia ou não a intenção de matar o feto.
Interessante, não? Queria ver essa história chegar à Casa Branca só pra vermos como o abortista-mor iria se virar para defender que um bebê não nascido é ninguém e dizer isso para os militares. Espero que eles não mudem a legislação deles.
Viu só? Todo mundo sabe que eliminar um bebê no ventre da mãe é assassinato. Aborto não pode ser legal.
De acordo com a BBC Brasil, nos EUA, as acusações formais do Pentágono baseiam-se na legislação militar americana que determina que a morte de uma criança ainda no útero pode ser considerada assassinato independentemente de o homicida saber que a vítima estava grávida ou se havia ou não a intenção de matar o feto.
Interessante, não? Queria ver essa história chegar à Casa Branca só pra vermos como o abortista-mor iria se virar para defender que um bebê não nascido é ninguém e dizer isso para os militares. Espero que eles não mudem a legislação deles.
Viu só? Todo mundo sabe que eliminar um bebê no ventre da mãe é assassinato. Aborto não pode ser legal.
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O “Liber de Benedictionibus”, o Cerimonial das Bênçãos, será modificado pela primeira vez em 28 anos, após a reforma introduzida pelo Concílio Vaticano II, graças a um pedido da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) para que se inclua uma bênção aos nascituros no livro litúrgico que contém a doutrina da Igreja sobre as bênçãos e os formulários para celebrar este sacramental nas mais diversas circunstâncias.
A bênção, cujo texto ainda não foi divulgado, foi aprovada pelo Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos de acordo com notícia divulgada na última segunda-feira, 26 de março, Solenidade da Encarnação do Senhor, pela USCCB. O texto foi definido pela Conferência em 2008 e depois enviado para o Vaticano.
O “Rito para Bênção da Criança no Útero” foi preparado para apoiar os pais que esperam o nascimento de seus filhos, para alentar as comunidades paroquiais à oração e o reconhecimento do dom dos nascituros e para criar consciência do respeito à vida humana na sociedade, informou a agência ACI Digital.
Que legal, hein? Pago um almoço light comigo para quem me conseguir o texto dessa bênção! E, sim, eu acho que posso estar enganado a respeito da “primeira mudança em 28 anos”, mas dei uma pesquisada pelo Google e não encontrei qualquer notícia nos últimos anos sobre alguma mudança no “Bendicionário”. Inclusive, para quem não sabe, a Igreja tem um livro onde estão as bênçãos oficiais do catolicismo. Há várias bênçãos, só não tinha uma objetivamente para o nascituro. Agora tem!
Quando esse novo rito será incluído no Liber de Benedictionibus? Quando haverá a tradução para o português? São respostas que eu gostaria muitíssimo de ter. Não sei.
E sabe o que é interessante nisso tudo? O tal “caminho institucional”. Eis uma boa dica de como dialogar com a “instituição” católica: utilizando os meios que ela nos oferece para falar com suas lideranças. Isso não significa dizer que vamos ter que nos reportar sempre ao Vaticano para conseguir um esforço maior da hierarquia pela cultura da vida.
Sabe um gesto simples que eu “descobri”? Após algumas tentativas em vão para que meu pároco desse a atenção que eu gostaria para a questão “aborto” (atenção ele dá, claro, mas não exatamente como eu gostaria…) – gente, até acólito eu virei imaginando que assim teria mais atenção do sacerdote, mas não adiantava! – eis que me dei conta que, na cabeça do pároco, como na cabeça de um administrador, as coisas funcionam com papéis!
Eu percebi isso depois de ver como ele lia com interesse, durante a missa, os pedidos de oração, as intenções da missa… Quando ele lê esses papeizinhos ele tem a certeza que está interagindo com os fiéis de uma forma muito especial, ele está fazendo algo importante! Daí se você quer que ele entenda que você está falando de algo importante… Risos. Pois é!
Gente, eu fui até a mesinha desses papéis, todo desconfiado se isso ia dar certo mesmo, daí escrevi meu pedido pelos nascituros de modo bem estratégico – obviamente eu não estava pedindo só uma oraçãozinha básica, mas escrevi como se assim procedesse. Resultado: o padre leu o pedido na missa e ainda por cima falou sobre o Dia Internacional dos Nascituros, sobre defesa da vida, sobre reforma do código penal e muito mais durante a homilia da missa de domingo, numa igreja lotada. Foi maravilhoso! E, provavelmente, nem passa pela cabeça dele que fui eu que escrevi no papelzinho.
Eu fiquei bobo. Se eu soubesse que bastava isso!
Às vezes somos tão 2.0 , estamos tão na noosfera, nos fragmentamos em devices e em tantas redes sociais que esquecemos que as outras pessoas continuam sendo seres humanos!
E a gente (falo por mim, claro) quer trazer mais problemas pra esse ser humano sem se importar com todo esse stress que ele vive, sem entrar na lógica de seleção dele – porque, convenhamos, lideranças precisam selecionar muito bem para o que darão atenção, caso contrário não dá certo (piram!).
Em outras palavras: mais amor, por favor.
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Dom Fernando Arêas Rifan*
Na antiguidade, a cruz, por ser um instrumento de condenação à morte, era um sinal de maldição (Gl 3,13). Depois que Jesus morreu nela por nós, a Cruz se tornou um sinal de honra e bênção. A partir de então, sob diversas formas, a Cruz é colocada na coroa dos reis, nas medalhas, condecorações, no alto das Igrejas, nas montanhas que circundam as cidades para abençoá-las, na campa dos falecidos, nas caravelas, nas bandeiras, etc.
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Na antiguidade, a cruz, por ser um instrumento de condenação à morte, era um sinal de maldição (Gl 3,13). Depois que Jesus morreu nela por nós, a Cruz se tornou um sinal de honra e bênção. A partir de então, sob diversas formas, a Cruz é colocada na coroa dos reis, nas medalhas, condecorações, no alto das Igrejas, nas montanhas que circundam as cidades para abençoá-las, na campa dos falecidos, nas caravelas, nas bandeiras, etc.
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Só tem Pepsi. NÃO, OBRIGADO!!!!!
Surreal, mas está acontecendo: nos Estados Unidos células derivadas de fetos abortados são usadas em pesquisas para testar realçadores de sabores de alimentos e bebidas.
O procedimento é “normal” segundo a Comissão de Título e Câmbio Americana (CTCA)! Ela foi acionada depois que cidadãos pró-vida americanos questionaram o uso que a PepsiCo faz de células derivadas de bebês abortados por meio da empresa Senomyx para produzir realçadores de sabores.
É sério! Tanto assim que o senador Ralph Shortey, de Oklahoma, apresentou o projeto de lei SB1418 que proíbe a venda de produtos que são desenvolvidos ou contêm restos de bebês abortados. No caso dos produtos da Pepsi, as células derivadas dos bebês abortados não terminam no produto final.
Não é inacreditável?
Agora aguenta mais esta: além dos refrigerantes da Pepsi, a empresa Senomyx também usa células de bebês abortados para testar realçadores de sabores em produtos populares como Mountain Dew, Ocean Spray, Seattle’s Best coffee, Aquafina, Lipton tea, Gatorade e Tropicana.
Os produtos Kraft e Cadbury também entram na mesma categoria. Chiclets, Clorets, Dentyne e Trident são alguns dos produtos que também constam na lista que o Life Site News disponibilizou de produtos que DEVEM SER URGENTEMENTE BOICOTADOS dado que também passam pelo teste com células de fetos humanos.
No blog do Julio Severo: Agência do governo de Obama determina que uso que a Pepsi faz de células derivadas de bebês abortados é “negócio normal” e Lipton tea, Gatorade, Dentyne e Trident usando células de bebês abortados
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Jornalista: Dom Odilo, a Igreja perdeu uma batalha com relação aos fetos anencefálicos… Como a Igreja absorveu essa derrota?
Dom Odilo: Ainda não houve a decisão do Supremo! Bem… Mas a Igreja perdeu? Não creio que a Igreja perdeu. Perdeu a humanidade que admite mais um caso flagrante em que se permite matar mais um ser humano.
Mas que apressadinho esse jornalista. Já dando por “vitoriosa” a ação pró-aborto de anencefálicos, no STF… Não, ainda não se decidiu sobre o assunto! De qualquer forma, a resposta do Cardeal Dom Odilo Scherer foi mais que lúcida: quem perde com o aborto é sempre a humanidade.
O Cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, chamou a atenção para algo importante: se o número falacioso de milhares de mortes por aborto fosse verdade, caberia perguntar se o Governo Federal faz cumprir a lei do aborto no Brasil – onde a prática é crime!
Vale muito a pena ouvir o Cardeal na entrevista que concedeu à TV Bandeirantes, dia 25/03/12, no programa CANAL LIVRE. Confesso que ainda não tinha visto Dom Odilo falar, na TV, sobre o tema aborto. Surpreendeu-me positivamente! Possa o exemplo dele contagiar outros líderes cristãos.
Muito bom, Cardeal!
Dom Odilo: Ainda não houve a decisão do Supremo! Bem… Mas a Igreja perdeu? Não creio que a Igreja perdeu. Perdeu a humanidade que admite mais um caso flagrante em que se permite matar mais um ser humano.
Mas que apressadinho esse jornalista. Já dando por “vitoriosa” a ação pró-aborto de anencefálicos, no STF… Não, ainda não se decidiu sobre o assunto! De qualquer forma, a resposta do Cardeal Dom Odilo Scherer foi mais que lúcida: quem perde com o aborto é sempre a humanidade.
O Cardeal Dom Odilo Scherer, arcebispo metropolitano de São Paulo, chamou a atenção para algo importante: se o número falacioso de milhares de mortes por aborto fosse verdade, caberia perguntar se o Governo Federal faz cumprir a lei do aborto no Brasil – onde a prática é crime!
Vale muito a pena ouvir o Cardeal na entrevista que concedeu à TV Bandeirantes, dia 25/03/12, no programa CANAL LIVRE. Confesso que ainda não tinha visto Dom Odilo falar, na TV, sobre o tema aborto. Surpreendeu-me positivamente! Possa o exemplo dele contagiar outros líderes cristãos.
Muito bom, Cardeal!
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“Descriminalizados”: cidadãos pró-vida, ao lado de Dom Bergonzini, seguram documentos da CNBB Sul 1 liberados por determinação do Tribunal Superior Eleitoral após inédito movimento de criminalização do movimento pró-vida, no Brasil, em 2010, por inciativa do Partido dos Trabalhadores (PT). A partir da esquerda: Renata Martins, Hermes Rodrigues Nery, Dom Luiz Bergonzini e Wagner Moura
Grande mídia noticia ato pró-vida
“Católicas” pelo Direito de Decidir são processadas por líder pró-vida
Zé Dirceu (PT) se irrita com manifestação pró-vida
Menino surpreende em defesa da vida
***
por Prof. Hermes Rodrigues Nery
Apontamentos sobre o ato público em defesa da vida na praça da Sé, centro de São Paulo, em 21 de março de 2012, liderado pelo bispo emérito de Guarulhos, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Pouco depois das 10 da manhã, saímos de Guarulhos e enquanto nos dirigíamos para o centro de São Paulo, rezamos o terço: mistérios gloriosos. Perto das onze horas já havia uma concentração nas escadarias da Catedral da Sé, animada por Anderson Luis dos Reis, da Renovação Carismática Católica (RCC). Vários jovens com camisetas brancas com a inscrição “Aborto, não!” preparavam seus cartazes e iam distribuindo o folheto “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras”, finalmente liberados pela Justiça, razão pela qual Dom Luiz Gonzaga Bergonzini havia convocado aquela manifestação, para tornar público a legitimidade e legalidade do documento.
Iniciamos o evento com a oração do Pai Nosso. Em seguida, Renata Martins, rezou a Ave-Maria, ressaltando Maria, como Nossa Senhora e Mãe da Vida. ”Maria, pois, é modelo para a Igreja; e mais: é o melhor e o mais completo modelo com que pode comparar-se e do qual pode tirar inspirações no seu caminho a cada momento: o modelo mariano é contemporâneo a todos os tempos da Igreja”1. Logo após, o Cel. Paes de Lira exibiu o “Apelo”, assinado por três prelados do episcopado brasileiro, reafirmou a sua legitmidade, legalidade e – o mais importante – a sua atualidade. E então, um a um dos presentes foram fazendo uso da palavra e destacando o valor da vida e a dignidade da pessoa humana, de modo integral. “A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção”.2
Os que estavam lá representavam a expressa maioria do povo brasileiro, pois segundo o DataFolha de 2010, apenas 7% querem a legalização do aborto, e 71% aceitam a legislação e o Código Penal do jeito que está, sem ampliação na flexibilização do aborto. Dias atrás, no Rio de Janeiro, em reunião no Instituto Eu Defendo, o jurista católico pró-vida, Dr. Paulo Silveira Martins Leão Júnior foi enfático: “a vida humana é o fundamento necessário de tudo o que diz respeito ao indivíduo e à sociedade humana. Todos os direitos estão relacionados à vida humana e de alguma forma dela dependem. Trata-se de um dado lógico evidente que compõe o direito natural da humanidade”.3 E ressaltou: “No Brasil, a Constituição Federal em vigor proclama como primeiro dentre todos os direitos individuais e coletivos, a ‘inviolabilidade do direi to à vida’ (vide art. 5º, caput). A Constituição também estabelece que é um dos objetivos fundamentais da República, ‘promover o bem de todos, sem preconceitos… de idade e quaisquer outras formas de discriminação (vide art. 3º, IV). Portanto, a vida humana em nosso país está protegida constitucionalmente antes do nascimento, além de o ser pela lei civil e penal.”4
“Mesmo assim, persiste a obsessão do governo em impor goela abaixo a legalização do aborto, conforme as diretrizes do PNDH3″, frisou enfaticamente Paes de Lira.
E enquanto ocorria, de modo muito pacífico, o ato público nas escadarias da Catedral da Sé, apareceram algumas feministas, com cartazes também bastante agressivos, provocando o início de um pequeno alvoroço, que teve de ser contido com o apelo que fizemos: “Cada cidadão, no contexto democrático, tem o direito de se manifestar.” Rogamos para que não aceitassem provocações e que o ato mantivesse a proposta de não-violência. O clima ficou um pouco tenso e percebi que havia risco de uma perturbação intempestiva. Dos dois lados havia cartazes agressivos. Do lado pró-vida, um banner trazia a estampa da ministra Eleonora Menicucci com uma inscrição embaixo: “Assassina”. “Forte demais, realmente”, comentou comigo Pe. Berardo Graz. E do lado pró-aborto, o que mais chamou a atenção foi um cartaz com os dizeres: “Tirem seus rosários dos nossos ovários”.
Foi quando um dos jovens ali presentes (só podia se chamar Moisés!) fez uso da palavra, e como um general em meio ao campo de batalha, ergueu a voz para levantar o moral dos soldados. E o nome de Cristo Rei ressoou por toda a praça, com uma sonoridade límpida, a alcançar o coração e a consciência de todos os que estavam ali, e que ficaram num silêncio profundo, “pois ninguém no passado foi tão amado por todos os povos, nem jamais será no futuro, como Jesus Cristo“.5 E mesmo assim, algumas feministas ainda tentavam alguma turbulência com o conhecido argumento ao direito das mulheres ao próprio corpo, etc., quando pouco depois do meio-dia - hora do Angelus - em que os sinos ribombaram de modo solene, rogamos para que os pró-vida não aceitassem as provocações, e então o jovem Moisés, novamente com voz firmíssima, pediu para todos se ajoelhassem e saudassem a Virgem Santíssima com a Ave-Maria.
Cidadãos pró-vida rezam a Salve-Rainha nas escadarias da Catedral da Sé (SP)
Irmã Aparecida, com o hábito a evidenciar sua condição religiosa, também proferiu a Ave-Maria, ao que cada um foi se ajoelhando, até mesmo os transeuntes que por ali passavam, naquela hora. E então, pedi à marianíssima Mariângela Consoli de Oliveira, de São José dos Campos, que estava próxima, a rezar a Salve-Rainha. E após ouvirem “Eia, pois, advogada nossa!”, as feministas foram se retirando, em silêncio. No final da oração, Anderson exclamou radiante: “Viva o Santo Rosário!” Foi um instante memorável, certamente um dos mais tocantes, a confirmar o poder da oração nesta batalha efetivamente espiritual. E também muito gratificante expressar publicamente a nossa fé, como faziam os primeiros cristãos. Hoje, muitos católicos confortam-se no comodismo de aceitar o laicismo para justificar expressar a fé apenas quando convém, quando podem ainda tirar algum proveito. No atual contexto de pluralismo e relativismo, ficou fácil ser católico por conveniência. Expressar portanto a fé publicamente, quando forças diversas e adversas quer encerrar os católicos autênticos ao gueto privatista, foi um dos momentos de grande emoção vividos na caminhada em defesa da vida. É o ensimamento do Catecismo: “O homem deve ‘poder professar livremente a religião, tanto em particular quanto em público’”.6 Daí a alegria (muito consciente) de estarmos no coração de São Paulo fazendo ecoar para todo o Brasil o clamor pela vida: “Vida, sim; aborto, não!”, bradamos várias vezes diante do Forum João Mendes Júnior.
Para que todos tenham vida
Muito comovente também a caminhada da praça da Sé até o Fórum João Mendes cantando “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância!”7 No trajeto, comentei com Mariângela que aquilo que cantávamos quando adolescentes no canto de comunhão, no interior da igreja, estávamos agora cantando nas ruas. Não se tratava mais de uma procissão de uma festa religiosa local, mas um movimento crescente da Igreja, cuja questão da defesa da vida é onde sopra hoje mais fortemente o Espírito Santo. E mais ainda: que nos leva à séria reflexão sobre a verdadeira dimensão do homem e da mulher na pedagogia de Deus, no mistério da identidade de cada pessoa, imagem e semelhança do Criador, em meio aos condicionamentos do mundo, cujas estruturas e lógica de poder nem sempre promovem a verdade do ser e a integridade da pessoa. E nesse sentido Maria emerge como aquela que primeiro acreditou e aceitou em seu coração o Reino anunciado por Jesus, para além de todo conflito humano, na relação de efetiva complementaridade e mútuo serviço que homem e mulher são chamados a viver para a plenitude na vida verdadeira, em Deus. Por isso, a Salve-Rainha imperou naquele instante, porque Maria falou aos seus, e assegurou a paz, pois “Maria pode falar francamente, porque seu coração está orientado para o céu mais do que o dos outros discípulos”.8
Viva Dom Luiz!
“A mentira perdeu”: Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos (SP), esclarece sobre apreensão do documento “Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras” e posterior determinação de devolução pelo Tribunal Superior Eleitoral. O documento pró-vida será distribuído nos próximos meses
Recebemos festivamente Dom Luiz Gonzaga Bergonzini como exemplo de pastor comprometido com radicalidade do Evangelho. E efusivamente exaltamos: “Viva Dom Luiz!”
Com 75 anos, Dom Luiz não se aposentou. Com ardor e entusiasmo, conclama os jovens a descobrirem a alegria da vida e a se dedicarem na missão evangelizadora. A Igreja sempre flutuou acima das tempestades temporais. “Isto será quase uma regra na Igreja: administram-se, como se pode, os acontecimentos inesperados”.9 E nas horas dos impasses mais agudos da história, como agora na luta por fazer o governo reconhecer o direito a vida, desde a concepção; os bispos, sucessores legítimos dos apóstolos, devem estar a frente do povo de Deus, que é o povo da vida, a recordar ao povo cristão o valor e o sentido da vida nova e verdadeira anunciada por Jesus. “O que há de novo e de inaudito no cristianismo é a revelação de uma nova vida”10, a vida digna como condição da vida plena.
E lá estava Dom Luiz, no meio do povo, no coração da grande urbe, a suscitar o ânimo e a afirmar a verdadeira identidade católica da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Por isso, no Fórum João Mendes Júnior, protocolou uma ação visando evitar que feministas usem o nome de “católicas” para confundir o povo cristão, gesto este vindo de um bispo para reforçar de vez a posição da Igreja em rechaçar a ideologia e os eufemismos das feministas que querem se passar por católicas para justificar a flexibilização da sã doutrina, em estratégia sutil de engodo, visando corroer e minar a fé cristã. Agindo asssim, Dom Luiz sabe que “sob a mão de Deus, nada de valioso se perde”.11 Ganha o testemunho da fé, ganha a vida, pois a Igreja não combate em vão.
Homenagem às vítimas do aborto: balões vermelhos subiram ao céu
Ao final do evento, com a benção de Dom Luiz, foram soltos balões vermelhos, para lembrar o sangue das vítimas inocentes, imoladas a cada dia, a cada aborto cometido, em tantas partes do mundo. São milhares de indefesos, privados do direito a vida, que precisam agora da nossa determinação e coragem, para estancar a sede de tanto sangue, que os fortes do mundo, em cálculos de lógica, tentam justificar no âmbito legal. Daí o clamor pela vida que ecoou no coração de São Paulo, esperando tomar todo o Brasil, a chegar na mesa de decisões do Palácio do Planalto, e também nos gabinetes dos parlamentares em Brasília, para que possamos afirmar legislação e vida, se quisermos realmente o Brasil esplêndido.
Notas:
1. Stefano de Fiores e Salvatore Meo (Org.), Dicionário de Mariologia, Verbete “Santa Maria”, de L. De Candido; Ed. Paulus, p. 1194, 1995, São Paulo.
2. Catecismo da Igreja Católica, 2270
3. Paulo Silveira Martins Leão Júnior, O Direito Fundamental à Vida dos Embriões e Anencéfalos, artigo publicado em Direito Fundamental à Vida, coordenado por Ives Gandra da Silva Martins, p. 225, Centro de Extensão Universitária e Editora Quartier Latin do Brasil, 2005, São Paulo.
4. Ib. pp. 225-226.
5. Carta Encíclica do papa Pio IX, Quas Primas, 4, Edições Cristo Rei, p. 18, 2011, Belo Horizonte
6. Catecismo da Igreja Católica, 2137
7. (http://www.youtube.com/watch?v=XCLtAeWBl84&feature=related)
8. Stefano de Fiores e Salvatore Meo (Org.), Dicionário de Mariologia, Verbete “A Mulher no Cristianismo Primitivo”, de R. Aguirre; Ed. Paulus, p. 1194, 1995, São Paulo.
(Ib, p. 947)
9. Georges Suffert, Tu és Pedro, Editora Objetiva, p. 31, Rio de Janeiro.
10. Josef Holzner, Paulo de Tarso, Editora Quadrante, p. 87, São Paulo.
11. Ib. p. 56.
A novena em honra da santa gravidez de Nossa Senhora é uma proposta do site Missionários Santa Teresinha. Ela é para ser rezada diariamente, durante 9 meses: de 25 de março até 25 de dezembro, ou seja, da Anunciação até o Natal do Senhor; ou, então, em qualquer época, por 9 meses ou em 9 dias consecutivos. Para saber mais, acesse: http://www.missionariosantateresinha.com.br/formacao.php?cod_formacao=41&opt=verformacao
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Quando misturam a foice e o martelo com a estrela do PT nos seus cartazes não escondem o que pretendem. Querem, como em 1964, implantar um regime de intolerância e autoritário no país. Estão com saudades dos tempos em que a Igreja e o Estado eram uma única coisa e os bens públicos e da igreja idem, com poder de vida e morte sobre os cidadãos.” – Zé Dirceu, ex-presidente nacional do PT, acusado de ser o mentor do Escândalo do Mensalão e atualmente inelegível até 2015.Não é irônico que uma manifestação “insignificante” irrite tanto o petista Zé Dirceu que, como bom petista, é pró-aborto e entende muitíssimo bem o que seja “poder de vida e morte sobre os cidadãos”?
Ora, me compre um bode! Em seu blog – em algum lugar da esgotosfera – Zé Dirceu associa todo movimento pró-vida ao que ele pensa sobre um dos diversos grupos presentes na manifestação do dia 21/03, em São Paulo. E, preocupado, questiona seus leitores sobre “que está por trás dos movimentos anti-aborto?” A resposta, para ele, claro, é muito óbvia: não se sabe. Risos.
Eis a arte do blogueiro Zé Dirceu: escrever sobre o que não sabe, sobre o que não faz a menor ideia, sobre o que insignificantemente o irrita por deveras. Sem certezas, restou-lhe perguntar mil coisas sobre o movimento “antiaborto” (que é como querem se referir aos pró-vida), desde o valor da impressão de documentos da CNBB Sul 1 até o nome do “mandante” desse crime horrendo que é dizer aos brasileiros o que Zé sabe: que o PT tem compromisso claríssimo com a legalização do aborto.
Não é pecado falar do PT, nem crime. E falar do PT é falar sobre aborto, sempre! Em 2010, por causa da campanha presidencial, disseram que esclarecer o povo sobre PT e aborto era fazer propaganda para José Serra, era crime eleitoral. Por isso apreenderam os documentos da CNBB Sul 1… No entanto, agora, a Polícia Federal liberou tudo: não é crime algum.
Dom Bergonzini, como se sabe, comemorou sua inocência. E pelo menos cem pessoas estiveram com o bispo emérito de Guarulhos dividindo a mesma alegria (veja as fotos no blog do Jorge Ferraz)! Eu estive com ele, no dia 21/03, e pude receber de suas mãos uma nota oficial em que ele, além de demonstar que a mentira perdeu, afirma que o Cristianismo conta com um exército virtual de Blogueiros e Internautas da Verdade de Cristo, que mudarão o Brasil.
Insignificantes? É claro que não, mas Zé Dirceu cumpre seu papel de motivar a militância do PT – em especial os católicos úteis filiados ao partido – a desacreditarem dessas iniciativas pró-vida que só querem falar o tempo todo que o PT é mesmo abortista. Em 2010, com muito esforço, conseguiram desacreditar os pró-vida e, até mesmo, prendê-los em alguns lugares por denunciar o PT. Em 2012 conseguiriam a mesma coisa? Eu acho pouco provável.
Para nossa alegria, no entanto, o inelegível Zé nos demonstra que estamos mesmo no caminho certo. E não se trata, como ele quer fazer crer, de um caminho partidário! Quando alertamos os brasileiros que o PT promove a legalização do aborto não fazemos menos que nossa obrigação de combater o mal.
Obviamente, para confundir a militância útil do PT, é comum transformarem “católicos antiaborto” em pessoas perigosas e, na verdade, sequer católicas de fato, mas tão somente cabos eleitorais de outro partido. É, na verdade, uma mensagem sutil para que nenhum petista se meta a besta de virar um deputado Bassuma (PT-BA) ou Henrique Afonso (PT-AC) que tiverem seus “direitos partidários suspensos” pelo diretório nacional do PT porque militavam contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto.
Concretamente pode-se dizer que a manifestação pró-vida do dia 21/03 foi, sim, importante porque:
1) De forma geral, conseguiu mobilizar a imprensa para difundir que o voto no PT é voto pró-aborto.
2) Fez alusão à conduta ilibada de Dom Bergonzini ao demonstrar que ele não cometeu crime eleitoral em 2010.
3) Mostrou que o tema “aborto” continua uma preocupação para eleitores e políticos.
4) Repercutiu protesto contra a ministra Eleonora Minecucci.
Mas e a CPI da Verdade sobre o Aborto?
Todos os deputados federais (513), todos os senadores (71), deputados estaduais de SP, RJ, PR e SC receberam o pedido de CPI. Continuemos a agir para que ela realmente aconteça.
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Dom Fernando Arêas Rifan*
Em meio a tantos pareceres equivocados e diante da possibilidade da reforma do Código Penal descriminalizar o aborto, começando pelos fetos portadores de anencefalia, e a eutanásia, recordamos os princípios da doutrina católica e do direito natural sobre o assunto: A vida humana é sagrada, – não porque as leis e decisões judiciais humanas o determinam, – mas porque desde a sua origem ela encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim; ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente (cf. CIC 2258 – Donum vitae, 5).
A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção até o seu fim natural. Desde o primeiro momento da sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida (cf. CIC 2270 – Donum vitae, I,1). Esses direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política, não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina (cf. CIC 2272 – Donum vitae, 3).
A criança anencélafa é uma pessoa viva. A sua reduzida expectativa de vida não limita seus direitos e sua dignidade. Por isso, o aborto direto provocado, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, em qualquer circunstância, é gravemente contrário à lei moral, pois se trata de tirar diretamente a vida de um ser humano inocente, o que nada pode justificar (cf. CIC 2271). Desde o início, o nascituro é uma pessoa própria, cujo círculo de direitos ninguém deve violentar, nem o Estado, nem o médico, nem mesmo a mãe. Se uma pessoa já não está segura no seio de sua mãe, onde então estará ela ainda segura neste mundo? Proteger a vida inocente pertence às mais nobres tarefas do Estado; se ele se furtar a esta missão, destrói ele próprio os alicerces do Estado de direito (cf. Youcat, 384). Nem ele pode se sujeitar a pressões de quaisquer organismos internacionais. Isso seria contra a sua soberania e o seu dever.
Por isso também, a eutanásia direta, que consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes ou de moribundos, sejam quais forem os motivos e os meios, é moralmente inadmissível (cf. CIC 2277).
Tais princípios e atitudes deles decorrentes provêm não só da doutrina católica, mas do próprio direito natural, da lei natural que obriga a todos os homens, em razão da sua natureza. Assim sendo, exortamos aos católicos, aos nossos políticos e a todas as pessoas de boa vontade e de influência na sociedade que se manifestem aos ministros do Supremo Tribunal Federal em favor da vida e contra qualquer decisão que possa acarretar a liberação do aborto. Se acontecer o mal, não o será com a nossa colaboração ou por causa da nossa omissão.
*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
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O bispo pediu que publicássemos seu texto. Jorge Ferraz também publicou! Fique a vontade para copiar e difundir o artigo.
Em meio a tantos pareceres equivocados e diante da possibilidade da reforma do Código Penal descriminalizar o aborto, começando pelos fetos portadores de anencefalia, e a eutanásia, recordamos os princípios da doutrina católica e do direito natural sobre o assunto: A vida humana é sagrada, – não porque as leis e decisões judiciais humanas o determinam, – mas porque desde a sua origem ela encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador. Só Deus é o dono da vida, do começo ao fim; ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de destruir diretamente um ser humano inocente (cf. CIC 2258 – Donum vitae, 5).
A vida humana deve ser respeitada e protegida de maneira absoluta a partir do momento da concepção até o seu fim natural. Desde o primeiro momento da sua existência, o ser humano deve ver reconhecidos os seus direitos de pessoa, entre os quais o direito inviolável de todo ser inocente à vida (cf. CIC 2270 – Donum vitae, I,1). Esses direitos inalienáveis da pessoa devem ser reconhecidos e respeitados pela sociedade civil e pela autoridade política, não dependem nem dos indivíduos, nem dos pais, pertencem à natureza humana e são inerentes à pessoa em razão do ato criador do qual esta se origina (cf. CIC 2272 – Donum vitae, 3).
A criança anencélafa é uma pessoa viva. A sua reduzida expectativa de vida não limita seus direitos e sua dignidade. Por isso, o aborto direto provocado, quer dizer, querido como um fim ou como um meio, em qualquer circunstância, é gravemente contrário à lei moral, pois se trata de tirar diretamente a vida de um ser humano inocente, o que nada pode justificar (cf. CIC 2271). Desde o início, o nascituro é uma pessoa própria, cujo círculo de direitos ninguém deve violentar, nem o Estado, nem o médico, nem mesmo a mãe. Se uma pessoa já não está segura no seio de sua mãe, onde então estará ela ainda segura neste mundo? Proteger a vida inocente pertence às mais nobres tarefas do Estado; se ele se furtar a esta missão, destrói ele próprio os alicerces do Estado de direito (cf. Youcat, 384). Nem ele pode se sujeitar a pressões de quaisquer organismos internacionais. Isso seria contra a sua soberania e o seu dever.
Por isso também, a eutanásia direta, que consiste em pôr fim à vida de pessoas deficientes ou de moribundos, sejam quais forem os motivos e os meios, é moralmente inadmissível (cf. CIC 2277).
Tais princípios e atitudes deles decorrentes provêm não só da doutrina católica, mas do próprio direito natural, da lei natural que obriga a todos os homens, em razão da sua natureza. Assim sendo, exortamos aos católicos, aos nossos políticos e a todas as pessoas de boa vontade e de influência na sociedade que se manifestem aos ministros do Supremo Tribunal Federal em favor da vida e contra qualquer decisão que possa acarretar a liberação do aborto. Se acontecer o mal, não o será com a nossa colaboração ou por causa da nossa omissão.
*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
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O bispo pediu que publicássemos seu texto. Jorge Ferraz também publicou! Fique a vontade para copiar e difundir o artigo.
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A novena a Nossa Senhora do Desterro mobiliza
pessoas de bem em Curitiba que rezam para que sejam desterradas todas as
ameaças contra a vida e a família, no Brasil. Alexandre Luiz Antonio da
Luz, por meio de seu blog, convida todos a fazerem parte dessa
corrente: http://alal007.blogspot.com.br/2012/03/novena-nossa-senhora-do-desterro.html
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“Não aborte seu filho na barriga.” – Cristão, Brasil
Chamou a atenção do menino de seis anos, a foto dos manifestantes na reportagem do jornal. Ele leu todos os cartazes e, ao se deparar com a frase “Aborto legal e seguro”, olhos arregalados denunciaram que algo não fazia parte de todo aquele contexto: “Mas tá errado! Olha isso! A-bor-to, aborto le-gal e se-gu-ro… O que é isso?! Não, não…” E, apressado, ele pegou lápis de cor e papel. Fez o desenho-manifesto acima, me entregou e fez um pedido para mim.
Foi assim que eu soube: o rei estava nu, dizia-me uma criança que recém aprendera a ler. Quantos não sabem disso? Quantos ao ver a realidade sobre o aborto simplesmente desviam o olhar para qualquer outra coisa que possa tranquilizar o que lhes resta de consciência?
Mas não importa: para onde quer que se olhe, o rei está, verdadeiramente, nu. Como na história infantil do déspota que desfilou uma roupa invisível e, de repente, foi desmascarado por uma criança que – diferentemente da multidão – não se conteve em admitir o óbvio: “O rei está nu!”
Cada vez mais jovens se dão conta de que a ideologia de nosso tempo empenha-se em expulsar-nos da realidade. Mas não há mentira que dure muito tempo, o tempo todo. E a mentira sobre o aborto ser “direito”, a mentira que não se importa com a pessoa indefesa ainda no seio de sua mãe… Essa mentira está envergonhada.
Não que isso seja novidade! Que o rei está nu, é óbvio. Mas quem admitiria isso sem pensar no que poderia acontecer consigo? Que rei estaria disposto a ouvir tamanho “discurso de ódio”? O preço da lucidez, atualmente, é muito alto.
E no entanto… O rei está nu.
Todos sabemos que o aborto mata uma pessoa. Todos sabemos que mulheres e médicos, principalmente, estão sendo motivados a se tornarem assassinos dos piores tipos. Todos nós sofremos com isso, é claro, pois vivemos em sociedade.
O que fazer?
Promover o bem e deter o mal. Isso fazemos quando “restituímos à fé o poder de mover montanhas“, quando vencemos nosso cansaço e nosso dormir… Quando combatemos para preservar a natureza humana e suas liberdades.
Sejamos “ousados” em reconhecer que, sim, o rei está nu. E, sem desesperar, santifiquemo-nos.
“A vida, no fim, só apresenta uma tragédia: não ter sido um santo.” – Leon Bloy
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Vídeo: Dom Bergonzini protocola ação contra abortistas
Quem falou que o aborto deve ser prevenido? Se o aborto é um ato moralmente indiferente e não prejudica a saúde da mulher, por que esta necessidade de preveni-lo? No final das contas, o custo de um aborto de primeiro trimestre equivale ao custo de um ano de contraceptivos, e o aborto acarreta menos complicações e oferece menos riscos do que alguns dos mais eficientes métodos de contracepção. (…) O discurso sobre a necessidade de prevenir o aborto depõe contra as mulheres…” – Católicas pelo Direito de DecidirAssim como na Argentina, também no Brasil a ONG “Católicas” pelo Direito de Decidir deverá suprimir o uso da palavra “Católicas” de sua organização pró-aborto. Isso pode acontecer caso a Justiça seja favorável à ação ordinária de Dom Bergonzini contra a ONG, protocolada na 32ª vara de São Paulo, após manifestação pró-vida diante do Fórum João Mendes. Além disso, na ação o bispo emérito de Guarulhos também pede indenização de R$ 600 mil por danos morais.
A medida está em consonância com a preocupação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) que, em novembro de 2011, advertiu os católicos brasileiros sobre uso indevido de termos da doutrina católica por grupos que enganam os fiéis. Especificamente sobre a ONG pró-aborto, “Católicas” pelo Direito de Decidir, em 2008 a CNBB já havia lançado nota oficial desmascarando as ações pró-aborto da organização: Nota da CNBB sobre as Católicas pelo Direito de Decidir
Antes de protocolar a ação, Dom Bergonzini foi recebido por mais de 100 manifestantes que, segurando balões vermelhos para representar as vítimas do aborto, pediram a demissão da ministra da Secretaria de Mulheres, a pró-aborto, Eleonora Minecucci. A manifestação foi repercutida pela grande imprensa, por meio de jornais impressos, rádio e internet.
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Assista na íntegra o vídeo sobre a manifestação pró-vida organizada por Dom Bergonzini, no blog de Edson Carlos de Oliveira.
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Clique nas imagens para ampliar, ok?
Jornal O Estado de S. Paulo, editoria Nacional, 22/03/12

Jornal Folha de S. Paulo, editoria Poder, 22/03/12

Jornal Valor Econômico, editoria Política, 22/03/12

Folha.com: Católicos antiaborto voltam a distribuir panfleto contra PT em SP
Estadao.com: Igreja retoma movimento antiaborto de 2010
O Globo.com: Manifestantes antiaborto pedem demissão de Eleonora Menicucci
Portal G1: Grupo protesta contra aborto na Praça da Sé, em SP
Portal Terra: Manifestantes pedem ‘CPI do aborto’ nas ruas e no Twitter
Brasil 247.com: Católicos antiaborto voltam a distribuir folhetos contra o PT
Último Segundo IG: Católicos voltam a distribuir panfleto anti-PT em ato contra aborto
Diário do Grande ABC: Igreja retoma movimento antiaborto de 2010
Yahoo News: Em panfletagem antiaborto, grupo pede em SP demissão da ministra
Sul21: Católicos antiaborto retomam distribuição de folhetos contra o PT
Jornal Floripa: Católicos antiaborto voltam a distribuir panfleto contra PT em SP
Cenário MT: Católicos voltam a distribuir panfleto anti-PT em ato contra aborto
Paraíba.com: Católicos distribuem panfleto anti-PT e criticam governo federal em ato contra aborto
Agora Jornal do Sul: Aborto volta a ser arma eleitoral contra o PT
D24am: Religiosos e ativistas exigem a demissão “imediata” da ministra Eleonora Menicucci
IHU Unisinos: Católicos antiaborto retomam distribuição de folhetos contra o PT
Gazeta Online: Igreja retoma movimento antiaborto de 2010
Jornal O Estado de S. Paulo, editoria Nacional, 22/03/12
Jornal Folha de S. Paulo, editoria Poder, 22/03/12
Jornal Valor Econômico, editoria Política, 22/03/12
Folha.com: Católicos antiaborto voltam a distribuir panfleto contra PT em SP
Estadao.com: Igreja retoma movimento antiaborto de 2010
O Globo.com: Manifestantes antiaborto pedem demissão de Eleonora Menicucci
Portal G1: Grupo protesta contra aborto na Praça da Sé, em SP
Portal Terra: Manifestantes pedem ‘CPI do aborto’ nas ruas e no Twitter
Brasil 247.com: Católicos antiaborto voltam a distribuir folhetos contra o PT
Último Segundo IG: Católicos voltam a distribuir panfleto anti-PT em ato contra aborto
Diário do Grande ABC: Igreja retoma movimento antiaborto de 2010
Yahoo News: Em panfletagem antiaborto, grupo pede em SP demissão da ministra
Sul21: Católicos antiaborto retomam distribuição de folhetos contra o PT
Jornal Floripa: Católicos antiaborto voltam a distribuir panfleto contra PT em SP
Cenário MT: Católicos voltam a distribuir panfleto anti-PT em ato contra aborto
Paraíba.com: Católicos distribuem panfleto anti-PT e criticam governo federal em ato contra aborto
Agora Jornal do Sul: Aborto volta a ser arma eleitoral contra o PT
D24am: Religiosos e ativistas exigem a demissão “imediata” da ministra Eleonora Menicucci
IHU Unisinos: Católicos antiaborto retomam distribuição de folhetos contra o PT
Gazeta Online: Igreja retoma movimento antiaborto de 2010
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Aborto é um assunto milionário. Aqueles que trabalham para promover – isso mesmo: trabalham é o termo preciso – a legalização/descriminalização do aborto e motivar sua impunidade não agem só por convicção, mas porque são pagos pra isso, são profissionais.
O Brasil não sabe disso. Mas nós podemos informar o país: sim, há fundações internacionais que criam ONGs pró-aborto, que financiam todo o trabalho delas, tudo para interferir na cultura e na opinião da população brasileira e para reduzir nossa população e controlar nosso país.
Isso soa absurdo? Sim! É claro que interferência internacional na cultura e na opinião da população brasileira para reduzir nossa população e controlar nosso país é um grande absurdo. Não tenho a menor dúvida. Mas, se por acaso o que você achou absurdo foi o fato de alguém acreditar no que eu estou falando… Tudo bem! Mas você não gostaria de pelo menos saber mais?
Vamos saber mais! Para isso queremos a CPI da Verdade sobre o Aborto e, amanhã, quarta-feira, 21, vamos fazer um tuitaço a partir das 13h com #abortonuncamais especialmente focado nas contas @SenadoresBrasil, @CamaraDeputados e @AssembleiaSP. Não esqueçam de lembrar as pessoas sobre algumas palavrinhas importantes: FORD FOUNDATION, MACARTHUR e ROCKEFELLER. As fundações que querem ver o Brasil abortando brasileiros.
A iniciativa, só lembrando, é parte do evento que Dom Bergonzini – bispo emérito de Guarulhos – organiza em São Paulo, diante da Catedral da Sé: http://www.domluizbergonzini.com.br/2012/03/cpi-da-verdade-sobre-o-aborto-ja_16.html
Sua participação importa. Eu conto contigo!
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Brasil Sem Aborto divulga vídeo pró-vida sobre gravidez indesejada
Não há mais crucifixos nas paredes do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul desde que o Conselho da Magistratura decidiu, no dia 06 de março de 2012, a pedido da ONG Liga Brasileira de Lésbicas, que a presença de símbolos religiosos em espaços do Poder Judiciário “não se coaduna com o princípio constitucional da impessoalidade na Administração Pública e com a laicidade do Estado brasileiro”.
Os crucifixos retirados estão guardados em setor administrativo do Tribunal de Justiça e, o mais expressivo deles, que estava afixado no Plenário do TJ-RS, foi encaminhado ao Memorial do Judiciário, como informou a assessoria de imprensa do Tribunal ao blogueiro Everton Siqueira, no blog Dominus Iesus.
É curioso que após 122 anos de laicidade, somente agora se descobriu que o crucifixo – um símbolo religioso, sim, mas também cultural – é contrário ao Estado laico. O que está acontecendo no Brasil? A resposta, por incrível que possa parecer, tem a ver com um nome bem conhecido do movimento pró-vida: Ford Foundation.
A mesma fundação que financia e forma ONGs “feministas” para promoção de leis pró-aborto, no país, também financia iniciativas que enfraqueçam a presença da Igreja Católica na sociedade – a Igreja ainda é a principal instituição capaz de frustrar a agenda pró-aborto da Ford Foundation. É o caso da ONG Themis Assessoria Jurídica e Estudo de Gêneros, uma das organizações interessadas no pedido feito ao Conselho de Magistratura:
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ÓRGÃO:
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Conselho da Magistratura
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PROCESSO
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0139-11/000348-0
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COMARCA
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Porto Alegre.
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RELATOR
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CLÁUDIO BALDINO MACIEL
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ASSUNTO
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Retirada de crucifixos e símbolos das dependências do TJRS.
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INTERESSADOS
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Rede Feminista de Saúde, SOMOS – Comunicação, saúde e
Sexualidade, NUANCES – GRUPO PELA LIVRE ORIENTAÇÃO SEXUAL, LIGA
BRASILEIRA DE LÉSBICAS, MARCHA MUNDIAL DE MULHERES, THEMIS – ASSESSORIA JURÍDICA E ESTUDOS DE GÊNERO
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“Reconhecido e festejado, o programa realizado pela Themis e exportado para outras localidades do Brasil teve financiamento de agências internacionais como a Fundação Ford, o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e manteve-se como uma política pública não estatal. Este fato, contudo, é determinante em relação a sua sustentabilidade, que encontra-se sistematicamente ameaçada.“
A coordenadora da ONG também indica parcerias dentre as quais, pelo menos uma, tem apoio da Ford Foundation:
“A proposta de desenho institucional da referida política pública ainda é insipiente e está sendo formulada por uma comissão nacional formada por entidades das cinco regiões do país (Themis/Rio Grande do Sul; União de Mulheres de São Paulo/São Paulo; Coletivo de Mulheres Negras/Mato Grosso do Sul, Coletivo de Mulheres 8 de Março/Pernambuco e Rede Acreana de Mulheres e Homens/Acre)…”
Como se pode inferir não há preocupação alguma com “estado laico”. Há sim a pressa a uma agenda internacional que vai contra os valores da cultura brasileira. Por que razão a Ford Foundation financia ONG interessada em retirada de crucifixos do TJ-RS? Que interesse é esse que também a faz financiar ONGs pró-aborto e GLBTTs?
Não são ONGs com interesses muito diversos para contar com um mesmo finaciador? E que interesse é esse de uma fundação americana sempre tão presente na capacitação e sustento de ONGs “brasileiras” tão ávidas por mudar legislações em nosso país sobre pretexto de “direitos da mulher” e “respeito ao estado laico”?
Tem algo de muito suspeito em tanto amor da Ford Foundation pelo Brasil. De gravidezes indesejadas a crucifixos indesejados, como pode essa fundação estar envolvida em nosso país?
Antes de pensarmos sobre lésbicas, feministas, estado laico, aborto… Antes de tudo isso pensemos Ford Foundation. Quando será a hora do Brasil saber o que é essa fundação, quais os interesses dela em nosso país e como se dá o financiamento a tantas ONGs e iniciativas que fazem tudo para destruir a cultura brasileira?
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Blog Contos do Átrio: Mais crucifixos são tirados: o liberalismo contraditório
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Doações de leite, alimentos, medicamentos e também dinheiro para custear as consultas do Mateus. O telefone para contato é o (27) 3019-4070 ou se preferir no e-mail: fafa1504@hotmail.com.
O menino tem 9 anos e sofre de doença degenerativa e incurável: neurofibromatose tipo 1, também conhecida como Síndrome de Von Recklinghausen.
Saiba mais no jornal A Gazeta: Mãe desesperada pede novamente ajuda para filho com doença rara
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Alegria por tudo e apesar de tudo. Neste domingo estamos a meio caminho para Páscoa! E como precisamos de Páscoa em nossas vidas, especialmente num mundo onde cresce cada dia a perseguição religiosa, de forma especial contra os cristãos. Mais de 200 milhões desses, pertencentes a confissões diversas, encontram-se em situações de dificuldade, devido às estruturas legais e culturais que lhes discriminam.
É uma realidade não só da Arábia Saudita, Bangladesh, China, Coreia do Norte, Cuba, Egito, Eritreia, Iêmen, Índia, Irã, Iraque, Laos, Maldivas, Myanmar (antiga Birmânia), Nigéria, Paquistão, Somália, Sudão, Uzbequistão e Vietnã… É uma realidade nas américas, também, ainda que de forma incruenta, sem sangue ou violência física.
Sandra Katzman, brasileira que mora nos Estados Unidos, publicou um post interessante sobre essa triste realidade por lá. Pedi a ela que me deixasse republicar o post aqui e assim fiz.
A você que está sofrendo por ser cristão: alegra-te. Estamos a meio caminho para a Páscoa.
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De volta à cova dos leões
Sandra KatzmanTrês anos – Três eventos.
É só acompanhar o noticiário para ouvir o rugido dos leões. A cova não está longe.
União homossexual
17 de fevereiro de 2010 – Catholic Charities de Washington, D.C. anuncia que vai fechar seus centros de adoção e em 29 de dezembro de 2011 – Catholic Charities do Estado de Illinois anuncia que vai fechar seus centros de adoção. Eles preferem deixar de receber ajuda do governo federal do que se curvar à lei que obriga essas instituições a ir contra a sua crença entregando crianças para serem adotadas por casais de homossexuais.Antes de continuar, é preciso esclarecer que existem outros centros de adoção que não são administrados por instituições católicas que oferecem esse tipo de serviço.
Seguro Saúde
01 de agosto de 2011 – Bispos americanos denunciam novo programa do governo que obriga as instituições religiosas a oferecer e pagar por “tratamentos médicos” (pilula anticoncepcional, aborto, esterilização…) contrários a crença católica. A pena para quem não cumprir a lei é de multas e impostos severos.20 de janeiro de 2012 – Como o governo não arreda o pé, os bispos reagem dizendo que não vão obedecer uma lei injusta.
10 de fevereiro de 2012 – O governo diz que vai pensar no caso, mas nada será alterado antes das eleições. Bispos reiteram seu compromisso de lutar contra essa lei injusta que fere a liberdade de religião e de consciência.
12 de março de 2012 – Dois pesos, duas medidas? O povo Amish está isento de cumprir essa lei, mas o povo Católico não!!!
Lavagem de dinheiro
08 de março de 2012 – Não vou dizer que esse é o último ataque, mas sim o mais recente. O governo americano coloca o Vaticano na lista de instituições suspeitas de lavagem de dinheiro e portanto todas as transações internacionais entre o Vaticano e os EUA passarão a ser monitoradas pelo governo federal.Sério?
O que está por trás de tudo isso? O que se observa de imediato é que essas novas leis e regulamentações dificultam a capacidade financeira da Igreja Católica de agir no mundo secular, empurrando, isolando sua influência ao púlpito paroquial. Atacam o bolso para calar a boca. Doce ilusão… a pedras falarão.
Parece que foi declara aberta novamente a estação de caça…. mas tudo bem, estamos acostumados à cova dos leões.
Saiba mais: Seis coisas que todo mundo devia saber sobre o mandado HHS
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A ‘lógica’ deste governo é a seguinte: se o povo não aceita o aborto, é preciso reeducar o povo. Se as mulheres não querem abortar, é preciso induzir-lhes (coagi-las até!) a abortarem. Se os médicos não querem ser aborteiros, é preciso – disse dona Eleonora – “que esses serviços coloquem outra pessoa no lugar.”Faço meu o comentário do blogueiro premiado, Jorge Ferraz, a respeito da notícia sobre a indignação da ministra da Secretaria das Mulheres, Eleonora Menicucci: durante reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS), ela reclamou da objeção de consciência que vários médicos fazem nos serviços cadastrados para aborto “legal” no País – como se existisse algum aborto legal, no Brasil, e não simplesmente casos em que *não se pune* o aborto, mas jamais casos de aborto “legal”.
Mas que tal? A primeira presidente pró-aborto do Brasil escolheu muito bem sua porta-voz informal. Eleonora Menicucci quer mais que “apenas” 63 centros cadastrados para realização de abortos em casos não punidos, de acordo com o atual Código Penal. Favorecer a mulher, para ela, é promover mais acesso a abortos e tirar de seus postos de trabalho médicos que têm objeção de consciência contra matar uma criança a pedido da mãe.
Depois da fala da ministra divulgou-se que mais 30 serviços para realização de abortos nos casos não punidos pela lei estão sendo capacitados.
Como assim? Eu aposto que 99,9% dos brasileiros não fazem a menor ideia do que seja um “serviço de aborto legal”. Não que sejamos burros, muito pelo contrário! É que sabendo que aborto é CRIME por aqui, a lógica não permite admitir que o próprio Governo seja forçado a estabelecer serviços para a prática de um CRIME ainda quando os que praticam esse CRIME não sejam punidos nos casos de estupro e de risco para a gestante.
Não existe uma única lei no Brasil que diga que o Estado tem que promover “serviços de aborto”. Tais serviços são apenas uma estratégia das fundações internacionais Ford e MacArthur para conseguirem legalizar o aborto no país!
Tudo começou no final dos anos 80. Com o fim dos regimes autoritários, a América Latina abriu-se para a ação de ONGs (na época da ditadura não era permitida a atuação de ONGs em território nacional) e foi visitada diversas vezes por equipes coordenadas por profissionais da International Women Health Coalition (IWHC ), alguns dos quais também haviam participado do longo processo de elaboração do Relatório de 1990 da Fundação Ford sobre Saúde Reprodutiva.
Estas equipes chegaram à conclusão de que o lugar apropriado para desencadear o processo que levaria à completa legalização do aborto na América Latina era o Brasil. Os motivos: a influência política geral do Brasil na América Latina; a facilidade constatada com que era possível criar e coordenar uma rede de organizações feministas no Brasil, mais do que nos países hispano-americanos e muito mais do que na África e na Ásia; e à facilidade que as leis brasileiras davam para que estas organizações, uma vez criadas, pudessem monitorar e pressionar as políticas públicas do país.
O Brasil é um senhor país democrático comparado com outras nações latino-americanas e as ONGs pró-aborto, financiadas pela Ford e MacArthur, aproveitaram-se de nossa nobreza para sambar na cara da sociedade.
Qual era o plano? A estratégia começou a ser montada em São Paulo, onde em 1989 a prefeitura abriu, por meio do Dr. Jorge Andalaft, o primeiro serviço de abortos ditos “legais” no Hospital do Jabaquara. Naquela mesma época, a Fundação MacArthur, criada em Chicago pelo milionário John MacArthur, um investidor que chegou a ser o segundo homem mais rico do mundo, aderia ao novo programa de direitos reprodutivos da Fundação Ford.
Mas foi em Ipanema, no Rio de Janeiro, que em 1988, a presidente do IWHC e o novo diretor do programa populacional da Fundação Ford decidiram que a feminista brasileira Carmen Barroso deveria ser a diretora do novo programa de população a ser inaugurado pela Fundação MacArthur: U$ 36 milhões de dólares financiaram a empreitada que levaria à expansão dessa rede de “serviços de aborto” – isto está publicado no relatório de 2003 da Fundação MacArthur, “Programa de População e Saúde Reprodutiva no Brasil: Lições Aprendidas”.
O relatório da MacArthur é um exemplo claro de como se trabalha desde o estrangeiro para implantar o direito ao aborto no Brasil. Ele mostra também como o município de São Paulo, pela sua importância no contexto nacional, está sendo preferencialmente instrumentalizado para este fim.
O relatório da MacArthur afirma que, “com o apoio da Fundação MacArthur, o IPAS [ONG fundada pelos líderes da USAID nos anos 70 na Carolina do Norte] iniciou um programa de treinamento de serviços municipais, estaduais e universitários” em técnicas que podem ser usadas tanto para atendimento pós-aborto, como para a própria prática do aborto provocado. O relatório da MacArthur usa palavras propositalmente suavizadas para descrever o trabalho do IPAS. Afirma que o financiamento da Fundação permitiu que, através do IPAS, “o número de locais no Brasil para assistência ao aborto aumentasse em 60%”, e que o IPAS oferece “um serviço crítico para o treinamento de médicos e enfermeiros em procedimentos seguros, eliminando a ignorância que às vezes se torna uma desculpa para a falta de ação”.
O grande passo para a proliferação dos serviços de aborto em casos de estupro que ocorreria no Brasil foi dado em 1996, quando o governo brasileiro, seguindo as recomendações da Conferência do Cairo no sentido de permitir que as ONGs, ainda que não fossem constituídas por profissionais da saúde, pudessem cooperar, supervisionar (e pressionar) os governos na prestação dos serviços de saúde reprodutiva, reorganizou a Comissão Intersetorial da Saúde da Mulher (CISMU), pertencente ao Conselho Nacional da Saúde, rearticulando-a de modo a que passasse a contar com uma forte presença de feministas.
São interesses privados que querem a legalização do aborto no Brasil e já o querem há muito tempo! Mas quem sabe disso? Quem divulga isso? Que jornalistas são esses que divulgam candidamente o aumento no número de “serviços de aborto” num país em que aborto é CRIME em QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA? Ninguém tem a menor desconfiança de que é ilógico falar em promoção de serviços de aborto num país onde aborto é CRIME? Pois sim… Eis o estado das coisas.
Agora você entende que essa tal Eleonora Minecucci está seguindo uma cartilha que lhe foi apresentada sabe-se lá a que preço, mas com certeza a um valor suficiente para trair a soberania da nação que lhe pariu.
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Saiba mais: Defesa da Vida no Brasil
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Jovens pedem início dos trabalhos da CPI do Aborto durante a Marcha da Cidadania pela Vida, em 2010
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Faça o download, imprima e espalhe na sua cidade até o dia 21/03/2012: Divulgação da primeira manifestação pública pela CPI da Verdade sobre o Aborto
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Senhoras e senhores, dessa vez vai! No dia 08 de dezembro de 2008 o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), criou – após oito meses do pedido feito pela Frente Parlamentar em Defesa da Vida – a CPI do Aborto. O objetivo dela era investigar a venda ilegal de remédios abortivos e desbaratar, com força policial, a rede de clínicas de aborto clandestino. Mas veja bem: criar uma CPI é uma coisa, INSTALAR é outra.
A CPI do aborto nunca foi instalada. As feminazis financiadas pela mesada gorda da Ford e McArthur têm tudo a ver com isso! Elas disseram que uma CPI do Aborto era o mesmo que uma fogueira da inquisição para as mulheres, mesmo sabendo que a tal CPI *não* iria investigar mulheres que mataram seus filhos. É óbvio que a preocupação delas, no entanto, era outra: sua caixinha de Pandora…
“Já pensou se essa CPI do aborto resolve investigar a fonte de nosso rico dinheiro?” Elas se preocuparam e agiram para que os partidos não indicassem deputados para fazer a CPI. O movimento pró-vida bem que se esforçou e, até novembro de 2010, eu ainda falava sobre CPI do Aborto por aqui.
Mas agora vai. Pela verdade sobre a estratégia de financiamento internacional para a legalização do aborto no Brasil, Dom Luiz Gonzaga Bergonzini convoca todos para uma concentração no dia 21/03/2012, a partir das 11h, na escadaria da Catedral da Sé, em São Paulo. Logo em seguida, a partir das 12h30, haverá a manifestação CPI DA VERDADE SOBRE O ABORTO, JÁ!, em frente ao FÓRUM JOÃO MENDES, na Praça João Mendes, Centro de São Paulo.
Quem não puder ir deverá usar o seu twitter e participar do tuitaço, também no dia 21/03/2012, a partir das 13h, com a hashtag: #abortonuncamais. Os tweets deverão ser direcionados, especialmente, para @SenadoresBrasil, @CamaraDeputados e @AssembleiaSP.
Mas o que se quer, agora, com uma CPI do Aborto?
Agora é pra valer: não queremos saber de clínicas, não queremos saber de venda de abortivos, muito menos sobre quem são as mulheres que abortam. Nós queremos abrir a caixinha das ONGs abortistas para termos, afinal, TRANSPARÊNCIA sobre o financiamento e sobre a informação que elas recebem da Ford Foundation, da McArhur e Rockefeller.
Vamos mostrar ao Brasil os verdadeiros interesses na legalização do aborto.
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ACI DIGITAL: Dom Bergonzini convoca manifestação pública para pedir CPI da verdade sobre o aborto
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Atualização: ACI Digital divulga vídeo
Atualização: O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, o arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, o padre Reginaldo Manzotti e o presidente da Renovação Carismática Católica do Brasil, Marcos Volcan, estão entre os tuiteiros que comentaram o vídeo da Renata. No meu Flickr coloquei o printscreen com alguns os principais tweets sobre o assunto.
Pró-vida: vídeo teve aproximadamente 10 mil visualizações em dois dias
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Leia também: Brasileiros Pelo Direito de Decidir contra a Vontade da Fundação Ford
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Quem é ela? A brasileira comum que representou a cada um de nós, no vídeo acima, escreveu para este blog contando um pouco sobre sua reação ao saber da divulgação do vídeo e demonstrando ainda mais suas convicções pró-vida.
Aproveito a apresentação dela para presenteá-la com o tercinho do nascituro que o blog iria oferecer a quem enviasse vídeos pró-vida para nosso email até o dia 15. Encerro a promoção um dia antes e espero que ninguém fique chateado. Creio que todos concordamos que o vídeo tão divulgado atualmente faz jus à proposta da nossa promoção.
Sem mais, com vocês: Renata.
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Meu nome é Renata Gusson Martins, tenho 30 anos, sou de São Paulo, e sou eu a mulher que se pronunciou no vídeo repercutido pelas redes sociais, no qual falo sobre a defesa da vida. Pra mim está sendo uma surpresa tudo isso, o alcance das minhas palavras durante reunião transmitida pela TV Senado no dia 08 março, Dia Internacional da Mulher, direto da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM).
Eu sou uma cidadã brasileira comum, casada, mãe, profissional… Apenas mais uma entre milhões de mulheres que fazem o Brasil. Para mim, toda essa divulgação que a mensagem em defesa da vida ganhou nesses dias é a confirmação evidente de algo muito interessante: acredito que, na verdade, servi de porta-voz para um batalhão de mulheres (e homens também) que, se estivessem naquele mesmo lugar e momento, teriam dito coisas semelhantes às que eu disse.
No fundo é o que toda gente de bem faria! É o que noto com os “aplausos” e tantos comentários favoráveis. Tive a nítida impressão que minhas palavras somente puderam encontrar eco nos corações e nas mentes porque esses mesmos corações e mentes carregam em si o respeito pela vida e o rechaço veemente ao aborto.
Eu quero contar como tudo isso aconteceu.
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Atualização: O cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, o arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, o padre Reginaldo Manzotti e o presidente da Renovação Carismática Católica do Brasil, Marcos Volcan, estão entre os tuiteiros que comentaram o vídeo da Renata. No meu Flickr coloquei o printscreen com alguns os principais tweets sobre o assunto.
Pró-vida: vídeo teve aproximadamente 10 mil visualizações em dois dias
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Leia também: Brasileiros Pelo Direito de Decidir contra a Vontade da Fundação Ford
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Quem é ela? A brasileira comum que representou a cada um de nós, no vídeo acima, escreveu para este blog contando um pouco sobre sua reação ao saber da divulgação do vídeo e demonstrando ainda mais suas convicções pró-vida.
Aproveito a apresentação dela para presenteá-la com o tercinho do nascituro que o blog iria oferecer a quem enviasse vídeos pró-vida para nosso email até o dia 15. Encerro a promoção um dia antes e espero que ninguém fique chateado. Creio que todos concordamos que o vídeo tão divulgado atualmente faz jus à proposta da nossa promoção.
Sem mais, com vocês: Renata.
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Meu nome é Renata Gusson Martins, tenho 30 anos, sou de São Paulo, e sou eu a mulher que se pronunciou no vídeo repercutido pelas redes sociais, no qual falo sobre a defesa da vida. Pra mim está sendo uma surpresa tudo isso, o alcance das minhas palavras durante reunião transmitida pela TV Senado no dia 08 março, Dia Internacional da Mulher, direto da Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher (CDHSPDM).
Eu sou uma cidadã brasileira comum, casada, mãe, profissional… Apenas mais uma entre milhões de mulheres que fazem o Brasil. Para mim, toda essa divulgação que a mensagem em defesa da vida ganhou nesses dias é a confirmação evidente de algo muito interessante: acredito que, na verdade, servi de porta-voz para um batalhão de mulheres (e homens também) que, se estivessem naquele mesmo lugar e momento, teriam dito coisas semelhantes às que eu disse.
No fundo é o que toda gente de bem faria! É o que noto com os “aplausos” e tantos comentários favoráveis. Tive a nítida impressão que minhas palavras somente puderam encontrar eco nos corações e nas mentes porque esses mesmos corações e mentes carregam em si o respeito pela vida e o rechaço veemente ao aborto.
Eu quero contar como tudo isso aconteceu.
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Apontamentos sobre as audiências públicas dos dias 8 e 9 de
março de 2012, no Senado Federal, com os senadores e juristas que
elaboraram a reforma do Código Penal, flexibilizando o aborto e
introduzindo a eutanásia no Brasil
Hermes Rodrigues Nery

Mulheres pró-vida se manifestam em audiência pública com senadores
Às 12h17 do dia 9 de março, a comissão de juristas aprovou as propostas de flexibilização do aborto no anteprojeto de reforma do Código Penal, que será entregue dia 31 de maio ao presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney. Naquele instante, a Dra. Lenise Garcia postou em seu twitter: “Prof. Marcelo defende a vida e faz destaques. Foi voto vencido. A comissão aprova a proposta pelo aborto no Brasil”. Recomeçava naquele momento, a nova batalha pela vida no campo legislativo nacional. Recentemente havíamos conseguido arquivar o PL 1135-91, rechaçado pelos deputados federais, em sintonia com o pensamento o sentimento do povo brasileiro, confirmado nas inúmeras pesquisas de opinião, demonstrando a crescente rejeição da população pela prática do aborto.
No dia anterior, chegamos bem cedo ao anexo III do Senado Federal, na Ala Alexandre Costa, onde ocorreu audiência pública em que os juristas apresentaram aos senadores os pontos principais das propostas de reforma do Código Penal, entre elas a flexibilização do aborto. Viemos com um grupo da Diocese de Luziânia(GO), capitaneada pelo valoroso padre polonês Pedro Stepien. Novamente me vi em caravana dentro de um ônibus, como a primeira vez em que havia ido a Brasília (em novembro de 2005, para uma votação do PL 1135-91). Rezamos o terço e cantamos. Comovente a voz daquelas mulheres entoando “Maria de Nazaré”: (“Em cada mulher que a terra criou / Um traço de Deus Maria deixou / Um sonho de Mãe Maria plantou / Pro mundo encontrar a paz”.1 Em assim o ônibus foi chegando à Espalanada dos Ministérios, percorrendo a Praça dos Três Poderes, enquanto as mulheres faziam ressoar com todo vigor sonoro: “Vida, Sim! Aborto,Não!”. E diante do Palácio do Planalto, não titubearam em dizer em voz alta e em uníssono: “Dilma-Herodes, Dilma-Herodes!”
Na Folha de São Paulo daquele dia internacional da mulher, um artigo de Talyta Carvalho dizia: “Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista”. E como mulher feminina e intelectual, disse que “a batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da ‘questão de gênero’ uma bandeira”.2 Mais uma vez, conversando com e com outro em Brasília, percebi a grande insatisfação da presidenta-chefona, durona, rolo-compressor, etc., que muitos pensam não demorar para explodir nas ruas o “Fora Dilma!” Imprensa, exército, Igreja, parlamentares, empresários, trabalhadores, não são poucos os descontentamentos, o que fez a jornalista de O Estado de São Paulo, Dora Kramer escrever sobre a “onda de contrariedade que há um ano se avoluma”.3 E tenta explicar dizendo que “por temperamento, inexperiência no ramo, falta de vocação ou tudo isso junto”, Dilma “infantiliza a relação com as pessoas”4, querendo impor pela força o que a maioria rejeita explicitamente. “O elemento novo é o estilo ríspido da presidente. Com sua maneira centralizadora, irritadiça, autossuficiente e impositiva de atuar”5, como mulher comprometida com a ideologia de gênero quer enfiar o aborto goela abaixo, daí o aval que deu a sua ex-colega de prisão Eleonora Menicucci ao dizer alto e em bom tom o que pensava acerca do direito ao aborto, e que irá fazer de tudo para legalizá-lo. A reforma do Código Penal faz parte da estrat égia da ofensiva pró-aborto deflagrada por suas declarações bombásticas.
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Hermes Rodrigues Nery
Mulheres pró-vida se manifestam em audiência pública com senadores
Às 12h17 do dia 9 de março, a comissão de juristas aprovou as propostas de flexibilização do aborto no anteprojeto de reforma do Código Penal, que será entregue dia 31 de maio ao presidente do Congresso Nacional, senador José Sarney. Naquele instante, a Dra. Lenise Garcia postou em seu twitter: “Prof. Marcelo defende a vida e faz destaques. Foi voto vencido. A comissão aprova a proposta pelo aborto no Brasil”. Recomeçava naquele momento, a nova batalha pela vida no campo legislativo nacional. Recentemente havíamos conseguido arquivar o PL 1135-91, rechaçado pelos deputados federais, em sintonia com o pensamento o sentimento do povo brasileiro, confirmado nas inúmeras pesquisas de opinião, demonstrando a crescente rejeição da população pela prática do aborto.
No dia anterior, chegamos bem cedo ao anexo III do Senado Federal, na Ala Alexandre Costa, onde ocorreu audiência pública em que os juristas apresentaram aos senadores os pontos principais das propostas de reforma do Código Penal, entre elas a flexibilização do aborto. Viemos com um grupo da Diocese de Luziânia(GO), capitaneada pelo valoroso padre polonês Pedro Stepien. Novamente me vi em caravana dentro de um ônibus, como a primeira vez em que havia ido a Brasília (em novembro de 2005, para uma votação do PL 1135-91). Rezamos o terço e cantamos. Comovente a voz daquelas mulheres entoando “Maria de Nazaré”: (“Em cada mulher que a terra criou / Um traço de Deus Maria deixou / Um sonho de Mãe Maria plantou / Pro mundo encontrar a paz”.1 Em assim o ônibus foi chegando à Espalanada dos Ministérios, percorrendo a Praça dos Três Poderes, enquanto as mulheres faziam ressoar com todo vigor sonoro: “Vida, Sim! Aborto,Não!”. E diante do Palácio do Planalto, não titubearam em dizer em voz alta e em uníssono: “Dilma-Herodes, Dilma-Herodes!”
Na Folha de São Paulo daquele dia internacional da mulher, um artigo de Talyta Carvalho dizia: “Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista”. E como mulher feminina e intelectual, disse que “a batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da ‘questão de gênero’ uma bandeira”.2 Mais uma vez, conversando com e com outro em Brasília, percebi a grande insatisfação da presidenta-chefona, durona, rolo-compressor, etc., que muitos pensam não demorar para explodir nas ruas o “Fora Dilma!” Imprensa, exército, Igreja, parlamentares, empresários, trabalhadores, não são poucos os descontentamentos, o que fez a jornalista de O Estado de São Paulo, Dora Kramer escrever sobre a “onda de contrariedade que há um ano se avoluma”.3 E tenta explicar dizendo que “por temperamento, inexperiência no ramo, falta de vocação ou tudo isso junto”, Dilma “infantiliza a relação com as pessoas”4, querendo impor pela força o que a maioria rejeita explicitamente. “O elemento novo é o estilo ríspido da presidente. Com sua maneira centralizadora, irritadiça, autossuficiente e impositiva de atuar”5, como mulher comprometida com a ideologia de gênero quer enfiar o aborto goela abaixo, daí o aval que deu a sua ex-colega de prisão Eleonora Menicucci ao dizer alto e em bom tom o que pensava acerca do direito ao aborto, e que irá fazer de tudo para legalizá-lo. A reforma do Código Penal faz parte da estrat égia da ofensiva pró-aborto deflagrada por suas declarações bombásticas.
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“Vocês estão rezando na cartilha, nos manuais das organizações internacionais que querem promover o aborto na América Latina. As senhoras não representam a mulher brasileira! É preciso dizer isso.”
Aborto legal é só um outro nome para impunidade. Esta nunca foi uma bandeira dos movimentos feministas, mas sempre foi o ideal de grandes organizações internacionais, as chamadas empreiteiras do aborto que, hoje, são bem representadas pela Fundação Ford, Rockefeller e McArthur.
No Dia Internacional da Mulher, na última quinta-feira, 08, essa mensagem caiu como uma bomba na Subcomissão Permanente em Defesa da Mulher, pela primeira vez! As senadoras e feministas financiadas por empreiteiras do aborto, tiveram que ouvir a mulher brasileira – e ficaram apáticas, sem saber o que dizer, porque sabiam que é tudo verdade.
Parabéns para a brasileira de verdade que faz o pronunciamento no vídeo registrado pela TV Senado. Gostaria muito que todos os blogueiros pró-vida repercutissem esse vídeo!
Mulher brasileira em primeiro lugar. Pela vida!
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por Pe. Anderson Alves (Presbíteros)
A Quaresma iniciou no Brasil e esse ano a Igreja Católica propõe como tema da “Campanha da Fraternidade” o lema “a fraternidade e saúde pública”. O objetivo da Igreja é de incentivar a reflexão e a participação social dos seus fieis e dos homens de boa vontade na defesa e na promoção da vida humana no nosso País.
Um tema que pode suscitar reflexões nessa Campanha é certamente o aborto que, segundo altos funcionários do nosso Governo, é uma questão de “saúde pública”. De fato, assim afirmou recentemente a sra. Eleonora Menicucci, que tomou posse há poucos dias como ministra da das Mulheres. Além disso, foi noticiado no Diário da União em 4 de outubro de 2010 que o Ministério da Saúde havia prorrogado um convênio com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio de Janeiro, para estudar mudanças na legislação brasileira sobre o aborto. O projeto chamava-se “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil” e vem sendo feito desde 2007 [i].
Essas notícias dão a muitos a sensação de que o direito à vida no Brasil está com seus dias contados. Provavelmente, em breve, cada brasileiro que nascer deverá ser considerado um sobrevivente, pois ficará privado de direitos e da proteção legal na fase mais delicada da sua vida.
Podemos nos perguntar: Quais seriam os motivos que levam a algumas pessoas a assumir tão radicalmente um compromisso com a despenalização e promoção do aborto? Analisemos alguns desses aqui com o fim de colaborar com algumas reflexões sobre esse tema.
1) A vontade popular? Há quem diga que a despenalização do aborto no Brasil seria algo querido pelo nosso povo, de modo que poderia ser considerado como uma conquista democrática. Será realmente assim? Vejamos alguns dados: no dia 08/10/2010 o Instituto Datafolha realizou uma pesquisa em todo o País sobre o tema [ii]. O resultado foi que 71% da nossa população pensa que a lei do aborto deve continuar como está. Em 1993 o índice de pessoas que diziam que a legislação deve continuar como estava era de 54%, em 1997 era de 55% e em 2006, 63%. Ou seja, quanto mais passa o tempo, mais o nosso povo se mostra contrário ao aborto, assim como ocorre em diversos países onde essa prática é legal. Há algum tempo atrás foi feita uma enquete na website do Senado Federal sobre o aborto dos anencéfalos. O resultado apontou que 61% se declara contrária a essa prática [iii]. O que tudo indica a rejeição ao aborto no nosso País cresce a cada ano num ritmo veloz e, infelizmente, com a mesma velocidade cresce o empenho de uma parte de nossos políticos em legaliza-lo.
2) Questão de saúde pública? Qual seria a base de tal afirmação? São as seguintes: a Federação Internacional de Planejamento familiar (IPPF) afirma que no Brasil existem cerca de 200.000 mulheres internadas todos os anos por complicações devidas ao aborto [iv], sendo o número de morte bastante elevado. De modo semelhante, a Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que na América Latina ocorrem anualmente 3.700.000 abortos ilegais e que 62.900 mulheres morrem em decorrência de complicações dos mesmos [v]. Além disso, na metade de fevereiro de 2012 tivemos a notícia de que o governo brasileiro foi questionado pela CEDAW (Comitê para a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres), órgão da ONU, por causa de 200.000 mulheres que morrem a cada ano no nosso País devido a abortos ilegais [vi].
Mas são verdadeiros esses números? Em primeiro lugar devemos saber que essas instituições não possuem nenhum hospital no Brasil e nenhuma equipe que recolha dados estatísticos nos hospitais brasileiros e latino-americanos. Na verdade, os únicos dados científicos que temos são os dados do DATASUS, do Ministério da Saúde. Esses dados provêm de cada caso clínico, já que o médico que atende é obrigado a marcar num relatório diário cada procedimento que realiza. Os últimos dados divulgados por esse organismo no Brasil são os de 2010 e mostram que naquele ano houve 1.358 mortes no Brasil em mulheres em idade fértil durante a gravidez, parto ou aborto [vii]. Em relação ao aborto, foram 83 mortes. (Em 1996 foram 146 e em 2004 foram 156). A “ministra das Mulheres” naquela reunião da ONU disse que o aborto estava entre as 5 causas de mortes de mulheres no Brasil; notícia essa negada pelo ministro da Saúde, Sr. Alexandre Padilha, que estimou em 1.800 mulheres ao ano o número de mulheres mortas nessas circunstâncias [viii]. Evidentemente, como bem observou a dra. Lenise Garcia [ix], se fosse verdade que 200.000 mulheres morrem ao ano no Brasil e que essa é a quinta causa de mortes entre mulheres, isso significaria ao menos 1 milhão de mulheres morrem por ano no Brasil e nossa população estaria entrando em processo de extinção, algo totalmente absurdo, basta conferir os dados do último Censo nacional.
É interessante notar que esses números do Brasil seriam menos de 0,02% dos dados da ONU para a América Latina. Há quem diga que esses dados são subnotificados para evitar complicações legais, mas isso é uma mentira desavergonhada, pois nesses dados não se inclui a ficha clínica do paciente e nenhum dos seus dados é vinculado ao procedimento realizado. Tais informações são meramente estatísticas e não servem de provas legais contra nenhum paciente.
Além disso, se o aborto fosse considerado “questão de saúde pública”, como se a gravidez fosse uma doença a ser eliminada, isso traria mais problemas ao nosso País do que soluções. Vejamos bem:
a) Em primeiro lugar porque isso exigiria do Estado a assistência às mulheres que quisessem abortar. De modo que se o aborto deixasse de ser considerado crime e passasse a ser um “direito do cidadão”, consequentemente se tornaria também um “dever do Estado” [x]. Isso implicaria um evidente aumento no custo com a saúde pública e, ao mesmo tempo, um desrespeito à consciência dos agentes de saúde que seriam obrigados a praticar o aborto, mesmo os que são contrários a tal prática. A consequência é que o pessoal do serviço médico deveria escolher entre fazer uma violência às suas consciências (para não ter que perder o emprego e o prestigio profissional); ou uma violência contra tantos seres humanos indefesos. De modo que se o aborto fosse considerado, injustificadamente, “questão de saúde pública” todo esse pessoal que estuda para salvar vidas, seria obrigado a praticar técnicas que só produzem morte e sofrimento.
b) Outro problema que o aborto causaria ao nosso serviço público de saúde pode ser o que atualmente acontece na Espanha, onde o aborto desde 2010 entrou na pasta dos serviços do Sistema Nacional de Saúde, que garantiria o aborto livre, universal e gratuito, como um “direito da mulher”. O que ocorre lá é que os hospitais públicos não realizam abortos, para não ter que fazer uma lista de “objetores de consciência”, o que colocaria em risco o “direito da mulher” ao aborto. Então a solução encontrada na Espanha foi encaminhar as mulheres a chamadas “clínicas” privadas (não são verdadeiras “clínicas” porque não se cura ninguém nesses lugares), que realizam o aborto, às custas dos impostos pagos pelos seus cidadãos. O triste resultado dessa medida é que as diversas “comunidades autônomas” da Espanha têm agora uma imensa dívida para com essas “clínicas”, o que causou inclusive uma greve. A dívida atualmente é de 4,9 milhões de euros e o Estado sofre grande dificuldade para pagá-la, devido à crise econômica que sofre aquele País. Essa penosa notícia diz ainda que aquelas dívidas “ameaçam o direito do aborto livre e gratuito na Espanha” [xi]. Agora imaginemos o que poderia ocorrer no Brasil se o aborto fosse considerado uma “questão de saúde pública”? Aconteceria que, na prática, o dinheiro dos nossos impostos serviria a financiar essa prática brutal e subtrairia preciosos recursos do SUS, que há anos funciona de modo bastante precário.
Esses dados demonstram que o aborto não é causa de “saúde pública” e, por sua vez, causa diversos problemas ao sistema sanitário. De fato, considerar o aborto como “questão de saúde pública” só é possível quando se aceita dados falsos ou manipulados. Legalizar o aborto no Brasil seria algo que contraria à imensa vontade da nossa população e ameaça a efetiva participação democrática. Além disso, essa prática demonstra um desrespeito desastroso às consciências das pessoas e, na prática, não serve para reduzir o número de abortos, algo que pode levar à falência ou a uma ainda maior precariedade o nosso SUS.
Pe. Anderson Alves, doutorando em Filosofia na Pontifícia Universidade da Santa Cruz, em Roma.
[i] No seguinte link pode ser consultado essa notícia: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=3&pagina=88&data=04/10/2010
[ii] Dados de pesquisa Datafolha e Vox Popoli, de 2010: http://www.ipco.org.br/home/noticias/vox-populi-82-da-populacao-e-contra-aborto
[iii] http://www.senado.gov.br/noticias/datasenado/enquetes.asp?ano=2010
[iv] http://www.ippf.org/en/News/Intl+news/Brazil+legislators+reject+abortion+reform.htm
[v] http://whqlibdoc.who.int/publications/2008/9789241546669_3_eng.pdf nesse link estão os dados da OMS sobre morte materna em decorrência de aborto “não seguro” (evidentemente o adjetivo “seguro” não se aplica às crianças, nesses casos). Os dados do Brasil estão juntos com os da América Latina (3.700.000 abortos “não seguros” anuais e 62.900 mortes maternas em decorrência dos mesmos).
[vi] Noticia da Globo, sobre Cedaw.
[vii] Os dados podem ser acessados em: http://tabnet.datasus.gov.br/cgi/tabcgi.exe?sim/cnv/mat10uf.def
[viii] http://oglobo.globo.com/pais/ministro-da-saude-contesta-dados-da-onu-sobre-abortos-no-brasil-4019839
[ix] Cfr. Artigo da dra. Lenise: http://brasilsemaborto.wordpress.com/tag/numeros-do-aborto/
[x] Conferir o artigo de Joel Nunes sobre o tema: http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20301
[xi] A notícia pode ser vista em: http://www.publico.es/espana/420507/el-impago-a-las-clinicas-pone-en-peligro-el-acceso-al-aborto
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A Canção Nova fez a cobertura da primeira audiência
pública sobre a reforma do Código Penal, em São Paulo. Dentre os
entrevistados está o professor Hermes Rodrigues Nery, Coordenador da
Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da
Diocese de Taubaté. Ele denuncia que a ONU pretende elevar o aborto à
condição de “direito humano” e explica que o verdadeiro direito humano, o
principal dentre todos, é o direito à vida. Eu concordo.
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A minha vida é do Mestre
Meu coração é do meu Mestre
O meu caminho é do Mestre
Minha esperança é meu Mestre
Meu coração é do meu Mestre
O meu caminho é do Mestre
Minha esperança é meu Mestre
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Ele está de volta: temido, perseguido e criminalizado, o “panfleto” que quase custou a eleição da primeira presidente pró-aborto do Brasil será novamente distribuído
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a devolução do documento da CNBB Sul-1 (São Paulo), apelidado maldosamente de “panfletos”. E agora? “A ideia é distribuir o folheto, possivelmente com um adendo mostrando sua legitimidade. O PT e a presidente Dilma Rousseff sempre vão dizer que são contra o aborto. Porém, o ato da nomeação da ministra Eleonora Menicucci [Mulheres, a favor da descriminalização do aborto] tem o significado contrário ao que dizem”, disse dom Luiz Bergonzini, bispo emérito de Guarulhos, à Folha de S. Paulo, em matéria publicada neste final de semana e reproduzida no blog Fratres in Unum.
Dom Bergonzini também nos brinda com uma análise muito importante sobre a estratégia do PT de utilizar a “Igreja” Universal para levar a legalização do aborto ao discurso evangélico – como se os evangélicos achassem a Universal o máximo… que erro de cálculo mais sem noção do Governo… ou não… vai $aber -. Ele explica essa e outras no artigo: O demônio fechou o quadrado: Dilma Rousseff, PT, Eleonora Menicucci e Edir Macedo
Todos pela vida e com o apoio e chancela da CNBB (Sul 1, São Paulo) e do TSE. Que bom né?
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Mulheres pró-vida em audiência pública: “Senadoras, vocês não representam as mulheres do Brasil!”
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ACI Digital: Anteprojeto de lei favorecendo o aborto e a eutanásia é aprovado por comissão de juristas em Brasília
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O encontro está marcado: daqui a mais ou menos tempo, a primeira mulher pró-aborto a governar o Brasil irá se encontrar publicamente com a verdade macabra que por ora lhe traz inimizades, tira-lhe votos e apoio político, como bem explicou Eliane Cantanhêde, na Folha de S. Paulo. O recado ela já deu ao nomear pessoalmente a militante extremista pró-aborto, Eleonora Menicucci, para a Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República e, por meio de seu Governo, escolher juristas que militam pela legalização do aborto para integrarem a comissão de reforma do Código Penal, como a promotora Luiza Nagib Eluf e do professor Luiz Flávio Gomes.
Antes de 2014, Dilma precisa resolver esse “problema” para não correr riscos como os da eleição de 2010, quando o tema aborto quase lhe custou tudo, não fosse a interferência de “religiosos” bem pagos para pôr panos quentes na questão. E na semana passada, a pressa em legalizar o aborto apareceu outra vez com a aprovação da proposta de uma ampliação da impunidade para o crime de aborto e de eutanásia no anteprojeto de reforma do Código Penal, durante audiência pública, em Brasília.
Proposta aprovada apesar do povo brasileiro que, por meio do Alô Senado, manifestou-se majoritariamente contrário à legalização, como informou o próprio site do Senado:
“O Alô Senado registrou um aumento significativo, nesta quarta-feira (7), do volume de manifestações sobre a descriminalização do aborto e da eutanásia. Os cidadãos se manifestaram, em sua maioria, contrários à liberação do aborto e da eutanásia. Para estes, o povo brasileiro é a favor da vida e, segundo eles, esta proposta desrespeita o posicionamento da sociedade.”
A Agência Senado e o jornal O Globo repercutiram a manifestação pró-vida ao registrarem, durante a audiência pública sobre a reforma do Código Penal, a participação de mulheres que cuidam de grávidas, em Brasília, e que são contrárias à instrumentalização da reforma para pavimentar o caminho para a legalização total do aborto.
O assunto mobilizou o cardeal arcebispo de São Paulo, Dom Odilo P. Scherer, que escreveu ao Estadão:
“Se há um problema de saúde pública a ser encarado, a solução não deveria ser a instrumentalização dessa tragédia humana para promover a legalização do aborto. Dar roupagem legal à tragédia curaria a dor e faria sossegar a consciência? Questão de saúde pública deve ser enfrentada com políticas voltadas para a melhoria da saúde e das condições de vida, e não para a promoção da morte seletiva.“
A posição do cardeal contrasta com a posição do secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, para o qual não seria o momento de discutirmos sobre a legalização do aborto. Infelizmente o secretário geral parece não entender a gravidade do problema apresentado de forma clara pelo arcebispo de São Paulo. Mas é possível dialogar com Dom Leonardo Steiner, como explica Jorge Ferraz em seu blog:
“Se agora – quando as discussões estão iniciando – não é o momento de se manifestar, quando é que vai ser, Excelência? Quando a hegemonia de pensamento for construída na base da repetição unânime do pensamento abortista sem que os seus adversários se apresentem porque Vossa Excelência “entende” (!) que não deve se manifestar agora? Quando é que a gente deve se manifestar, Dom Steiner? Depois que o aborto for aprovado? Depois que o caminho para a sua aprovação no Congresso já estiver todo pavimentado pelos subseqüentes pareceres favoráveis (um já foi dado!) apresentados exatamente nestes “momentos” em que Vossa Excelência prefere que fiquemos calados?”
O tempo está passando. O que é possível fazer? Entrar, urgentemente, em contato com os senadores do seu estado e, principalmente, com os senadores da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que são aqueles que poderão vetar o texto pró-aborto e pró-eutanásia da reforma do Código Penal, cuja lista segue ao fim do post.
Além disso importa informar as pessoas, de forma especial as lideranças que você conhece. Pode parecer incrível, mas há muita gente que não sabe a respeito da reforma do Código Penal e muito menos que estão querendo legalizar o aborto por meio dela – ok, eles dizem “ampliar os casos de aborto legal”, mas de fato o que querem é a legalização, uma vez que o texto “reformado” do Código garante que o aborto seja feito sem ser crime quando tão simplesmente a mãe argumentar desconforto psicológico… Ora… Isso é o mesmo que legalizar o aborto em qualquer momento da gestação à pedido da mulher, é o chamado “abortion on demand”, comum nos EUA, no Canadá e todos os países onde o aborto é *legalizado*.
***
Senadores da Comissão de Constituição e Justiça
Peça que eles vetem o texto da reforma do Código Penal que descriminaliza o aborto. Saiba mais!
EUNÍCIO OLIVEIRA (PMDB/CEARÁ)
TELEFONES: (61) 3303-6245
FAX: (61) 3303-6253
eunicio.oliveira@senador.gov.br
JOSÉ PIMENTEL (PT/CEARÁ)
TELEFONES: (61) 3303-6390/6391
FAX: 3303-6394
gab.josepimentel@senado.gov.br
PEDRO TAQUES (PDT/MATO GROSSO)
TELEFONES: (61) 3303-6550 e 3303-6551
FAX: (61) 3303-6554
pedrotaques@senador.gov.br
JORGE VIANA (PT/ACRE)
TELEFONES: (61) 3303-6366 e 3303-6367
FAX: (61) 3303-6374
jorgeviana.acre@senador.gov.br
ANTONIO CARLOS VALADARES (PSB/SERGIPE)
TELEFONES: (61) 3303-2201 e 3303-2206
FAX: (61) 3303-1786
antoniocarlosvaladares@senador.gov.br
INÁCIO ARRUDA (PCdoB/CEARÁ)
TELEFONES: (61) 3303-5791 e 3303-5793
FAX: (61) 3303-5798
inacioarruda@senador.gov.br
PEDRO SIMON (PMDB/RIO GRANDE DO SUL)
TELEFONES: (61) 3303-3232
FAX: (61) 3303-1304
simon@senador.gov.br
ROMERO JUCÁ (PMDB/RORAIMA)
TELEFONES: (61)3303-2111 e 3303-2117
FAX: (61) 3303-1653
romero.juca@senador.gov.br
VITAL DO RÊGO (PMDB/PARAÍBA)
TELEFONES: (61) 3303-6747
FAX: (61) 3303-6753
vital.rego@senador.gov.br
RENAN CALHEIROS (PMDB/ALAGOAS)
TELEFONES: (61) 3303-2261 e 3303-2263
FAX: (61) 3303-1695
renan.calheiros@senador.gov.br
LUIZ HENRIQUE (PMDB/SANTA CATARINA)
TELEFONES: (61) 3303-6446 e 3303-6447
FAX: (61) 3303-6454
luizhenrique@senador.gov.br
FRANCISCO DORNELLES (PP/RIO DE JANEIRO)
TELEFONES: (61)-3303-4229
FAX: (61) 3303-2896
francisco.dornelles@senador.gov.br
SÉRGIO PETECÃO (PSD/ACRE)
TELEFONES: (61) 3303-6706 e 3303-6713
FAX: (61) 3303-6714
sergiopetecao@senador.gov.br
AÉCIO NEVES (PSDB/MINAS GERAIS)
TELEFONES: (61) 3303-6049 e 3303-6050
FAX: (61) 3303-6051
aecio.neves@senador.gov.br
ALOYSIO NUNES FERREIRA (PSDB/SÃO PAULO)
TELEFONES: (61) 3303-6063 e 3303-6064
FAX: (61) 3303-6071
aloysionunes.ferreira@senador.gov.br
ALVARO DIAS (PSDB/PARANÁ)
TELEFONES: (61) 3303-4059 e 3303-4060
FAX: (61) 3303-2941
alvarodias@senador.gov.br
DEMÓSTENES TORRES (DEM/GOIÁS)
TELEFONES: (61) 3303-2091 e 3303-2099
FAX: (61) 3303-2964
demostenes.torres@senador.gov.br
ARMANDO MONTEIRO (PTB/PERNAMBUCO)
TELEFONES: (61) 3303-6124 e 3303-6125
FAX: (61) 3303-6132
armando.monteiro@senador.gov.br
GIM ARGELLO (PTB/DISTRITO FEDERAL)
TELEFONES: (61) 3303-1161 e 3303-1547
FAX: (61) 3303-1650
gim.argello@senador.gov.br
MAGNO MALTA (PR/ESPÍRITO SANTO)
TELEFONES: (61) 3303-4161 e 3303-5867
FAX: (61) 3303-1656
magnomalta@senador.gov.br
RANDOLFE RODRIGUES (PSOL/AMAPÁ)
TELEFONES: (61) 3303-6568
FAX: (61) 3303-6574
randolfe.rodrigues@senador.gov.br
Publicado em Aborto | 2 Comentários »
Atualização: Padre Paulo Ricardo se pronuncia sobre perseguição
***
Bênção pelo YouTube: Padre Paulo Ricardo movimenta multidões pela internet
300 + 2.847 + 10.000. O resultado dessa soma é um registro da quantidade de fiéis católicos reunidos, nesta semana, para apoiar padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, sacerdote da arquidiocese de Cuiabá (MT) que, no dia 27 de fevereiro, foi alvo de uma carta aberta difamatória assinada por 27 militantes marxistas que receberam o sacramento da ordem.
As manifestações de apoio ao padre começaram pelas redes sociais e, na quinta-feira, 08/03, em apenas uma hora, contabilizaram 2.847 menções importantes no Twitter de acordo com o site Analytics Topsy. A ferramenta informa o número e a influência de poderosas ações em 140 caracteres comuns em protestos políticos, na divulgação de marcas e em manifestações populares nas quais cada indivíduo com uma conta na rede Twitter expressa seu sentimento sobre um tema do momento.
Além das menções, no Twitter, 10 mil pessoas participaram de um abaixo-assinado, também eletrônico e pelo menos outras 300 estiveram reunidas, fisicamente, no Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho, em Cuiabá, para rezar pelo padre, o primeiro sacerdote católico a experimentar a força das redes sociais, no Brasil.
O padre que deixa as redes sociais em polvorosa, no país, não é nenhuma celebridade acostumada a dar autógrafos. Ele não canta, não é bonitão, nem escreve livros de auto-ajuda ou apresenta programas diários no rádio ou na TV. Padre Paulo Ricardo, um careca de aproximadamente 1,90m, é o que o Vaticano chama de “webpastor”, uma figura facilmente encontrável pelo Google, sempre presente no YouTube e, o mais importante, um homem de fácil diálogo com uma comunidade de fiéis que em nada se confundem com fãs à espera da próxima dose de emoção oferecida por seus artistas preferidos.
Os seguidores de padre Paulo Ricardo, termo comum à redes sociais, são hiperconectados à rede mundial de computadores, gostam de opinar, criticar, e rezar – alguns em latim, outros com o dom de línguas do Espírito Santo, outros com véu sobre a cabeça. A maioria desses seguidores é jovem, está preocupada com assuntos internos do catolicismo e reconhece no papa Bento XVI não somente a figura de um homem religioso, mas de um intelectual que não cansam de ouvir e citar em seus twitters, facebooks, contas de youtube e numerosos blogs – alguns até mesmo premiados em concursos nacionais.
O que é preciso para mobilizar mais de 10 mil pessoas em menos de uma semana, sem usar a mídia tradicional? O segredo de padre Paulo Ricardo passa por sua figura de liderança, mas está, principalmente, num valor comum ao mundo digital: a transparência. O que pode ser uma descoberta nova para a religião no ciberespaço já é praticado por muitas ONGs, empresas, governos e pessoas públicas.
Na religião, o que seria a transparência? A julgar pela mensagem do padre das redes sociais, neste caso transparência é assumir o discurso religioso sem receios do politicamente correto. Não que assumir sua própria identidade seja uma novidade para a religião católica, mas, não é difícil admitir que tanta música e conselhos de autoajuda estavam, ultimamente, personalizando demais a mensagem católica ao gosto do freguês.
Padre Paulo Ricardo, membro do Conselho Internacional de Catequese (Coincat), da Congregação para o Clero, uma espécie de Ministério do Vaticano para os Sacerdotes, puxou a tomada dos holofotes do politicamente correto e encarou o desafio da transparência. A julgar pela defesa ferrenha de seus milhares de seguidores e pela reação contrária, igualmente ferrenha, de seus poucos adversários: ele acertou.

***
Bênção pelo YouTube: Padre Paulo Ricardo movimenta multidões pela internet
300 + 2.847 + 10.000. O resultado dessa soma é um registro da quantidade de fiéis católicos reunidos, nesta semana, para apoiar padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, sacerdote da arquidiocese de Cuiabá (MT) que, no dia 27 de fevereiro, foi alvo de uma carta aberta difamatória assinada por 27 militantes marxistas que receberam o sacramento da ordem.
As manifestações de apoio ao padre começaram pelas redes sociais e, na quinta-feira, 08/03, em apenas uma hora, contabilizaram 2.847 menções importantes no Twitter de acordo com o site Analytics Topsy. A ferramenta informa o número e a influência de poderosas ações em 140 caracteres comuns em protestos políticos, na divulgação de marcas e em manifestações populares nas quais cada indivíduo com uma conta na rede Twitter expressa seu sentimento sobre um tema do momento.
Além das menções, no Twitter, 10 mil pessoas participaram de um abaixo-assinado, também eletrônico e pelo menos outras 300 estiveram reunidas, fisicamente, no Santuário Eucarístico Nossa Senhora do Bom Despacho, em Cuiabá, para rezar pelo padre, o primeiro sacerdote católico a experimentar a força das redes sociais, no Brasil.
O padre que deixa as redes sociais em polvorosa, no país, não é nenhuma celebridade acostumada a dar autógrafos. Ele não canta, não é bonitão, nem escreve livros de auto-ajuda ou apresenta programas diários no rádio ou na TV. Padre Paulo Ricardo, um careca de aproximadamente 1,90m, é o que o Vaticano chama de “webpastor”, uma figura facilmente encontrável pelo Google, sempre presente no YouTube e, o mais importante, um homem de fácil diálogo com uma comunidade de fiéis que em nada se confundem com fãs à espera da próxima dose de emoção oferecida por seus artistas preferidos.
Os seguidores de padre Paulo Ricardo, termo comum à redes sociais, são hiperconectados à rede mundial de computadores, gostam de opinar, criticar, e rezar – alguns em latim, outros com o dom de línguas do Espírito Santo, outros com véu sobre a cabeça. A maioria desses seguidores é jovem, está preocupada com assuntos internos do catolicismo e reconhece no papa Bento XVI não somente a figura de um homem religioso, mas de um intelectual que não cansam de ouvir e citar em seus twitters, facebooks, contas de youtube e numerosos blogs – alguns até mesmo premiados em concursos nacionais.
O que é preciso para mobilizar mais de 10 mil pessoas em menos de uma semana, sem usar a mídia tradicional? O segredo de padre Paulo Ricardo passa por sua figura de liderança, mas está, principalmente, num valor comum ao mundo digital: a transparência. O que pode ser uma descoberta nova para a religião no ciberespaço já é praticado por muitas ONGs, empresas, governos e pessoas públicas.
Na religião, o que seria a transparência? A julgar pela mensagem do padre das redes sociais, neste caso transparência é assumir o discurso religioso sem receios do politicamente correto. Não que assumir sua própria identidade seja uma novidade para a religião católica, mas, não é difícil admitir que tanta música e conselhos de autoajuda estavam, ultimamente, personalizando demais a mensagem católica ao gosto do freguês.
Padre Paulo Ricardo, membro do Conselho Internacional de Catequese (Coincat), da Congregação para o Clero, uma espécie de Ministério do Vaticano para os Sacerdotes, puxou a tomada dos holofotes do politicamente correto e encarou o desafio da transparência. A julgar pela defesa ferrenha de seus milhares de seguidores e pela reação contrária, igualmente ferrenha, de seus poucos adversários: ele acertou.
A cavalaria chegou
Vejam que fantástico! Não foi o Emerson que fez a charge acima. Alguém resolveu adaptar as charges e criar algo novo! Eu fico louco com isso… Risos. É o discurso sedimentado, enraizado, gerando vida por si só. Nem precisamos articular nada, pedir, organizar, combinar… Está fluindo!!! Deixamos de ser um movimento para ser, enfim, um acontecimento. =D
É, meus queridos… Somos o novo, o belo, o criativo, o colaborativo, o diálogo, a vida!! E nossa alegria ainda será completa, eu creio! Amém?
Falando algo compreensível agora: às 19h tem tuitaço #padrepauloricardo pra gente sambar coletivamente na cara desse pessoal do marxismo cultural, odioso e ultrapassado com o cheirinho mofético da década de 60, que vociferam ódio e perseguição contra pessoas de bem e padres católicos.
Imagine! Se eles fazem isso com um padre 100% de Deus, o que será que não estão fazendo com os leigos de suas comunidades? Eu gostaria muito de saber.
Fica atento, então, ao nosso tuitaço das 19h, horário de Brasília. Escreva uma frase de amor e paz em homanegem e solidariedade ao #padrepauloricardo. Vamos fazer uma celebração bem bonita!
É primavera em nossas vidas. Que assim seja!
Arrepiamos os pelinhos do carpete do Senado,
minha gente! Não houve debate algum sobre os crimes contra a vida e os
grupos abortistas sequer aproveitaram a data simbólica, Dia da Mulher,
para dar as caras na audiência. Mas o assunto fica pra amanhã,
sexta-feira. A mudança foi proposital devido às ligações ao Alô Senado 0800-612211
e a toda movimentação dos grupos pró-vida – que contaram inclusive com o
apoio da cantora Elba Ramalho que, pessoalmente, visitou os
parlamentares para explicar toda arapuca que os abortistas estão
armando. Infelizmente, no entanto, parece que amanhã não haverá
senadores no local. Brasília está pacificada! =D Por lá os odiosos não
têm vez, mas eles vão continuar tentando. Continue ligando para o Alô
Senado 0800-612211. Continue em oração. Obrigado. Juntos somos mais.
Stabat Mater dolorosa iuxta crucem lacrimosa dum pendebat Filius.
***
Neste dia da mulher há um pesar de todos nós sobre o Congresso Nacional quando, em audiência pública, em Brasília, discute-se a descriminalização do aborto e da eutanásia no novo Código Penal brasileiro que está sendo elaborado.
O Senado brasileiro instituiu em outubro de 2011 uma comissão para revisar o Código Penal brasileiro. Na comissão foram colocados juristas não apenas a favor da descriminalização do aborto, como também da eutanásia. E o que deveria ser uma reforma do Código Penal para solucionar os problemas de segurança do povo brasileiro, está se tornando o mais puro ativismo em favor da legalização do aborto.
Ofereço meu jejum deste dia para que os senadores peçam o afastamento da comissão para a revisão do Código Penal da promotora Luiza Nagib Eluf e do professor Luiz Flávio Gomes, juristas que absolutamente não representam a posição dos eleitores.
Advogados assumidamente pró-aborto, eles foram nomeados para a comissão que elabora um novo Código Penal. Sobre a posição da Dra. Luiza Nagib Eluf, a respeito da legalização do aborto, veja a seguinte entrevista: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/luiza-nagib-eluf-procuradora-de-justica-sou-favoravel-a-descriminalizacao-do-aborto/
Neste vídeo, Dr. Luiz Flávio Gomes defende a legalização do aborto livre e social, indicando os passos que o movimento abortista deve tomar para alcançar, no Brasil, este grande objetivo:
http://www.youtube.com/watch?v=lIzx8_HPIHA
Além disso, defende a legalização da eutanásia: http://www.lfg.com.br/public_html/article.php?story=2005030714252575
o anteprojeto do novo Código Penal abre caminho para deixar totalmente impune o filho que matar o pai a pretexto de eutanásia. Veja você mesmo as alterações que são propostas: http://www.documentosepesquisas.com/propostas-de-alteracao.pdf
Mulher, você pode fazer alguma coisa: ligue gratuitamente para o Alô Senado, 0800-612211, registre a sua vontade de que ninguém use uma reforma no Código Penal para legalizar o aborto no Brasil e peça, enfaticamente, que os senhores Luiz Flávio Gomes e Luiza Nagib Eluf sejam excluídos imediatamente da comissão que trata do novo Código Penal.
***
Neste dia da mulher há um pesar de todos nós sobre o Congresso Nacional quando, em audiência pública, em Brasília, discute-se a descriminalização do aborto e da eutanásia no novo Código Penal brasileiro que está sendo elaborado.
O Senado brasileiro instituiu em outubro de 2011 uma comissão para revisar o Código Penal brasileiro. Na comissão foram colocados juristas não apenas a favor da descriminalização do aborto, como também da eutanásia. E o que deveria ser uma reforma do Código Penal para solucionar os problemas de segurança do povo brasileiro, está se tornando o mais puro ativismo em favor da legalização do aborto.
Ofereço meu jejum deste dia para que os senadores peçam o afastamento da comissão para a revisão do Código Penal da promotora Luiza Nagib Eluf e do professor Luiz Flávio Gomes, juristas que absolutamente não representam a posição dos eleitores.
Advogados assumidamente pró-aborto, eles foram nomeados para a comissão que elabora um novo Código Penal. Sobre a posição da Dra. Luiza Nagib Eluf, a respeito da legalização do aborto, veja a seguinte entrevista: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/videos-veja-entrevista/luiza-nagib-eluf-procuradora-de-justica-sou-favoravel-a-descriminalizacao-do-aborto/
Neste vídeo, Dr. Luiz Flávio Gomes defende a legalização do aborto livre e social, indicando os passos que o movimento abortista deve tomar para alcançar, no Brasil, este grande objetivo:
http://www.youtube.com/watch?v=lIzx8_HPIHA
Além disso, defende a legalização da eutanásia: http://www.lfg.com.br/public_html/article.php?story=2005030714252575
o anteprojeto do novo Código Penal abre caminho para deixar totalmente impune o filho que matar o pai a pretexto de eutanásia. Veja você mesmo as alterações que são propostas: http://www.documentosepesquisas.com/propostas-de-alteracao.pdf
Mulher, você pode fazer alguma coisa: ligue gratuitamente para o Alô Senado, 0800-612211, registre a sua vontade de que ninguém use uma reforma no Código Penal para legalizar o aborto no Brasil e peça, enfaticamente, que os senhores Luiz Flávio Gomes e Luiza Nagib Eluf sejam excluídos imediatamente da comissão que trata do novo Código Penal.
Excelente: charge de Emerson Oliveira, do blog www.sentircomaigreja.blogspot.com
Ele sai fortalecido dessa. E agora temos 14 “memes” (por favor, me corrijam se há uma outra classificação para isso!) no meu Flickr. Coloquei imagens “relacionadas” também, que mesmo sem apresentar a foto do padre tocam em assuntos que ele é acostumado a falar. Clica pra ver a coleção: http://www.flickr.com/photos/68557669@N04/sets/72157629529410115/
Outras atualizações: William Murat, pela primeira vez, traz o tema religioso no blog Contra o Aborto e fala sobre a questão da carta aberta que mirou a pessoa de Pe. Paulo Ricardo. Jorge Ferraz, no Deus lo Vult, também fala do assundo e sugere que, respeitosamente, procuremos contato com os bispos de Mato Grosso para mostrar-lhes o bem que nosso padre nos faz.
No Facebook há o aviso de que haverá uma manifestação pública de apoio por parte dos leigos da arquidiocese de Cuiabá, dia 08/03, quinta-feira, às 13h, em frente à Mitra Arquidiocesana. A notícia foi “curtida” por 572 pessoas (quinhetas e setenta e duas) e compartilhada por 387 pessoas (trezentas e oitenta e sete pessoas). Bastante gente! Na maioria: jovens.
Padre Paulo Ricardo não é cantor, não é bonito, não fala mansinho, nem promove auto-ajuda em programas de TV ou em livros. Ele é só um padre que usa batina, a qual costuma chamar de sua mortalha.
O Brasil gosta de padres-padres, assim mesmo. A gente até se emociona e se diverte com padres mais populares, mais “sagrados” (no sentido de inalcançáveis, de virtudes construídas com um forte aparato de comunicação), mas quando é para levar a sério, na hora do vamos ver, tem que ser algo comum aos nossos valores mesmo, ao que entendemos ser um padre católico: alguém que nos diga o que fazer e que faça o que tem que ser feito.
Fazer o que né? O Brasil é assim. Não mudou em nada, só descobriu que não precisa ficar calado o tempo todo.
Publicado em Amizade | 4 Comentários »
Por Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz
Uma comissão de juristas que vem elaborando um anteprojeto de reforma do Código Penal pretende descriminar o aborto e a eutanásia. O atual artigo 128 do Código Penal, que começa com as palavras “não se pune” começaria por “não constitui crime” (essa mudança de redação é um antigo desejo abortista). O crime do aborto estaria excluído em diversas hipóteses, entre as quais risco “à saúde” (e não só “à vida”) da gestante, gravidez resultante de estupro, má-formação do bebê (anencefalia e outras) e também incapacidade psicológica de a gestante arcar com a maternidade (!).
A eutanásia, que hoje é uma espécie de homicídio (art. 121, CP), seria um crime à parte, com pequena muito pequena (detenção de dois a quatro anos) e com a possibilidade de o juiz deixar de aplicar a pena (!) de acordo com as circunstâncias.
Está agendada a primeira audiência pública dos juristas que compõem a Comissão de Reforma do Código Penal com os senadores da Comissão de Constitucionalidade, Justiça e Cidadania do Senado brasileiro para a quinta feira, dia 8 de março, às 08:30 no Anexo II do Senado brasileiro, na Ala Senador Alexandre Costa – Sala 3. Neste dia a Comissão de Reforma do Código Penal deverá prestar contas de seu trabalho aos senadores e poderão ser questionados pelos parlamentares.
Uma segunda audiência pública está agendada também, desta vez da Comissão de Reforma do Código Penal com o público em geral, para a sexta feira dia 09 de março de 2012, às 10:00, na sala 2 do Anexo II do Senado, na Ala Senador Nilo Coelho.
http://www.senado.gov.br/noticias/juristas-debatem-em-sao-paulo-reforma-do-codigo-penal.aspx?parametros=reforma+do+código+penal
O que podemos fazer?
“Solicito a Vossa Excelência que, no anteprojeto do novo Código Penal, não descrimine nem diminua a pena para o aborto e a eutanásia. O direito constitucional à vida deve ser respeitado“.
ou
“Como cidadão, manifesto minha desaprovação à tentativa de descriminar o aborto e a eutanásia na reforma do Código Penal. Os nascituros e os doentes devem ser respeitados”.
ou
“Peço que na reforma do Código Penal seja mantida a incriminação do aborto em todos os casos e não seja descriminada a eutanásia. A vida é um valor fundamental”.
Uma comissão de juristas que vem elaborando um anteprojeto de reforma do Código Penal pretende descriminar o aborto e a eutanásia. O atual artigo 128 do Código Penal, que começa com as palavras “não se pune” começaria por “não constitui crime” (essa mudança de redação é um antigo desejo abortista). O crime do aborto estaria excluído em diversas hipóteses, entre as quais risco “à saúde” (e não só “à vida”) da gestante, gravidez resultante de estupro, má-formação do bebê (anencefalia e outras) e também incapacidade psicológica de a gestante arcar com a maternidade (!).
A eutanásia, que hoje é uma espécie de homicídio (art. 121, CP), seria um crime à parte, com pequena muito pequena (detenção de dois a quatro anos) e com a possibilidade de o juiz deixar de aplicar a pena (!) de acordo com as circunstâncias.
Está agendada a primeira audiência pública dos juristas que compõem a Comissão de Reforma do Código Penal com os senadores da Comissão de Constitucionalidade, Justiça e Cidadania do Senado brasileiro para a quinta feira, dia 8 de março, às 08:30 no Anexo II do Senado brasileiro, na Ala Senador Alexandre Costa – Sala 3. Neste dia a Comissão de Reforma do Código Penal deverá prestar contas de seu trabalho aos senadores e poderão ser questionados pelos parlamentares.
Uma segunda audiência pública está agendada também, desta vez da Comissão de Reforma do Código Penal com o público em geral, para a sexta feira dia 09 de março de 2012, às 10:00, na sala 2 do Anexo II do Senado, na Ala Senador Nilo Coelho.
http://www.senado.gov.br/noticias/juristas-debatem-em-sao-paulo-reforma-do-codigo-penal.aspx?parametros=reforma+do+código+penal
O que podemos fazer?
Usar o “Alô Senado” 0800 61 22 11 e enviar uma mensagem aos senadores membros da Comissão de Constituição e Justiça.
- Por que o “Alô Senado” e não um mensagem eletrônica (e-mail)?
As mensagens eletrônicas são facilmente filtradas e descartadas. Uma mensagem do Alô Senado é sempre entregue ao gabinete do Senador.
- Quanto custa uma ligação para o Alô Senado?
A ligação é totalmente gratuita, de qualquer telefone, fixo ou celular.
- A quem enviar a mensagem?
Diga: “aos membros da Comissão de Constituição e Justiça”
- Que mensagem enviar?
“Solicito a Vossa Excelência que, no anteprojeto do novo Código Penal, não descrimine nem diminua a pena para o aborto e a eutanásia. O direito constitucional à vida deve ser respeitado“.
ou
“Como cidadão, manifesto minha desaprovação à tentativa de descriminar o aborto e a eutanásia na reforma do Código Penal. Os nascituros e os doentes devem ser respeitados”.
ou
“Peço que na reforma do Código Penal seja mantida a incriminação do aborto em todos os casos e não seja descriminada a eutanásia. A vida é um valor fundamental”.
Recebi por É o Carteiro! o vídeo em italiano e a tradução do post de Paolo Rodari
sobre entrevista com o exorcista de Roma, padre Gabriel Amorth. Vale a
pena ler e, para quem entender italiano, valerá a pena assistir o vídeo
acima.
Obrigado, É o Carteiro!
***
O Pe Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma, luta
todos os dias directamente com o diabo.
A sua experiência está contida no livro “O último exorcista”
escrito juntamento com o jornalista de Foglio, Paolo Rodari.
Numa entrevista em vídeo concedida a tempi.it , o padre Amorth
explica as razões do mal e como combatê-lo: “O diabo move-se na
dissimulação, evita ser descoberto porque Jesus diz no Evangelho:
“Quem não é comigo é contra mim “. Não há terceira via: quem não
está com Cristo é contra Cristo “.
Qual é a presa favorita do diabo?
“O diabo tenta todos, sem excepção. Na verdade quem tem mais
poder é uma presa tentadora para Satanás. Mesmo na hierarquia
da Igreja ninguém está a salvo da tentação e não descarto que
alguém tenha caído.
Mas não me escandalizo, porque a Igreja avança pela força da presença
de Cristo e sempre se fará sentir o odor de enxofre na casa do Senhor.
O diabo tenta as pessoas no topo, porque assim não pesca à linha,
mas pesca com rede: líderes governamentais, responsáveis da economia,
do desporto, do entretenimento e todos os sacerdotes; imagine-se como
lhe há-de interessar também o Vaticano, cume do antisatanismo”.
Um papel importante na luta contra Satanás assumiu o pontificado de
Karol Wojtyla, “O diabo disse-me um dia que João Paulo II era
péssimo, mas o Papa actual era pior. As palavras do diabo foram
um elogio para Bento XVI. “
O exorcista da diocese de Roma, sobre um diálogo com o diabo, relata:
“Se fôssemos visíveis aos olhos, escureceríamos o sol”, disse Satanás,
“mas – diz o padre Amorth – os anjos são muito mais, são milhões e
vencem a presença satânica. Nesta luta, devemos fazer a nossa parte.
Jesus claramente diz no Evangelho: precisamos de fé “.
O exorcista recomenda a aproximação ao sacramento da confissão:
“Os pecados, depois da Reconciliação, são destruídos, deixam de existir.
Acontece por vezes que o diabo, durante os exorcismos, diz a lista das
faltas das pessoas presentes, mas não pode dizer os erros já confessados,
porque deles já não há nenhum vestígio, Deus, na sua misericórdia, cancelou-os.”
Pubblicato su palazzoapostolico.it lunedì 5 marzo 2012
Obrigado, É o Carteiro!
***
O Pe Gabriele Amorth, exorcista da diocese de Roma, luta
todos os dias directamente com o diabo.
A sua experiência está contida no livro “O último exorcista”
escrito juntamento com o jornalista de Foglio, Paolo Rodari.
Numa entrevista em vídeo concedida a tempi.it , o padre Amorth
explica as razões do mal e como combatê-lo: “O diabo move-se na
dissimulação, evita ser descoberto porque Jesus diz no Evangelho:
“Quem não é comigo é contra mim “. Não há terceira via: quem não
está com Cristo é contra Cristo “.
Qual é a presa favorita do diabo?
“O diabo tenta todos, sem excepção. Na verdade quem tem mais
poder é uma presa tentadora para Satanás. Mesmo na hierarquia
da Igreja ninguém está a salvo da tentação e não descarto que
alguém tenha caído.
Mas não me escandalizo, porque a Igreja avança pela força da presença
de Cristo e sempre se fará sentir o odor de enxofre na casa do Senhor.
O diabo tenta as pessoas no topo, porque assim não pesca à linha,
mas pesca com rede: líderes governamentais, responsáveis da economia,
do desporto, do entretenimento e todos os sacerdotes; imagine-se como
lhe há-de interessar também o Vaticano, cume do antisatanismo”.
Um papel importante na luta contra Satanás assumiu o pontificado de
Karol Wojtyla, “O diabo disse-me um dia que João Paulo II era
péssimo, mas o Papa actual era pior. As palavras do diabo foram
um elogio para Bento XVI. “
O exorcista da diocese de Roma, sobre um diálogo com o diabo, relata:
“Se fôssemos visíveis aos olhos, escureceríamos o sol”, disse Satanás,
“mas – diz o padre Amorth – os anjos são muito mais, são milhões e
vencem a presença satânica. Nesta luta, devemos fazer a nossa parte.
Jesus claramente diz no Evangelho: precisamos de fé “.
O exorcista recomenda a aproximação ao sacramento da confissão:
“Os pecados, depois da Reconciliação, são destruídos, deixam de existir.
Acontece por vezes que o diabo, durante os exorcismos, diz a lista das
faltas das pessoas presentes, mas não pode dizer os erros já confessados,
porque deles já não há nenhum vestígio, Deus, na sua misericórdia, cancelou-os.”
Pubblicato su palazzoapostolico.it lunedì 5 marzo 2012
Publicado em Eu vi | 2 Comentários »
Ok, não sei se se chama meme isso! Mas quem
sabe? Em todo caso, contei seis banners, montagens, imagens referentes à
carta aberta com pedido de que padre Paulo Ricardo seja silenciado.
Para fins de registro, reuni-os e coloquei-os no Flickr: http://www.flickr.com/photos/68557669@N04/sets/72157629529410115/. E lembrando que quinta-feira, às 19h, haverá tuitaço, manifestação no Twitter, com a hashtag #padrepauloricardo.
No Facebook há uma página mantida por pessoas próximas ao padre. Para acessá-la, clique: https://www.facebook.com/pages/Padre-Paulo-Ricardo/169587043073535
No Google, a pesquisa por “padre paulo ricardo carta” retorna aproximadamente 453.000 resultados (0,27 segundos). A seguir alguns sites e blogs que repercutiram o assunto:
Amor mariano: Urgente! Padre Paulo Ricardo sofre com perseguições
Fim dos Tempos: Perseguição contra o Padre Paulo Ricardo
Ecclesia Una: Perseguição ao padre Paulo Ricardo
Dominus Vobiscum: Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão
Porta Fidei: Refutação da “Carta aberta dos clérigos de Cuiabá” contra o Padre Paulo Ricardo
Sentinela Católico: Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo
Fratres in Unum: Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo
No Facebook há uma página mantida por pessoas próximas ao padre. Para acessá-la, clique: https://www.facebook.com/pages/Padre-Paulo-Ricardo/169587043073535
No Google, a pesquisa por “padre paulo ricardo carta” retorna aproximadamente 453.000 resultados (0,27 segundos). A seguir alguns sites e blogs que repercutiram o assunto:
Amor mariano: Urgente! Padre Paulo Ricardo sofre com perseguições
Fim dos Tempos: Perseguição contra o Padre Paulo Ricardo
Ecclesia Una: Perseguição ao padre Paulo Ricardo
Dominus Vobiscum: Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão
Porta Fidei: Refutação da “Carta aberta dos clérigos de Cuiabá” contra o Padre Paulo Ricardo
Sentinela Católico: Perseguição do clero diocesano de Cuiabá contra o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo
Fratres in Unum: Padres do Regional Oeste II da CNBB se levantam contra Padre Paulo Ricardo
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Por amor e pela paz, assinemos o abaixo-assinado em solidariedade ao sacerdote
URGENTE! Solidarize-se com padre Paulo Ricardo participando do abaixo-assinado em apoio às suas ações evangelizadoras na arquidiocese de Cuiabá (MT), na TV Canção Nova, na internet e em todas os encontros e retiros que ele participa como palestrante. Para isso basta acessar o site http://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395
Alvo de quatro páginas de uma carta aberta assinada por religiosos, membros do clero arquidiocesano de Cuiabá e integrantes de outras dioceses mato-grossenses, o sacerdote é “denunciado” por criticar padres pedófilos, corruptos e dados à prostituição no clube Marxismo Cultural, com sede em várias cidades brasileiras.
A carta é endereçada a bispos, padres e povo de Deus, a CNBB, ANP, CNP, CRB, Regional Oeste II Estado de Mato Grosso CNBB e após caluniar padre Paulo Ricardo por fazer “uso ideológico da batina”, “por ser polêmico” e “por não votar em Dilma Rousseff” – mas eu também não voltei, oras! -, arremata com autoridade nenhuma:
“Solicitamos, portanto, de Vossas Excelências Reverendíssimas que Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior seja imediatamente afastado das atividades de magistério no Sedac e das demais atividades por ele desenvolvidas nas diversas instituições formativas sediadas na Arquidiocese e fora dela tais como direção espiritual de seminaristas, palestras, conferências e celebrações, pois não tem saúde mental para ser formador de futuros presbíteros. Pedimos também que seja afastado de todos os meios de comunicação social em todo e qualquer suporte, isto é, meios eletrônicos, meios impressos, mídias sociais e rede mundial de computadores.“
Um assassinato à liberdade de expressão, um assassinato aos direitos de cidadão e a seus direitos de sacerdote, um assassinato à vida pública de Pe. Paulo Ricardo. É o que pedem aqueles que assinam a carta aberta! E é direito deles fazê-lo, ainda que por meio de uma carta que divide a Igreja, que faz sofrer as pessoas que amam padre Paulo Ricardo. Uma carta que se empenha, tão simplesmente, em causar inimizades e intolerância entre os que amam Jesus Cristo!
Pra que isso? Fazer uma carta que foi pensada, trabalhada, que exigiu todo um esforço humano simplesmente para atacar um padre por motivo de opinião? O que que há com os autores dessa carta que não suportam quem pensa diferente deles? É bem sabido que a Igreja não é uma democracia, mas é um lar de liberdade: os que não a amam e que não concordam com ela têm toda liberdade para sair e fazer o que quiserem da própria vida.
O que me dói o coração é ver uma manifestação de ódio – porque escrever uma carta com quatro páginas falando mal de um padre só mesmo motivado por muito, muito, muito ódio – dessas contrária à liberdade de quem quer fazer o bem. Ora, o que tem de mais padre Paulo Ricardo não votar no PT? O que tem de mais ele dizer que padre usa batina e não camisa baby look? O que que tem, minha gente?
Qualquer um pode discordar de padre Paulo Ricardo, discordar de Cristo, discordar de Deus! Mas em nada uma discordância nos pode levar a discursos de ódio contra alguém. O que que é isso? Mas o que que é isso?
Nos solidarizemos com este homem que tanto bem tem feito a multidões que tem sede de conhecimento, justiça e verdade. Sabemos que ele é passível de erros, falhas e equívocos, mas isso não dá a ninguém o direito de promover ódio e divisões em nosso meio.
Acesse agora o site http://www.peticoesonline.com/peticao/em-apoio-ao-pe-paulo-ricardo-de-azevedo-junior/395 e vamos combater o ódio com o amor. Vamos mostrar que para cada página de ódio dessa carta aberta há milhares de pessoas amando este sacerdote, amando a liberdade de expressão e alegres por estarem na comunhão tão incentivada por padre Paulo Ricardo.
***
Leia no blog de Everth Queiroz: Perseguição ao padre Paulo Ricardo
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Para defender a vida da filha paralítica, Muwaji Suruwahá, mãe indígena, recusa-se a retornar para sua aldeia. Conselho Indigenista Missionário (CIMI) e Fundação do Índio (FUNAI) pressionam
Com toda razão, na última semana, ficamos perplexos ao saber que a dupla de biólogos “eticistas” das universidades de Melbourne e Milão, Francesca Minerva e Alberto Giubilini, defendem o infanticídio logo após o nascimento (aborto pós-nascimento, como eles dizem).
A defesa foi publicada em 23 de fevereiro, no site do Journal of Medical Ethics e desde então tem causado polêmicas repercutidas por vários jornais. No Brasil, as conclusões macabras dos “eticistas” foram assunto do editorial de Gazeta do Povo que tratou de esclarecer seus leitores a respeito da dignidade da pessoa humana: “No entanto, a dignidade e o direito à vida não dependem de uma suposta autoconsciência, mas derivam do próprio fato de se pertencer à espécie humana, o que ocorre logo no instante da fecundação: quando os gametas se unem, cria-se um indivíduo, com DNA indiscutivelmente humano e diferente daquele de seus pais. A partir desse momento, o embrião já merece proteção, pois é um indivíduo humano, qualidade que manterá até sua morte.”
Infelizmente o infanticídio parece não ser preocupação para organismos de inspiração católica, como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), e organismos do Governo Federal, como a Fundação do Índio (FUNAI). Esses organismos foram os principais responsáveis por esvaziar o projeto de lei 1057, de autoria do Deputado Henrique Afonso (PV – Acre), que visa a proteção da criança indígena contra sacrifícios humanos, como prevê a tradição persistente em cerca de 20 etnias indígenas brasileiras nos casos de índios nascidos com alguma deficiência ou no caso de irmãos gêmeos indígenas.
Chamado de Lei Muwaji, o projeto contra o infanticídio indígena classificava o “homicídio de recém-nascidos” como uma “prática nociva” e previa a possibilidade de processar servidores por omissão de socorro em aldeias. Por pressão da FUNAI e CIMI, o texto do projeto não tem mais esses termos e, em vez de punições contra servidores, prevê “oportunidades adequadas aos povos indígenas de adquirir conhecimento sobre a sociedade em seu conjunto” em casos de infanticídio, estupro e maus-tratos.
Assim foi aprovado ano passado, na Comissão de Direitos Humanos da Câmara – após quatro anos! -, mas falta ser aprovado no Congresso Nacional para que a lei, contra o infanticídio, entre em vigor.
Para saber mais sobre a Lei Muwaji, nome que se refere à índia Muwaji Suruwahá – mãe que fugiu de sua aldeia para proteger a vida da filha com paralisia cerebral -, visite o blog http://leimuwaji.blogspot.com/ e o site http://www.atini.org/.
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Quando descobri que o Jardim Botânico, cartão postal de Curitiba, era uma homenagem ao amor materno eu quis ajoelhar-me e rezar. Não era o certo a fazer diante de tão belo monumento à vida? Mas apenas sorri e vi as pessoas, todas elas, se encantarem quando liam a placa diante da escultura da mãe com o bebê, regada por uma fonte, no que talvez fosse o coração daquele imenso jardim. Por que nunca ouvi falar dessa homenagem? É tão significativa… Em especial nos nossos dias. Fiquei pensando quantos monumentos assim fariam bem à causa da defesa da vida.
Minha surpresa, em Curitiba, onde estive na última quarta e quinta-feira, foi maior ainda quando pude conversar pessoalmente – pela primeira vez – com o jornalista, Marcio Campos, blogueiro do premiado Tubo de Ensaio (blog sobre ciência e religião). Ele me apresentou a redação do principal jornal do Paraná, Gazeta do Povo, e contou-me sobre os editoriais pró-vida que o diário publicou em 2007 – ano em que este blog nascia. Um editorial é a voz do jornal, um espaço nobre onde o veículo se posiciona diante do século.
E nesse espaço Gazeta do Povo publicou “O valor da vida humana” (17/04/2007), “O início da vida” (16/04/2007), “A inconstitucionalidade do aborto” (15/04/2007). Recentemente o tema defesa da vida voltou ao editorial de Gazeta do Povo com “Posição de governo” (10/02/2012), sobre as tentativas de legalizar práticas de aborto no Brasil. É um orgulho para mim o jornalismo de excelência!
Atualização: Enquanto eu dormia… Um editorial denunciando o absurdo de “eticistas” defensores de infanticídio cometido logo após o nascimento. Proposta macabra (04/03/2012) é o título; mereceu post no blog do Jorge Ferraz. Viu só como não tava brincando quando citei “surpresa”? =)
Valorizar a vida provavelmente é a principal função da comunicação. Um templo para esse discurso eu encontrei ao visitar o famoso Ópera de Arame, teatro sem paredes no meio da vegetação típica, cascatas, lago artificial e animais. Foi um dos locais onde mais demorei! Andei devagar por tudo e fui parar num local com placas comemorativas, presas em rochas: registros de apresentações e reuniões importantes que já ocorreram por lá como espetáculos com Roberto Carlos, orquestras e trabalhos internacionais em prol do meio ambiente. É interessante ocupar-se com as coisas boas da vida assim, em meio a tanto verde. Invejei sem medidas o espaço e desejei que meu estado natal tivesse qualquer coisa parecida… Não há e somos o portal da Amazônia. Coisas do Brasil.
Tanta vida propiciou minha decisão por reavaliar a minha conduta e confessar-me. Procurei a Senhora dos Pinhais – que é o que significa o nome Curitiba – em sua catedral, que passa por reformas, mas não consegui receber o sacramento por lá e fui orientado a procurar os carmelitas das Mercês. Que ironia viver… Na Igreja de Nossa Senhora da Misericórdia, em pouco menos de cinco minutos, recomeçava outra vez.
Sem persistir no erro, sem burrice. Recomeçar é condição humana… Coisas que aprendi com professor Carlos Ramalhete, atualmente famoso colunista de jornal, em Curitiba, onde há vida. Vida em abundância. Espero voltar lá…
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A primeira mulher a beijar Elvis Presley nos cinemas, Dolores Hart, é atualmente madre superiora da Ordem Beneditina e há 50 anos vive em clausura, nos Estados Unidos. Ex-atriz, a freira esteve na premiação do Oscar, no último domingo, para prestigiar o documentário que conta a sua história de vida “God Is the Bigger Elvis” e que concorreu a uma estatueta – mas perdeu para o documentário Saving Face que denuncia mais uma loucura do mundo islâmico: a desfiguração de mulheres.
Dolores Hart entrou para o convento aos 25 anos de idade, na década de 60, após um convite de um amigo para que ela descansasse, depois de uma peça na Broadway, numa cabana no convento católico, Regina Laudis, em Connecticut, nos EUA. E ela não quis mais voltar à vida de estrela! As freiras, no entanto, não aceitarm a jovem de imediato: Dolores esperou três anos para ingressar na clausura.
Antes, ela terminou um noivado de cinco anos com o arquiteto inglês, Don Robinson – que jamais casou e morreu ano passado, logo após participar do documentário sobre a vida da freira e registrar que nunca encontrou outra mulher como Dolores.
Hollywood detestou a decisão daquela que era comparada à famosa Grace Kelly e não demorou para os tablóides da época noticiarem que Dolores fugia para um convento afim de dar a luz a um filho ilegítimo do cantor Elvis Presley. Ela guardou silêncio e durante entrevista ao jornal New York Times respondeu suscintamente: “Eles disseram isso. Mas quem me conhecia bem sabia que eu sempre fui muito católica…“
A história da atriz que virou freira poderia sequer ter existido. Dolores é fruto de uma gravidez não planejada de um casal adolescente de 16 e 17 anos (Bert Hicks e Harriett Hicks) que também se tornaram atores! A notícia da gravidez de sua mãe foi uma tragédia para a família. A avó de Dolores queria o aborto da neta.
Os pais de Dolores se divorciaram quando ela tinha apenas três anos de idade. Enviada para a casa dos avós, ela acabou indo estudar em uma escola católica e, aos 10 anos, converteu-se ao catolicismo.
Que história! “God Is the bigger Elvis” será exibido em abril, na HBO.
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Prof. Marcelo Barroso e Marcos Gregorio me
enviaram um novo relato sobre a audiência pública da semana passada
motivada pela reforma do Código Penal. Ele são representantes de duas
novas comunidades e também sentiram-se impelidos a nos contar como foi a
audiência que, eles relatam, terminou com ofensas ao Papa. No registro a
seguir pede-se também que oremos pelos militantes pró-aborto.
Audiência: Ouvir o Grito Silencioso?
Caros irmãos,
Partilhamos aqui o que ocorreu na ultima sexta-feira (24/02/2012) quando da realização da Audiência Pública sobre a Reforma do Código Penal, no Tribunal de Justiça de São Paulo, presidida pelo ministro Gilson Dipp, do STJ. Estávamos presentes nós, Marcelo Barroso, da Comunidade Totus Mariae, Marcos Gregório, da Missão Veritatis Mater, entre outros pouquíssimos católicos.
O evento, que deveria ser um espaço de manifestação pública e democrática a respeito dos DIVERSOS pontos de vista acerca das questões que estão sendo tratadas dentro da proposta de reforma do código, tratou-se de um verdadeiro festival de horrores em que estavam inscritos mais de 100 pessoas para falar, que na prática reduziu-se a cerca de 60, sendo que somente cerca de 7 se levantaram, de fato a favor da Vida, e dentre estas, apenas duas mulheres. No entanto, o que mais nos entristeceu foi vermos a ausência, algumas inscritas ou convidadas, de organismos propriamente católicos (a Comissão Brasileira Justiça e Paz, ligada à CNBB, bem como a Pastoral Carcerária, foram convidadas, mas simplesmente não compareceram). Falo isso, pois havia fortemente a presença das “famosas” Católicas pelo Direito de Decidir, dentre outros vários grupos e organizações feministas.
Desde já, expomos que nos arrependemos de não termos pedido o direito de falar no ato da inscrição, pois esperávamos por uma discussão de altíssimo nível, para a qual julgávamos não estar preparados. Mas o que vimos, na prática, com raras exceções, foi o baixíssimo nível de discussão, onde a maioria dos discursos se tornaram uma verdadeira apologia ao aborto e à cultura de morte, onde não faltaram números e informações falaciosas para justificarem seus argumentos.
Há outros relatos bem detalhados veiculados na internet, de dois amigos defensores da Vida, Fernando e Lorena (que conhecemos na audiência), esta última, uma corajosa mulher que se levantou para defender a Vida.
Acrescento a essas exposições, a constatação relevante do ódio exposto e escancarado pelas mulheres e homossexuais defensores da cultura de morte em relação à Igreja Católica, a Cristo e em última instância ao Papa Bento XVI.
É peculiar citar o último ato de selvageria constatado por nós. Foi no último instante, ao encerrar a audiência. Um bloco de militantes petistas, CUTs, ONGs feministas e etc…, saindo do Salão dos Passos Perdidos (sugestivo nome) bradando ofensas ao Papa Bento XVI.
Em que pese a indignação causada em nós católicos presentes, maior ainda é o sentimento de compaixão pelo desespero, ódio e dor estampado naqueles rostos que compunham e compõem o bloco dos anti-vida, anti-Cristo, anti-Papa.
Poderíamos estender o discurso para reivindicar a presença da Igreja “oficial”, dos religiosos pertencentes aos comitês pela Vida, por uma maior presença dos grupos pró-Vida (que reconhecidamente lutam bravamente no sacrifício) e destacar a necessidade de uma maior presença das mulheres católicas. Contudo, precisamos intensificar, sim, a oração pelas crianças e mães que sofrem o aborto, pela defesa da vida, pela alma dessas militantes, pela conversão do mundo, pela defesa da Igreja e de nosso amado Papa.
Por falar na defesa do Papa, é impressionante como os únicos a alegarem e se reportarem a questões religiosas foram justamente os grupos pró-aborto. Não que a componente religiosa ou transcendente tenha menor valor, mas percebe-se o desespero e apelação destes face as alegações a favor do aborto não encontrarem sustentação cientifica e nem dados estatísticos sérios que o fundamente, ou seja, não há como sustentar de forma honesta esta “bandeira social” diante da Verdade. É até um discurso ilógico, mas a audiência foi uma demonstração imensa de irracionalidade e de quanto o homem é capaz de se perder e se desesperar quando está distante d’Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Paz,
São Miguel rogai por nós e defendei-nos no Combate.
Nossa Senhora Auxiliadora, rogai por nós.
Marcelo e Marcos
Movimento “Tu és Pedro”
Audiência: Ouvir o Grito Silencioso?
Caros irmãos,
Partilhamos aqui o que ocorreu na ultima sexta-feira (24/02/2012) quando da realização da Audiência Pública sobre a Reforma do Código Penal, no Tribunal de Justiça de São Paulo, presidida pelo ministro Gilson Dipp, do STJ. Estávamos presentes nós, Marcelo Barroso, da Comunidade Totus Mariae, Marcos Gregório, da Missão Veritatis Mater, entre outros pouquíssimos católicos.
O evento, que deveria ser um espaço de manifestação pública e democrática a respeito dos DIVERSOS pontos de vista acerca das questões que estão sendo tratadas dentro da proposta de reforma do código, tratou-se de um verdadeiro festival de horrores em que estavam inscritos mais de 100 pessoas para falar, que na prática reduziu-se a cerca de 60, sendo que somente cerca de 7 se levantaram, de fato a favor da Vida, e dentre estas, apenas duas mulheres. No entanto, o que mais nos entristeceu foi vermos a ausência, algumas inscritas ou convidadas, de organismos propriamente católicos (a Comissão Brasileira Justiça e Paz, ligada à CNBB, bem como a Pastoral Carcerária, foram convidadas, mas simplesmente não compareceram). Falo isso, pois havia fortemente a presença das “famosas” Católicas pelo Direito de Decidir, dentre outros vários grupos e organizações feministas.
Desde já, expomos que nos arrependemos de não termos pedido o direito de falar no ato da inscrição, pois esperávamos por uma discussão de altíssimo nível, para a qual julgávamos não estar preparados. Mas o que vimos, na prática, com raras exceções, foi o baixíssimo nível de discussão, onde a maioria dos discursos se tornaram uma verdadeira apologia ao aborto e à cultura de morte, onde não faltaram números e informações falaciosas para justificarem seus argumentos.
Há outros relatos bem detalhados veiculados na internet, de dois amigos defensores da Vida, Fernando e Lorena (que conhecemos na audiência), esta última, uma corajosa mulher que se levantou para defender a Vida.
Acrescento a essas exposições, a constatação relevante do ódio exposto e escancarado pelas mulheres e homossexuais defensores da cultura de morte em relação à Igreja Católica, a Cristo e em última instância ao Papa Bento XVI.
É peculiar citar o último ato de selvageria constatado por nós. Foi no último instante, ao encerrar a audiência. Um bloco de militantes petistas, CUTs, ONGs feministas e etc…, saindo do Salão dos Passos Perdidos (sugestivo nome) bradando ofensas ao Papa Bento XVI.
Em que pese a indignação causada em nós católicos presentes, maior ainda é o sentimento de compaixão pelo desespero, ódio e dor estampado naqueles rostos que compunham e compõem o bloco dos anti-vida, anti-Cristo, anti-Papa.
Poderíamos estender o discurso para reivindicar a presença da Igreja “oficial”, dos religiosos pertencentes aos comitês pela Vida, por uma maior presença dos grupos pró-Vida (que reconhecidamente lutam bravamente no sacrifício) e destacar a necessidade de uma maior presença das mulheres católicas. Contudo, precisamos intensificar, sim, a oração pelas crianças e mães que sofrem o aborto, pela defesa da vida, pela alma dessas militantes, pela conversão do mundo, pela defesa da Igreja e de nosso amado Papa.
Por falar na defesa do Papa, é impressionante como os únicos a alegarem e se reportarem a questões religiosas foram justamente os grupos pró-aborto. Não que a componente religiosa ou transcendente tenha menor valor, mas percebe-se o desespero e apelação destes face as alegações a favor do aborto não encontrarem sustentação cientifica e nem dados estatísticos sérios que o fundamente, ou seja, não há como sustentar de forma honesta esta “bandeira social” diante da Verdade. É até um discurso ilógico, mas a audiência foi uma demonstração imensa de irracionalidade e de quanto o homem é capaz de se perder e se desesperar quando está distante d’Aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Paz,
São Miguel rogai por nós e defendei-nos no Combate.
Nossa Senhora Auxiliadora, rogai por nós.
Marcelo e Marcos
Movimento “Tu és Pedro”
Aborto não é crime contra a vida. O absurdo é proposto pelos movimentos financiados pela Fundação Ford, McArthur e demais organizações internacionais que há décadas tentam fazer com que o Brasil “avance” à caminho da legalização do aborto. Por mais de 20 anos eles tentaram aprovar o projeto de lei PL 1.135/91 na Câmara Federal e perderam. O projeto foi sepultado, ano passado, pela militância pró-vida com a participação da cantora Elba Ramalho.
A clamorosa derrota do PL 1.135/91 começou no dia 07 de maio de 2008, quando a Comissão de Seguridade Social e Família, na incrível votação de 33 a 0, decidiu pela sua improcedência. Com o término da legislatura, o PL foi a arquivo. Esgotado o prazo para que pudesse ser recuperado, morreu definitivamente em 2011
Antes da derrota a indústria do aborto já reconhecia ser impossível usar o Congresso Nacional para aprovar a legalização. Não é novidade! Por vias democráticas nunca qualquer país legalizou o aborto. Bem pagos para fazer do crime um direito, os funcionários da causa abortista resolveram copiar seus patrões e decidiram que o aborto seria legalizado via Supremo Tribunal Federal (STF). E o Brasil, pela primeira vez, ouviu falar em embriões humanos congelados.
Não era aborto, diziam. Eram embriões congelados que após três anos não serviam pra nada e seriam descartados. Ora, é claro que seriam descartados: não existe no Brasil uma lei sobre a reprodução assistida. Cada clínica de horrores dessas faz o que quer, inclusive estupros – você lembra de Abdelmassih, né? Mas é claro, o problema não seria a inexistência de uma legislação que bote ordem no chiqueiro, como seria óbvio pensar. O problema seria o desperdício desses embriões que poderiam muito bem ser destruídos para salvar vidas.
Né?
Um plano diabólico. Se se pode destruir embriões humanos mantidos em geladeiras de laboratórios, porque não se poderia destruir o embrião humano no útero? São os mesmos residentes, só muda o endereço. Estava claro que o STF iria declarar a constitucionalidade disso mesmo indo contra a legislação brasileira… E no dia após a decisão favorável à destruição de embriões já se poderia iniciar uma campanha pela legalização do aborto, afinal, houve ministro afirmando do alto de seu poder criador e redentor que pessoa humana é só aquela nascida com vida.
Os funcionários do aborto chegaram perto. Mas mesmo os ministros não se envolveram na questão como as fundações internacionais gostariam! E o aborto não ganhou o foco nas discussões e continuou crime. Bem pagos, os abortistas tentaram de novo e dessa vez propuseram a legalização do aborto de anencéfalos via STF. Mas aí nasceu a menina Marcela de Jesus e nunca mais o Supremo julgou o assunto – este ano parece que vai.
(Foto: Carol Guedes)
Um serviço terceirizado de mais de 20 anos e sem NENHUM avanço na era Lula. Agora, com Dilma, a coisa vai, eles esperam e veem na Reforma do Código Penal uma oportunidade a mais.
E chegamos aos nossos dias e ao recorte lá em cima onde se registra a proposta de legalizar o aborto nos casos de anencefalia (que, veja só, agora já dizem ser caso de aborto… mas até ano passado era “adiantamento do parto” – um avanço, eu diria!), em casos de “técnica de reprodução assistida” não consentida (ué… mas eram só embriões de laboratório… agora já é aborto legalizado?), no caso de bebê com síndrome de down (que na sugestão dos funcionários do aborto vem com o nome piedoso de “incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente”).
E não acabou aí. A última sugestão e a mais vil de todas… O caso: POR VONTADE DA GESTANTE. Enfim, a sinceridade! É que não interessa aos funcionários da indústria do aborto saber se o feto é anencéfalo, saber se tem síndrome de down, se foi por reprodução assistida não consentida… O que interessa é que o aborto seja legalizado em qualquer circunstância, desde que a gestante queira, bastando para isso uma ajuda do médico que deverá constatar – não se sabe como, quando, nem de que forma… apenas se sugere que o médico “constate” – que a gestante COM VONTADE DE ABORTAR não apresente condições psicológicas de arcar com a maternidade.
Sim, é um absurdo. Mas, de todo mal se pode tirar um bem maior…
Veja: se estão propondo que é necessário e urgente reformar o Código Penal para que aborto NÃO SEJA CRIME… Então o que se depreende disso? Pense rápido.
Que aborto é sim, CRIME, em qualquer circunstância tratada pelo Código Penal. Mas isso é óbvio! Se é Código Penal, então trata de crimes. Alguém já viu um código penal para dar direitos? Em outras palavras os próprios abortistas confessam, sem querer, que, no Brasil, INEXISTE circunstância em que aborto seja direito. É sempre crime, mesmo no caso de risco à vida da mulher, mesmo no caso de estupro.
Por que é então que se fala em “aborto legal nos casos previstos em lei”??
Se já é legal, então por que os pró-aborto querem “legalizar” mesmo nos casos já previstos em lei? Pois nas sugestões deles consta que NÃO É CRIME aborto em casos de estupro ou de risco de morte para a mãe. Por que essa preocupação?
É porque o Código Penal nunca disse que aborto deixa de ser crime em alguma hipótese, mas sempre fala que deixa der ser punível em determinadas situações. Assim como não é punível o roubo entre pais e filhos. Mas é crime!
Num mundo ideal os terceirizados da Fundação Ford e McArthur estão apostando todas as fichas num avanço que, se perderem, pode ser o maior retrocesso da vida deles. Se perderem, claro… Porque, num mundo ideal, a não aprovação dessas sugestões macabras de aborto POR VONTADE DA GESTANTE acaba apenas reforçando o verdadeiro sentido do Código Penal brasileiro: aborto é, em qualquer circunstância, crime.
E sendo assim, os serviços de “aborto legalizado” – um absurdo sem qualquer sustentação jurídica! – estariam com os dias contados. Isso num mundo ideal… Porque neste mundo aqui, infelizmente, as coisas dependem muito de vontade política. E mesmo que o aborto não seja legalizado com a reforma do Código, tudo fica como está. O mesmo engodo de sempre.
Em resumo é isso. Você que está chegando agora, seja bem-vindo! As boas notícias são que os abortistas estão envelhecendo e morrendo – alguns se convertendo e mudando de vida! -; a medicina evoluindo cada vez mais e provando que todo ser humano é sim pessoa; e que o Papa é Bento XVI e está voltando ao Brasil ano que vem.
Aperte o cinto. Temos muito o que viver.
***
Folha de S. Paulo: Proposta quer liberar aborto a mulher sem ‘condição psicológica’
Veja: O AI-5 dos Abortistas
Quando eu estava no ventre da minha mãe, ela sofreu um acidente que a deixou à beira da morte. O médico lhe disse: “Terás que abortar!”; e ela respondeu: “Abortar, eu?! Jamais!”. Ou seja, defendeu a vida, a minha vida. E graças a ela estou aqui.” – Roberto Gómez Bolaños (Chaves)Grava um vídeo bonito como o do Chaves, dando um breve depoimento pró-vida. Coloca no YouTube e concorra ao tercinho bracelete aí, ó:
Sim, é aquele que a Elba Ramalho usa.
Acho que nesta Quaresma não tem coisa melhor para incentivar-nos a rezar pelas mulheres que abortam, pelas almas dos bebês, rezar para que a cultura da vida prevaleça o quanto antes sobre a cultura da morte. Enfim, rezar e rezar!
Eu acredito que logo logo esses tercinhos vão estar à venda no Brasil, mas por enquanto só é possível adquiri-lo fazendo pedido internacional mesmo. Esse bracelete foi um presente da leitora Giseli Knak, que coordena o grupo de coroinhas da minha paróquia. Ela me deu o terço dos nascituros – o melhor presente que poderia receber neste período de quaresma, Giseli! – e ofereceu, generosamente, o bracelete para sortear aqui no blog.
Você quer ganhar? Faz o vídeo, concorre. É uma forma de divulgar a causa em defesa da vida e o que eu achar mais legal ganha o bracelete! Eu mesmo enviarei para você em qualquer lugar do Brasil. E para termos um prazo satisfatório: a promoção vale até o dia 15 de março. Acho que é tempo suficiente e não podemos demorar muito pois a Quaresma já começou. Não é mesmo?
É fácil ganhar: poucas pessoas se inscrevem nas promoções do blog!
Giseli, mais uma vez muito obrigado! E a você que vai mandar o vídeo: boa sorte!
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Prof. Hermes Rodrigues Nery apresenta o feto de 10 semanas na audiência pública sobre a reforma do Código Penal
Apontamentos sobre a audiência pública da reforma do Código Penal, realizada no Tribunal de Justiça de São Paulo, em 24 de fevereiro de 2012
Por Hermes Rodrigues Nery
O nome não podia ser mais sugestivo: Salão dos Passos Perdidos. “Tenebroso”, comentei com José Roberto, que me acompanhou no início da tarde de 24 de fevereiro, até o local aonde começaram a aglomerar pessoas para a audiência pública que iria debater o anteprojeto da reforma do Código Penal, que o relator ministro Gilson Dipp entregará ao Senado Federal, em 31 de maio próximo. Sentamos na 6ª fileira e ficamos aguardando. Aos poucos, o imponente salão foi se enchendo de advogados, estudantes, profissionais liberais, funcionários públicos, professores, magistrados, autoridades públicas, etc. E as feministas, muitas delas, por toda a parte, contentes com a recente nomeação da ministra Elionora Menicucci. Próximo de nós, sentaram-se alguns poucos pró-vidas, grupo minoritário que teria de se posicionar em meio às feras dilmistas: Dr. Hugo Barroso Uelze, de São Paulo; Adelice Godoy, de Campinas; Lorena Leandro, de Santos e Cel. Jairo Paes de Lira. E também Maria Célia Silva de Oliveira, Diogo Waki, Fernando Tossunian e Marcos Gregório Borges. De 100 inscritos, apenas 5 se posicionaram em defesa da vida.
Todos os que se pronunciaram – a esmagadora maioria dos presentes – estavam afinados com o discurso abortista. Foi um massacre, uma avalanche implacável. Todos os argumentos abortistas foram discorridos. Cada inscrito tinha teoricamente 3 minutos para expor seu pensamento. Como a imensa maioria era de representantes de OnGs abortistas, cada uma delas (porque eram sempre as feministas que faziam uso da palavra) falavam três, quatro, cinco, e até dez minutos cada, beneficiadas pela generosidade da mesa condutora da audiência pública. Uma a uma foram avançando, cada vez mais com ousadia. E o tema do aborto prevaleceu. Mais do que uma impressão, foi uma constatação: a audiência não foi para debater os tantos tópicos da reforma do Código Penal, mas para reunir todas as OnGs abortistas do País, todas juntas num único momento, para em voz uníssona, dizer ao relator do anteprojeto, que elas representavam a sociedade brasileira e queriam a legalização do aborto já.
Depois de 2 horas e meia de eufóricos e inflamados discursos pró-aborto, alguns deles em tom bem agressivo: “Ninguém vai nos impor a maternidade, somos donas do nosso próprio corpo!” E os magistrados presentes corroboravam: “O nosso Código Penal tem que acompanhar os avanços da sociedade!” Em seus impecáveis ternos e cabeleiras brancas, se sentiam gratificados com os aplausos efusivos das feministas. Eram homens bem-sucedidos, bem alinhados com a ideologia dos atuais donos do poder, muitos deles prestadores de serviços e até comissionados na administração pública. E não foram poucos a lembrar que estamos no século 21, e a lei deve acompanhar a modernização dos tempos.
A audiência pública foi uma overdose de apologia ao aborto como direito da mulher. A cada fala de uma delas, ouvia-se ressoar por todo o salão: “bravo! bravo!, viva!”, como num espetáculo de ópera. Uma após outra foi discorrendo: “Queremos que substituam o termo ‘gestante’ por mulher”, pois a hora e a vez agora é da mulher, da sua total emancipação”. E mais vivas ecoavam pelo plenário.
“… a libertação da mulher é o núcleo de toda atividade de libertação. Aqui se ultrapassou, por assim dizer, a teologia da libertação política com uma antropológica. Não se pensa apenas na libertação dos vínculos próprios ao papel da mulher, mas na libertação da condição biológica do ser humano”.1
A cada instante, ficava cada vez mais evidente a exiguidade de espaço para a afirmação da cultura da vida. Foi quando então, depois de muitas intervenções, o relator proferiu o meu nome, dando-me o uso da palavra. Afinal, eu estava inscrito e ele mesmo dissera no começo da audiência pública, que todos os que se inscreveram teria o direito de se pronunciar, no tempo de 3 minutos.
Assim que peguei o microfone, disse aos presentes de que depois de tantas exposições, enfim, teria de apresentar um posicionamento divergente. Ao que veio a primeira vaia. “Mas, graças a Deus, estamos numa democracia! Não é assim sr. ministro?”, pois ouvimos todos eles, fiz o apelo para que respeitassem a nossa posição, em nome daquilo que eles tanto dizem apreciar: a liberdade de expressão. Feito o pequeno preâmbulo e novamente em silêncio o plenário, tirei do meu paletó um bebê de 10 semanas, de gesso, e o ergui para a visão de todos ali presentes, indagando: “Quem defenderá o indefeso?
Emergiu então por todo o salão uma imensa vaia, algumas feministas, em estado de histeria, pediam: “Abaixo o feto!”, e houve um início de tumulto porque elas queriam nos impedir de entregar o bebê de 10 semanas ao relator do anteprojeto do Código Penal. Quando entreguei o feto nas mãos dele, prossegui: “Gostaria que Vossa Excelência visse o rosto dele, como já com 10 semanas o bebê já tem um rosto, uma identidade. Já é um ser humano.” E reforcei dizendo: “A vida deve ser protegida, amada e valorizada desde o seu início, na concepção, para que a proteção da vida seja de modo integral, para o bem de toda pessoa humana!” E destaquei com ênfase: “O direito a vida é o primeiro e o principal de todos os direitos humanos”, pois “colocar o direito ao aborto no catálogo dos direitos humanos seria contradizer o direito natural à vida, que ocupa um dos postos mais importantes em tal catálogo e é um dos direitos fundamentais”.2 Ressaltei a constatação científica do início da vida humana com a concepção e a ardilosidade do ministro do Supremo Tribunal Federal, Carlos Ayres Brito, em ter recorrido ao argumento jurídico da teoria natalista (ancorado no positivismo de Hans Kelsen) para justificar a proteção do ser humano somente depois do seu nascimento, por causa do mutismo consticuional sobre o “desde quando” a vida deve ser amparada. Meu pronunciamento portanto foi a de ser voz aos que não tem voz nem vez, aos que hoje estão sendo inteiramente desprezados e vítimas da pior de todas as violências, por aqueles que deveriam ser os primeiros a tutelá-los. E então, lembrei ao senador Eduardo Suplicy, que estava sentado próximo ao senador Aloysio Nunes, dizendo que no México, 18 estados daquele País incluiram o direito a vida desde a concepção em suas constituições estaduais, cujas iniciativas foram validadas pela Suprema Corte mexicana. “Estamos trabalhando para fazer o mesmo na Constituição do Estado de São Paulo”.
Não foi possível então continuar a minha fala, porque esgotaram-se os três minutos exatos concedidos, enquanto que outras feministas tiveram tempo muito maior para repetir à exaustão de que é preciso descriminalizar o aborto, não aceitando de modo algum o dado científico do início da vida humana com a fecundação, muito menos ainda qualquer recorrência de justificativa religiosa. “Chega de Deus!”, vociferou uma delas, com os punhos erguidos e olhos esbugalhantes.
Por mais de uma hora após a minha fala, outras líderes feministas vieram como rolo compressor para defender o direito ao aborto, o direito da mulher assassinar as crianças em seu ventre, no afã desmesurado pela nova matança dos inocentes. O ambiente ficou cada vez mais carregado de olhares raivosos e sentimentos hostis à defesa da vida, quando finalmente uma mulher pró-vida pode se manifestar. De modo sereno e seguro, Lorena Leandro expos as conseqüências danosas do aborto para a mulher, enquanto iradas, as feministas vaiavam com mais força. Também foram nos poucos três minutos.
Para ela, o que houve naquele Salão dos Passos Perdidos, foi “o triste espetáculo da velha ladainha sobre liberdade feminina. Não que as feministas não possam se superar. Houve indignação porque a mulher grávida é chamada de gestante. Uma mulher, com aparência claramente indígena, incluía-se no grupo ‘pobres e negras’ e reclamava do preconceito. Teve mulher estrangeira dando pitaco na legislação. Houve proposta de criminalizar o preconceito contra as mulheres que abortam (trocando em miúdos: coloquem quem for contra o aborto na prisão). Teve até defesa do infanticídio, e tudo isso temperado pela tão famigerada comparação: se não podemos abortar, então não comamos ovo, que estamos a matar o filho da galinha!” De fato, “ovo não é galinha”, foi o que gritou uma das feministas para justiticar que o embrião humano nada mais é que um amontoado de células. Dulce Xavier, a representante das “Católicas pelo Direito de Decidir” estava sorridente e também foi muito aplaudida, bem como outras líderes que se disseram católicas e defensoras dos direitos das lésbicas, da total autonomia das mulheres, “para que ninguém mais tenha que dizer a elas o que devem fazer”.
Mais duas vozes pró-vida se manifestaram: o Cel. Jairo Paes de Lira, ex-deputado-federal, também vaiado pelas feministas, mas que se manteve firme em sua posição. E também se pronunciou com ardor pró-vida, o advogado, Dr. Hugo Barroso Uelze, afirmando que “o anteprojeto do Código Penal é inconstitucional no que diz respeito ao aborto, porque a inviolabilidade do direito à vida é um conceito magno [art. 5º, caput e § 2º c./c. art. 60, § 4º, inciso IV da Constituição Federal (CF)] e que, por isso, não pode ser reduzido pelas definições legais – e, dentre elas, aquelas constantes do Código Penal ou de seu respectivo anteprojeto”. Enfim, tivemos outra voz feminina pró-vida: Adelice Godoy, de Campinas, que ainda em tempo destacou que a maioria do povo brasileiro é pela vida e contra o aborto. Houve um jovem advogado que chegou a tentar discorrer uma defesa da dignidade do embrião humano a partir do pensamento de Aristóteles, enquanto as feministas riam dele, mesmo assim ele conseguiu desenvolver seu raciocínio, mas assim que acabou sua fala, foi abraçado por uma delas que lhe disse: “Vem cá meu menino, preciso lhe ensinar algumas coisas!” E o levou até Dulce Xavier, e o rapaz ficou lá por algum tempo rodeado por elas, que certamente lhe disseram que ele estava equivocado naquela linha linha de raciocínio, e que se ele quisesse ter sucesso na sua carreira, teria logo que mudar o discurso e assumir a bandeira libertária.
A questão do aborto é ponta do iceberg. A estratégia de despenalizar o aborto em casos de anencefalia, é apenas o primeiro passo, para depois, num movimento crescente, chegar a sua completa legalização, até o 9º mês. Numa hora como esta, como cristãos, não podemos nos omitir nem nos calar. É sinal de bem-aventurança defender a causa do Reino até mesmo nos tribunais, diante dos poderosos. “O cristianismo ofecerá, de um modo novo, modelos de vida e apresentar-se-à outra vez, na desolação da existência técnica, como um lugar de uma verdadeira humanidade”.3 A história comprova que “é exigente o ideal cristão e, ao mesmo tempo, demonstra de maneira concreta e convincente que tal ideal não pode ser alcançado sem autêntico heroismo”.4 Ao sair da audiência pública lembrei-me de que “Herodes foi ardiloso”5 em sua decisão de massacrar “todas as crianças”.6 E que os primeiríssimos perseguidos foram os inocentes, como hoje são martirizados os fecundados e não nascidos, na tortura e crueldade mais atroz, no holocausto silencioso, a vitimar milhares de seres humanos, em todo o mundo. Por isso, por saber a quem defendemos e o que defendemos, continuaremos a militar em favor da vida, sendo voz dos que não tem voz nem vez, dos que estão impedidos do direito à vida, o primeiro e principal de todos os direitos humanos, motivado portanto por quem nos une e nos dá força: “para que todos tenham vida e a tenham em abundância!” (Jo 10, 10).
Hermes Rodrigues Nery é coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté. Especialista em Bioética, pós-graduado pela PUC-RJ.
Notas:
1. Joseph Ratzinger, O Sal da terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio, p. 108, Ed. Imago, 1997.
2. Alicja Grzeskowiak, Direito ao Aborto, no Lexicon – termos ambiguos e discutidos sobre família, vida e questões éticas, do Pontifício Conselho para a Família, p. 201; Edições CNBB, 2007.
3. Joseph Ratzinger, O Sal da terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio, pp. 103-104, Ed. Imago, 1997.
4. Stefano de Fiores e Tullo Goffi, Dicionário de Espiritualidade, Heroismo, Paulus, 2ª edição, 1993, p. 476.
5. Anna Catharina Emmerich, Santíssima Virgem Maria, Mir Editora, 2ª edição, 2004, São Paulo, p. 337.
6. Ibidem.
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Mais um relato sobre a audiência chegou pra mim.
Desta vez quem nos escreve é Lorena Leandro que, assim como o Fernando
FEA, também foi testemunha da ocasião. Lorena teve oportunidade de falar
a todos durante a audiência, um ato que considerou ser apenas o início
de sua luta em defesa da vida. Segue o relato corajoso!
***
O que vi da audiência pública sobre Crimes Contra a Vida
Lorena Leandro
Estive na Audiência Pública que ocorreu em São Paulo para discussão das mudanças no Código Penal com relação aos Crimes Contra a Vida. Minha motivação foram as mudanças propostas sobre a penalização do aborto. Gostaria, aqui, de contar o que vi.
Vi desprezo pela verdadeira democracia, em uma evidente manipulação para que os movimentos pró-aborto dominassem a sessão. Afinal, quais seriam as chances estatísticas de todos, eu disse TODOS, os grupos feministas e abortistas terem se inscrito primeiro do que os outros grupos, como me foi alegado? Chances maiores são de que, ou foram avisados antes de todos sobre a audiência, ou eles mesmos se mexeram para que tal audiência acontecesse.
Vi, portanto, o triste espetáculo da velha ladainha sobre liberdade feminina. Não que as feministas não possam se superar. Houve indignação porque a mulher grávida é chamada de gestante. Uma mulher, com aparência claramente indígena, incluía-se no grupo “pobres e negras” e reclamava do preconceito. Teve mulher estrangeira dando pitaco na legislação. Houve proposta de criminalizar o preconceito contra as mulheres que abortam (trocando em miúdos: coloquem quem for contra o aborto na prisão). Teve até defesa do infanticídio, e tudo isso temperado pela tão famigerada comparação: se não podemos abortar, então não comamos ovo, que estamos a matar o filho da galinha!
Foram horas de insanidade até que a primeira voz se pronunciasse contra o aborto, já com o plenário completamente esvaziado. Aí sim, ainda que vindos de poucas bocas, argumentos bem fundamentados começaram a surgir. O primeiro a falar foi o historiador e jornalista Hermes Rodrigues Nery, o primeiro também a (finalmente) citar um detalhezinho esquecido pelas feministas: o feto. Nery presenteou o ministro Dipp, moderador da mesa, com um modelo em tamanho real de um feto de 12 semanas. A indignação abortista foi geral: chegaram a dizer, com o ódio típico de quem despreza a vida, que se era para sair por aí distribuindo “fetinhos”, elas teriam levado fotos de mulheres ensaguentadas por decorrência do aborto. Sim, foi esse o nível da “discussão”.
O deputado Paes de Lira, apresentado por Dipp simplesmente como “ex-coronel”, e cuja fala aguardei ansiosamente, disse a maior verdade de todas: aquela mulherada gosta mesmo é de ditadura. Também falou um advogado em defesa da vida, indo contra todos os outros ditos advogados e médicos que defenderam, em nome da bioética e do direito, que feto não é gente.
Somente no fim da tarde tive minha chance de falar, ou de, pelo menos, tentar. Assim que me levantei, ouvi “essa aí deve ser pastora”, porque, para essa corja, ter religião é xingamento. Fui a PRIMEIRA mulher, em horas de falatório, a defender a vida. Não só a vida, como também o direito da mulher de obter informações sobre as graves sequelas do aborto. Isso despertou a ira do grupo, que se levantou e, como uma torcida organizada de futebol, vociferou em minha direção. O moderador foi obrigado a intervir para que eu pudesse continuar. Apresentei dados de estudos sérios sobre a relação do aborto e do câncer de mama, dos nascimentos prematuros e do aumento de doenças psicológicas e de suicídio entre mulheres que abortam. Aliás, os defensores da vida foram os únicos a citarem as fontes de todos os dados que apresentaram, diferentemente das feministas, que jogaram na nossa cara números fictícios a tarde inteira.
Além de mim, somente outra mulher esteve lá para defender a vida, e num depoimento emocionado e bonito, disse que a filha de 3 anos, ao olhar a imagem de um feto, já sabe dizer o que ele é: um bebê. Também me surpreendeu um rapaz bastante jovem que, numa fala muito bem estudada, citou até Aristóteles. Vê-se bem que o tipo de discurso pró-vida é muito superior àquele que nos incita à dieta sem ovo.
Mas é preciso falar, também, do que não vi. Alguém pode me dizer onde estavam os movimentos de defesa da vida? Também os representantes religiosos, onde se esconderam? Especialmente os católicos, num ano em que o tema da Campanha da Fraternidade é a saúde pública! NENHUM esteve presente na audiência. O que justifica essa ausência maciça? Se foi uma estratégia, peço que seja mudada! Incomoda-me ver que o mal sempre é mais organizado e articulado que o bem. Incomoda-me ver que os poucos defensores da vida presentes estavam decepcionados pela falta de liderança. Incomoda-me parecer que as mulheres brasileiras são representadas por aquela corja, aquela falsa maioria que certamente será noticiada na imprensa como sendo a grande defensora dos direitos da mulher.
Por isso mesmo fiz questão de estar lá, para provar que elas NÃO me representam. E tenho certeza, não representam a verdadeira sociedade brasileira. Foi um tapa na minha cara ver que poucos fizeram o mesmo. Mas também foi um tapa na cara das feministas ver que, lá mesmo, esses poucos começaram a se unir.
***
O que vi da audiência pública sobre Crimes Contra a Vida
Lorena Leandro
Estive na Audiência Pública que ocorreu em São Paulo para discussão das mudanças no Código Penal com relação aos Crimes Contra a Vida. Minha motivação foram as mudanças propostas sobre a penalização do aborto. Gostaria, aqui, de contar o que vi.
Vi desprezo pela verdadeira democracia, em uma evidente manipulação para que os movimentos pró-aborto dominassem a sessão. Afinal, quais seriam as chances estatísticas de todos, eu disse TODOS, os grupos feministas e abortistas terem se inscrito primeiro do que os outros grupos, como me foi alegado? Chances maiores são de que, ou foram avisados antes de todos sobre a audiência, ou eles mesmos se mexeram para que tal audiência acontecesse.
Vi, portanto, o triste espetáculo da velha ladainha sobre liberdade feminina. Não que as feministas não possam se superar. Houve indignação porque a mulher grávida é chamada de gestante. Uma mulher, com aparência claramente indígena, incluía-se no grupo “pobres e negras” e reclamava do preconceito. Teve mulher estrangeira dando pitaco na legislação. Houve proposta de criminalizar o preconceito contra as mulheres que abortam (trocando em miúdos: coloquem quem for contra o aborto na prisão). Teve até defesa do infanticídio, e tudo isso temperado pela tão famigerada comparação: se não podemos abortar, então não comamos ovo, que estamos a matar o filho da galinha!
Foram horas de insanidade até que a primeira voz se pronunciasse contra o aborto, já com o plenário completamente esvaziado. Aí sim, ainda que vindos de poucas bocas, argumentos bem fundamentados começaram a surgir. O primeiro a falar foi o historiador e jornalista Hermes Rodrigues Nery, o primeiro também a (finalmente) citar um detalhezinho esquecido pelas feministas: o feto. Nery presenteou o ministro Dipp, moderador da mesa, com um modelo em tamanho real de um feto de 12 semanas. A indignação abortista foi geral: chegaram a dizer, com o ódio típico de quem despreza a vida, que se era para sair por aí distribuindo “fetinhos”, elas teriam levado fotos de mulheres ensaguentadas por decorrência do aborto. Sim, foi esse o nível da “discussão”.
O deputado Paes de Lira, apresentado por Dipp simplesmente como “ex-coronel”, e cuja fala aguardei ansiosamente, disse a maior verdade de todas: aquela mulherada gosta mesmo é de ditadura. Também falou um advogado em defesa da vida, indo contra todos os outros ditos advogados e médicos que defenderam, em nome da bioética e do direito, que feto não é gente.
Somente no fim da tarde tive minha chance de falar, ou de, pelo menos, tentar. Assim que me levantei, ouvi “essa aí deve ser pastora”, porque, para essa corja, ter religião é xingamento. Fui a PRIMEIRA mulher, em horas de falatório, a defender a vida. Não só a vida, como também o direito da mulher de obter informações sobre as graves sequelas do aborto. Isso despertou a ira do grupo, que se levantou e, como uma torcida organizada de futebol, vociferou em minha direção. O moderador foi obrigado a intervir para que eu pudesse continuar. Apresentei dados de estudos sérios sobre a relação do aborto e do câncer de mama, dos nascimentos prematuros e do aumento de doenças psicológicas e de suicídio entre mulheres que abortam. Aliás, os defensores da vida foram os únicos a citarem as fontes de todos os dados que apresentaram, diferentemente das feministas, que jogaram na nossa cara números fictícios a tarde inteira.
Além de mim, somente outra mulher esteve lá para defender a vida, e num depoimento emocionado e bonito, disse que a filha de 3 anos, ao olhar a imagem de um feto, já sabe dizer o que ele é: um bebê. Também me surpreendeu um rapaz bastante jovem que, numa fala muito bem estudada, citou até Aristóteles. Vê-se bem que o tipo de discurso pró-vida é muito superior àquele que nos incita à dieta sem ovo.
Mas é preciso falar, também, do que não vi. Alguém pode me dizer onde estavam os movimentos de defesa da vida? Também os representantes religiosos, onde se esconderam? Especialmente os católicos, num ano em que o tema da Campanha da Fraternidade é a saúde pública! NENHUM esteve presente na audiência. O que justifica essa ausência maciça? Se foi uma estratégia, peço que seja mudada! Incomoda-me ver que o mal sempre é mais organizado e articulado que o bem. Incomoda-me ver que os poucos defensores da vida presentes estavam decepcionados pela falta de liderança. Incomoda-me parecer que as mulheres brasileiras são representadas por aquela corja, aquela falsa maioria que certamente será noticiada na imprensa como sendo a grande defensora dos direitos da mulher.
Por isso mesmo fiz questão de estar lá, para provar que elas NÃO me representam. E tenho certeza, não representam a verdadeira sociedade brasileira. Foi um tapa na minha cara ver que poucos fizeram o mesmo. Mas também foi um tapa na cara das feministas ver que, lá mesmo, esses poucos começaram a se unir.
Passados 60 anos do governo tirânico fascista da
Itália, agora é a vez do Brasil ter seus padres e teólogos da corte,
serviçais que reeditam o trabalho de bajulação da elite governante.
Clérigos fascistas “reloaded”. Querem a legalização do aborto, a
agilidade do divórcio, a pervessão dos filhos de nossa Pátria.
Padre Paulo Ricardo, que vai se dar mal em breve, se envergonha desses teólogos e conta que já passaram de todos os limites. É verdade. É tudo verdade. Eu realmente queria saber qual é o santo de padre Paulo Ricardo! Esse santo é forte. Reparem que não há qualquer arranhão no rosto do padre, a integridade física dele está bem mantida.
Até agora. É que no vídeo acima o padre incita à desobediência civil. Sim, eu tomei um susto! É óbvio que ele está certo e que essa é a coisa certa a se fazer. Mas ele precisava mesmo atrair para si inimigos de peso? Sim, padre Paulo Ricardo não apenas perdeu a noção do perigo como vai se dar mal.
Mas estou com ele mais uma vez. E você?
Padre Paulo Ricardo, que vai se dar mal em breve, se envergonha desses teólogos e conta que já passaram de todos os limites. É verdade. É tudo verdade. Eu realmente queria saber qual é o santo de padre Paulo Ricardo! Esse santo é forte. Reparem que não há qualquer arranhão no rosto do padre, a integridade física dele está bem mantida.
Até agora. É que no vídeo acima o padre incita à desobediência civil. Sim, eu tomei um susto! É óbvio que ele está certo e que essa é a coisa certa a se fazer. Mas ele precisava mesmo atrair para si inimigos de peso? Sim, padre Paulo Ricardo não apenas perdeu a noção do perigo como vai se dar mal.
Mas estou com ele mais uma vez. E você?
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O que está acontecendo: os abortistas estão aproveitando a reforma do Código Penal Brasileiro para legalizarem o aborto, excluindo do texto do Código qualquer criminalização do “procedimento” que mata o ser humano mais indefeso.
Defendendo a legalização do aborto, militantes feministas e homossexuais (em suma: militantes da ideologia de gênero) marcaram presença na primeira audiência pública – organizada ontem, na capital paulista – sobre a reforma do Código. Havia 100 inscritos para fazer uso da palavra e apenas quatro pró-vidas se manifestaram na ocasião, sendo vaiados e sofrendo intimidações morais por parte da militância pró-aborto.
Para enviar sugestões à Comissão de Juristas para elaborar anteprojeto de Código Penal, que a princípio visa unificar toda a legislação especial, acesse: http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/codigo_penal.asp
Abaixo segue um relato da audiência pública, gentilmente encaminhado por Fernando FEA – e aqui estão fotos que ele tirou: galeria de imagens audiência pública.
***
Uma brilhante audiência pública em defesa da vida!
Fernando FEA

Se você foi à Audiência Pública promovida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça de São Paulo, Gilson Dipp, ocorrida às 14h do dia 24 de fevereiro de 2012 num salão do Palácio da Justiça sugestivamente chamado de “Salão dos Passos Perdidos”, deve estar estranhando um pouco o título desse texto.
Isso porque o que se viu lá, ao invés de uma efetiva Audiência Pública sobre a reforma do Código Penal Brasileiro de 1940, com ampla participação de diversos setores da sociedade e apresentação de argumentos, foi o seguinte: uma espantosa ausência de representantes da sociedade civil convidados a opinar sobre o assunto, e uma presença maciça de militantes pró-homossexualidade que cumpriram muito bem seu papel de minoria barulhenta ao monopolizar a palavra e baixar o nível da audiência até onde foi possível.
Antes que alguém diga o contrário, não se pode dizer que mais essa Audiência Pública foi representativa da sociedade brasileira (como descaradamente mentiu o Partido dos Trabalhadores ao divulgar seu PNDH-3 recentemente). Das cerca de 100 pessoas inscritas ou convidadas para serem ouvidas, quase metade faltou, uns 10% dos presentes apenas se fizeram notar presentes sem dar qualquer opinião e elogiaram a iniciativa do STJ(talvez para justificar seus salários pagos pelo público!), 36% eram homossexuais ou simpatizantes e 4% eram pessoas que falaram a favor da vida. Evidentemente, a imensa população paulistana estava trabalhando no dia e horário da audiência, e nem sequer deve ter tido conhecimento de sua realização.
Embora a proposta do encontro fosse ouvir a população sobre crimes contra a vida em geral, logo houve uma já esperada polarização do assunto em torno do tema aborto, tema na verdade já traiçoeiramente ressuscitado pelo atual governo, visto que a proposta de nova redação do código penal dá margem à ampla e irrestrita prática desse flagelo. Como se não bastasse mais essa manobra política (propor a necessária reforma do código penal apenas quando o atual partido tem maioria no Congresso) para atropelar a vontade da população e reabilitar o tema do aborto (a outra manobra nesse sentido foi a aprovação da união homossexual pelo STF, interpretando a Constituição – e a própria língua portuguesa – conforme os desígnios do PT), o que se viu na Audiência Pública foi um show de horrores.
De um lado, advogando por uma cultura da morte, ouviram-se discursos inflamados; histerias individuais e coletivas; evidentes casos de rancores pessoais não resolvidos contra “homens” (sim, “homens” em geral, simplesmente por serem do sexo masculino!); desrespeito àsopiniões contrárias, interrompendo as falas alheias para vaiar ou xingarde “fascistas” e“homofóbicos” os (na visão dessas pessoas) “inimigos”; e mais uma série de absurdos que nem vale a pena comentar. As manifestações foram tão abusivas e inoportunas que motivaram o próprio ministro Gilson Dipp a intervir várias vezes pedindo que a patota militante mantivesse um mínimo de decoro no recinto e tendo inclusive de ameaçar retirá-la do local caso continuasse com a algazarra.
Do outro lado, as cerca de 4 pessoas que falaram pela vida (ainda que representando a indiscutível maioria dos brasileiros, pareceu uma minoria!)houveram-se muito bem. O professor Hermes Rodrigues Nery, professor, jornalista e político em São Bento do Sapucaí, além de compartilhar com os presentes a experiência da defesa da vida no México, em que os estados conseguiram blindar, um a um, através das Constituições estaduais, o aborto (iniciativa que está sendo repetida em São Paulo – http://www.saopaulopelavida.com.br/), provocou alvoroço ao dar de presente ao ministro Dipp um bebezinho em gesso construído em escala real e representando um feto de 3 meses. É que para pessoas materialistas é muito difícil esconder a prova material de um crime…
Outra testemunha em favor da vida, ainda que não estivesse presente, deu provas incontestáveis de que feto é uma vida humana: refiro-me a uma criança de três anos, cuja mãe, cidadã comum que quis falar a favor da vida humana, citou. A menininha, ao ver o boneco de gesso, imediatamente disse: “Olha, mãe, um bebezinho!”. Curiosos tempos em que crianças de 3 anos de idade ensinam valores nobres a militantes homossexuais de mais de 60!
Ok. Mas… tratando-se de uma audiência pública, e os argumentos?
Os nenhuns de sempre: (1) direito ao próprio corpo (afinal, o que é o corpinho do bebê, não é mesmo?), (2) decisão exclusiva da mulher (agora, é o homem que não existe!), (3) imposição machista da maternidade (como? Os homens inventaram o útero?), (4) estado laico (que elogio identificar a defesa da vida com a fé: agradecidos! Mas também há gente sem religião que concorda com a gente sobre a maldade de matar bebês), (5) os 1 milhão de mortes de mulheres por ano (1 milhão? Nada mal… um número apenas cerca de 33.300 vezes maior que as estatísticas oficiais medidas há 16 anos, e é sabido que abortistas mentem no mundo todo para dizer que a promoção da morte “é questão de saúde pública”), (6) mulher rica aborta com segurança, enquanto mulher pobre morre (como se ter dinheiro tornasse assassinato algo digno).
Enfim, em qualquer diálogo sério, os advogados da morte jamais conseguiriam sequer provar que merecem ser ouvidos. Mas o que se viu na audiência pública não foi um diálogo: foi só a conhecida grita dos que por algum motivo estão descontentes com a vida e precisam fazer barulho para tentar obter paz.
Defendendo a legalização do aborto, militantes feministas e homossexuais (em suma: militantes da ideologia de gênero) marcaram presença na primeira audiência pública – organizada ontem, na capital paulista – sobre a reforma do Código. Havia 100 inscritos para fazer uso da palavra e apenas quatro pró-vidas se manifestaram na ocasião, sendo vaiados e sofrendo intimidações morais por parte da militância pró-aborto.
Para enviar sugestões à Comissão de Juristas para elaborar anteprojeto de Código Penal, que a princípio visa unificar toda a legislação especial, acesse: http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/codigo_penal.asp
Abaixo segue um relato da audiência pública, gentilmente encaminhado por Fernando FEA – e aqui estão fotos que ele tirou: galeria de imagens audiência pública.
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Uma brilhante audiência pública em defesa da vida!
Fernando FEA
Se você foi à Audiência Pública promovida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça de São Paulo, Gilson Dipp, ocorrida às 14h do dia 24 de fevereiro de 2012 num salão do Palácio da Justiça sugestivamente chamado de “Salão dos Passos Perdidos”, deve estar estranhando um pouco o título desse texto.
Isso porque o que se viu lá, ao invés de uma efetiva Audiência Pública sobre a reforma do Código Penal Brasileiro de 1940, com ampla participação de diversos setores da sociedade e apresentação de argumentos, foi o seguinte: uma espantosa ausência de representantes da sociedade civil convidados a opinar sobre o assunto, e uma presença maciça de militantes pró-homossexualidade que cumpriram muito bem seu papel de minoria barulhenta ao monopolizar a palavra e baixar o nível da audiência até onde foi possível.
Antes que alguém diga o contrário, não se pode dizer que mais essa Audiência Pública foi representativa da sociedade brasileira (como descaradamente mentiu o Partido dos Trabalhadores ao divulgar seu PNDH-3 recentemente). Das cerca de 100 pessoas inscritas ou convidadas para serem ouvidas, quase metade faltou, uns 10% dos presentes apenas se fizeram notar presentes sem dar qualquer opinião e elogiaram a iniciativa do STJ(talvez para justificar seus salários pagos pelo público!), 36% eram homossexuais ou simpatizantes e 4% eram pessoas que falaram a favor da vida. Evidentemente, a imensa população paulistana estava trabalhando no dia e horário da audiência, e nem sequer deve ter tido conhecimento de sua realização.
Embora a proposta do encontro fosse ouvir a população sobre crimes contra a vida em geral, logo houve uma já esperada polarização do assunto em torno do tema aborto, tema na verdade já traiçoeiramente ressuscitado pelo atual governo, visto que a proposta de nova redação do código penal dá margem à ampla e irrestrita prática desse flagelo. Como se não bastasse mais essa manobra política (propor a necessária reforma do código penal apenas quando o atual partido tem maioria no Congresso) para atropelar a vontade da população e reabilitar o tema do aborto (a outra manobra nesse sentido foi a aprovação da união homossexual pelo STF, interpretando a Constituição – e a própria língua portuguesa – conforme os desígnios do PT), o que se viu na Audiência Pública foi um show de horrores.
De um lado, advogando por uma cultura da morte, ouviram-se discursos inflamados; histerias individuais e coletivas; evidentes casos de rancores pessoais não resolvidos contra “homens” (sim, “homens” em geral, simplesmente por serem do sexo masculino!); desrespeito àsopiniões contrárias, interrompendo as falas alheias para vaiar ou xingarde “fascistas” e“homofóbicos” os (na visão dessas pessoas) “inimigos”; e mais uma série de absurdos que nem vale a pena comentar. As manifestações foram tão abusivas e inoportunas que motivaram o próprio ministro Gilson Dipp a intervir várias vezes pedindo que a patota militante mantivesse um mínimo de decoro no recinto e tendo inclusive de ameaçar retirá-la do local caso continuasse com a algazarra.
Do outro lado, as cerca de 4 pessoas que falaram pela vida (ainda que representando a indiscutível maioria dos brasileiros, pareceu uma minoria!)houveram-se muito bem. O professor Hermes Rodrigues Nery, professor, jornalista e político em São Bento do Sapucaí, além de compartilhar com os presentes a experiência da defesa da vida no México, em que os estados conseguiram blindar, um a um, através das Constituições estaduais, o aborto (iniciativa que está sendo repetida em São Paulo – http://www.saopaulopelavida.com.br/), provocou alvoroço ao dar de presente ao ministro Dipp um bebezinho em gesso construído em escala real e representando um feto de 3 meses. É que para pessoas materialistas é muito difícil esconder a prova material de um crime…
Outra testemunha em favor da vida, ainda que não estivesse presente, deu provas incontestáveis de que feto é uma vida humana: refiro-me a uma criança de três anos, cuja mãe, cidadã comum que quis falar a favor da vida humana, citou. A menininha, ao ver o boneco de gesso, imediatamente disse: “Olha, mãe, um bebezinho!”. Curiosos tempos em que crianças de 3 anos de idade ensinam valores nobres a militantes homossexuais de mais de 60!
Ok. Mas… tratando-se de uma audiência pública, e os argumentos?
Os nenhuns de sempre: (1) direito ao próprio corpo (afinal, o que é o corpinho do bebê, não é mesmo?), (2) decisão exclusiva da mulher (agora, é o homem que não existe!), (3) imposição machista da maternidade (como? Os homens inventaram o útero?), (4) estado laico (que elogio identificar a defesa da vida com a fé: agradecidos! Mas também há gente sem religião que concorda com a gente sobre a maldade de matar bebês), (5) os 1 milhão de mortes de mulheres por ano (1 milhão? Nada mal… um número apenas cerca de 33.300 vezes maior que as estatísticas oficiais medidas há 16 anos, e é sabido que abortistas mentem no mundo todo para dizer que a promoção da morte “é questão de saúde pública”), (6) mulher rica aborta com segurança, enquanto mulher pobre morre (como se ter dinheiro tornasse assassinato algo digno).
Enfim, em qualquer diálogo sério, os advogados da morte jamais conseguiriam sequer provar que merecem ser ouvidos. Mas o que se viu na audiência pública não foi um diálogo: foi só a conhecida grita dos que por algum motivo estão descontentes com a vida e precisam fazer barulho para tentar obter paz.
Hoje, às 14h, na capital paulista, a Comissão de
Reforma do Código Penal, instituída pelo Senado Federal, e o Tribunal
de Justiça de São Paulo (TJ-SP), promovem audiência pública para
discutir a proposta do capítulo dos “Crimes contra a vida” do
anteprojeto do novo código penal. A audiência pública será no “Salão dos
Passos Perdidos”, localizado no 2ª andar do Palácio da Justiça. Todos
são convidados a participar.
O evento é uma oportunidade de mostrar as mudanças propostas e ouvir a população sobre os crimes contra a vida (homicídio, eutanásia, aborto, etc.). A Comissão receberá sugestões e manifestações, por escrito, na hora do evento.
Conheça as mudanças que serão discutidas: basta clicar no banner da audiência, acessando o endereço www.prr3.mpf.gov.br. Mais informações podem ser obtidas ainda pelo telefone (11) 2192-8873 ou do email crimescontraavida@prr3.mpf.gov.br.
O evento é uma oportunidade de mostrar as mudanças propostas e ouvir a população sobre os crimes contra a vida (homicídio, eutanásia, aborto, etc.). A Comissão receberá sugestões e manifestações, por escrito, na hora do evento.
Conheça as mudanças que serão discutidas: basta clicar no banner da audiência, acessando o endereço www.prr3.mpf.gov.br. Mais informações podem ser obtidas ainda pelo telefone (11) 2192-8873 ou do email crimescontraavida@prr3.mpf.gov.br.
Versão original: Above All
Hoje te agradecemos, Senhor, pela redução da mortalidade materna em 2011, uma das maiores dos últimos dez anos, como informou o Ministério da Saúde. A meta da ONU, Senhor, é de no máximo 35 mortes maternas por cada 100 mil nascidos vivos, e o Brasil dá passos até essa realidade, se tu permitires. Tens ajudado muito, Senhor, pois já no primeiro semestre do ano a redução caiu para 705 óbitos por causas obstétricas, 19% a menos do que 2010, quando foram notificadas 870 mortes, no mesmo período.
Sem ti, Senhor, como isso seria possível? E se não fossem nossas transgressões, quanto mais não faríamos contigo! Não almejamos sanar toda dor e morte, tu bem sabes. Mas são nossas orações: que seja possível presevarmos sempre o bem e contermos o mal. Na medida de nossas condições, sempre tão débeis.
Contamos contigo, tu que és maior que todas coisas, tu que está por sobre tudo, Senhor, e que já em teu coração recebe as necessidades de cada mãe gestante. Que por intermédio de tua mãe, a Santíssima Virgem Maria, Senhor, possas ver a cada uma dessas tuas filhas que precisam de amparo, socorro em hora tão especial. Àquelas que por teus cuidados clamam, àquelas que nem têm mais forças para fazê-lo, ouvi.
E pensando naqueles mais desprotegidos, Senhor, e tão pequenos diante da fúria do mundo, rogamos tua proteção e pedimos tua misericórdia que resplandece ao trazer ao grande público as tristes notícias do Reino Unido sobre abortadouros que fazem abortos quando mãe rejeita sexo do bebê. É uma guerra sangrenta especialmente contra a mulher, Senhor.
Os santos clamam tua vingança, Senhor, pelo aumento do número de abortos na terra da rainha. Em 2010, Inglaterra e Gales responderam por 189.574 abortos: o número é 8% superior que dez anos atrás. O que podemos fazer em desagravo, Senhor, nós que queremos ser um coração para ti um lugar de descanso?
Ah, quantas orações e sacrifícios necessitamos oferecer pela conversão de tantos que se acham cativos do mal… Dai-nos forças e permita que as notícias venham, que sejam lidas, que se conheça o horror para que melhor possamos combatê-lo.
Nosso Senhor Jesus Cristo, que saibam os poderes deste mundo que tu és maior antes de o mundo ser, que estás por sobre todas as coisas e que nada escapa a teu amor e tua justiça. Obrigado, Senhor. Fica conosco. Amém.
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Como dizem nossos amigos anglofalantes: “Wow!
This is powerful!” E é mesmo muito potente a notícia: Supremo Tribunal
do Alabama afirma que lei de aborto nos EUA tem de ser revogada. Quem
traduziu para nós foi o ativista pró-vida e auto-exilado, Julio Severo:
“Numa declaração muito forte que parece defender o conceito do movimento que diz que o bebê em gestação é uma pessoa humana, conceito por meio do qual os ativistas pró-vida estão procurando convencer cada estado dos EUA a reconhecer os bebês em gestação como “pessoas”, a declaração da decisão unânime, escrita pelo Juiz Tom Parker, disse: “Desde que Roe versus Wade foi decidido em 1973, nosso conhecimento da vida pré-natal foi muito expandido com os avanços na tecnologia médica e científica. O desenvolvimento da tecnologia ultrassom aumentou a compreensão médica e pública, permitindo-nos assistir ao crescimento e desenvolvimento do bebê em gestação de uma forma que gerações passadas jamais poderiam ter imaginado”, escreveu ele.“
É questão de tempo. O crescente descrédito das organizações abortistas – que nada tem a ver com organizações em prol da mulher, em prol de direitos civis ou mesmo em pro da não intervenção do Estado na indústria de aborto – nos EUA acaba enfraquecendo o financiamento dessas organizações. Com menos recursos (nunca serão poucos, dado que milionários as mantêm), corrompem menos pessoas e outras organizações. Sem falar no crescimento do movimento prolife americano como “think tank”. É MARAVILHOSO ver o bem que Obama – um extremista pró-aborto, favorável inclusive ao aborto por “nascimento parcial”, no qual na hora do nascimento o médico tem permissão legal para estourar a cabeça do bebê a pedido da mãe… – fez para esse movimento!
Acuados por Obama, tachados de terroristas, os prolife agiram com estratégia feroz. Tanto assim que 2011 foi o PIOR ano da causa abortista. Que o diga a Planned Parenthood que atualmente é investigada pelo governo por suspeita de crimes: acobertamento de tráfico humano, por exemplo. O estrago na imagem da empresa de abortos foi tanto que até parceiros seus de longa data, como a Komen – maior organização americana de combate ao câncer de mama – tirou, já no começo de 2012, os subsídios que oferecia à Planned Parenthood. Sim, a organização abortista fez pressão e Komen pôs panos quentes na história… Se voltou a financiar, quem sabe? O importante é que os EUA estão cada vez mais prolife, pró-vida.
Às vezes alguém pode se queixar: e daí? São os Estados Unidos, não somos nós. Vamos nos focar em nossos assuntos. Bom, é impossível falar em defesa da vida humana sem estar atento sempre aos EUA. É porque é de lá que vêm os financiamentos para os defensores do aborto, aqui. Por isso acho importantíssimo o passo que o Tribunal do Alabama deu.
O aborto é um crime contra a vida mais indefesa. E, atualmente, com a medicina tão avançada, o “procedimento” *jamais* é necessário para salvar a vida de uma mulher. É preciso ter claro que, mesmo no passado, salvar a vida de uma gestante nunca significou matar o filho dela. Aos médicos nunca coube a tarefa de decidir quem matar, mas quem salvar primeiro.
É óbvio que há diferenças! Matar primeiro é, deliberadamente, “interromper” uma vida. Salvar primeiro é, deliberadamente, atender melhor àquele que terá mais chances de vida. Infelizmente, ao melhor tratar um paciente em primeiro lugar, o outro paciente venha a morrer. Mas daí a dizer que os médicos mataram alguém, é de uma falta de honestidade ímpar.
Em nossos dias malucos, é até perigoso argumentar isso. Para os que querem a morte de inocentes, qualquer argumento é bom para lhes ajudar, eles vivem de confusão: “Ah, então existe a possibilidade de que o bebê morra quando a mãe for melhor atendida? Ótimo, vamos dizer que aborto é justamente isto!”. E não é. Qualquer pessoa de bom senso sabe a distinção entre matar alguém e socorrer primeiro outrem.
É por isso que não existe diálogo possível para converter gente assim. Os abortistas estão para além da nossa “inteligência burguesa”. Não há lógica alguma para eles exceto a lógica que fortaleça seus objetivos.
Orações existem! Oremos sempre. Há humanos que há muito tempo esqueceram o que é, afinal, humanidade.
Ser pró-vida é isto: lembrar e proteger a natureza humana.
“Numa declaração muito forte que parece defender o conceito do movimento que diz que o bebê em gestação é uma pessoa humana, conceito por meio do qual os ativistas pró-vida estão procurando convencer cada estado dos EUA a reconhecer os bebês em gestação como “pessoas”, a declaração da decisão unânime, escrita pelo Juiz Tom Parker, disse: “Desde que Roe versus Wade foi decidido em 1973, nosso conhecimento da vida pré-natal foi muito expandido com os avanços na tecnologia médica e científica. O desenvolvimento da tecnologia ultrassom aumentou a compreensão médica e pública, permitindo-nos assistir ao crescimento e desenvolvimento do bebê em gestação de uma forma que gerações passadas jamais poderiam ter imaginado”, escreveu ele.“
É questão de tempo. O crescente descrédito das organizações abortistas – que nada tem a ver com organizações em prol da mulher, em prol de direitos civis ou mesmo em pro da não intervenção do Estado na indústria de aborto – nos EUA acaba enfraquecendo o financiamento dessas organizações. Com menos recursos (nunca serão poucos, dado que milionários as mantêm), corrompem menos pessoas e outras organizações. Sem falar no crescimento do movimento prolife americano como “think tank”. É MARAVILHOSO ver o bem que Obama – um extremista pró-aborto, favorável inclusive ao aborto por “nascimento parcial”, no qual na hora do nascimento o médico tem permissão legal para estourar a cabeça do bebê a pedido da mãe… – fez para esse movimento!
Acuados por Obama, tachados de terroristas, os prolife agiram com estratégia feroz. Tanto assim que 2011 foi o PIOR ano da causa abortista. Que o diga a Planned Parenthood que atualmente é investigada pelo governo por suspeita de crimes: acobertamento de tráfico humano, por exemplo. O estrago na imagem da empresa de abortos foi tanto que até parceiros seus de longa data, como a Komen – maior organização americana de combate ao câncer de mama – tirou, já no começo de 2012, os subsídios que oferecia à Planned Parenthood. Sim, a organização abortista fez pressão e Komen pôs panos quentes na história… Se voltou a financiar, quem sabe? O importante é que os EUA estão cada vez mais prolife, pró-vida.
Às vezes alguém pode se queixar: e daí? São os Estados Unidos, não somos nós. Vamos nos focar em nossos assuntos. Bom, é impossível falar em defesa da vida humana sem estar atento sempre aos EUA. É porque é de lá que vêm os financiamentos para os defensores do aborto, aqui. Por isso acho importantíssimo o passo que o Tribunal do Alabama deu.
O aborto é um crime contra a vida mais indefesa. E, atualmente, com a medicina tão avançada, o “procedimento” *jamais* é necessário para salvar a vida de uma mulher. É preciso ter claro que, mesmo no passado, salvar a vida de uma gestante nunca significou matar o filho dela. Aos médicos nunca coube a tarefa de decidir quem matar, mas quem salvar primeiro.
É óbvio que há diferenças! Matar primeiro é, deliberadamente, “interromper” uma vida. Salvar primeiro é, deliberadamente, atender melhor àquele que terá mais chances de vida. Infelizmente, ao melhor tratar um paciente em primeiro lugar, o outro paciente venha a morrer. Mas daí a dizer que os médicos mataram alguém, é de uma falta de honestidade ímpar.
Em nossos dias malucos, é até perigoso argumentar isso. Para os que querem a morte de inocentes, qualquer argumento é bom para lhes ajudar, eles vivem de confusão: “Ah, então existe a possibilidade de que o bebê morra quando a mãe for melhor atendida? Ótimo, vamos dizer que aborto é justamente isto!”. E não é. Qualquer pessoa de bom senso sabe a distinção entre matar alguém e socorrer primeiro outrem.
É por isso que não existe diálogo possível para converter gente assim. Os abortistas estão para além da nossa “inteligência burguesa”. Não há lógica alguma para eles exceto a lógica que fortaleça seus objetivos.
Orações existem! Oremos sempre. Há humanos que há muito tempo esqueceram o que é, afinal, humanidade.
Ser pró-vida é isto: lembrar e proteger a natureza humana.
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When you walk down the road, Heavy burden, Heavy load!
I will rise, And I will walk with you! (Waaaalllk!!!)
I will walk with you, ‘Til the sun don’t even shine!
Walk with you! Every time, I tell you, I’ll walk with you! (Walk with you!)
Believe me, I’ll walk with you!
E lá vamos nós. Dá pra ser pra valer, desta vez? Não apenas pelo sacrifício de não comer chocolate, não tomar refrigerante ou de não estar presente e falante nas redes sociais e cia. Mas pra valer: jejum, abstinência, sacrifícios de verdade. Por exemplo: não comerei carne, nenhum dia da Quaresma – que começa agora!!
Pra mim é uma grande coisa pois nunca me propus a tanto. Mas beleza, eu quero a salvação. E o Senhor sabe que eu preciso tanto… Tanto… Meu Deus, serei salvo? Senhor, me ajuda! Ajuda! Alguém aí?! Risos – risos sérios, sérios.
Será que consigo não comer carne? – de boi, pois aves, peixe, frutos do mar (mais que nunca) vão se ver com meu suco gástrico. Será a primeira vez. Já fiz abstinência de um monte de besteira na Quaresma, mas pra valer mesmo acho que vai ser a primeira vez.
Uma vez na vida fiz jejum total.
Nada comi durante 24h – nada mesmo, nem pão. E fui beber lá pelas 20h, nunca me esqueci. Foi um dia normal na vida! Saí de casa, fui pro trabalho, fui pra faculdade. Andei, subi, desci, aguentei. Comi nada, bebi nada. Que sede que me deu! Que sede! Que SEDE! Daí soube que água e pão eu podia ingerir. Mas, como tinha prometido que “não comerei nada, nem beberei”, fui até o fim. Exceto pelo copo de água às 20h, pois estava demais. Não dava, sério! Ou eu bebia água ou eu estaria me matando. E matar é pecado. Suicídio, então! Daí eu bebi água. Até o gosto da água, que não tem gosto algum, eu senti. Uma delícia.
Inclusive acho que somente por causa dessas 24h em jejum Deus tem piedade de mim até hoje. “É o Wagner? É, tá difícil mesmo… Não vai dar pra ele. Boa pessoa! Tem um blog pró-vida, foi pro Vaticano e tal… Mas e daí? Esse desce… Se bem que… Pera aí… Teve um dia que ele fez um jejum de 24h! E não comeu nada. Só bebeu às 20h porque insisti com o anjo da guarda dele… É… Pode ser… Vou reavaliar.” YES! Era eu, Senhor. Era eu. E agora vou renovar o estoque de piedade, Senhor: uma Quaresma inteira sem carne de boi. Estou repetindo pra ver se eu acredito!!
Nesse período, portanto, conto com meus anjos da guarda, Monica e Tess. Alguém lembra delas? Eu curtia de mais. Sábado à tarde, na Globo. And I will walk with you! (Waaaalllk!!!) Não perdia um. Inclusive acho que Pe. Fábio de Melo assistia também e aprendeu tudo que sabe com o seriado. Era bem auto-ajuda. Eu curtia. Gabriel Chalita também devia curtir. É… Não era um seriado pra macho, eu reconheço. Mas eu soube ficar com o que era bom! Hahahaha! Boa, né?
Falando sério. Essa Quaresma é pro meu anjo da guarda. Estamos bem chegados! Firmeza, parceiro? E também um sacrifício para exorcizar-me. Você sabia que um demônio – ou dois, ou três, ou uma legião deles – pode possuir uma pessoa sem que ela se dê conta? Na verdade, dá pra desconfiar. Fala a verdade! Dá sim. Mas a gente fica naquela: “pirei? será?” Ó, na dúvida, assista Filha do Mal e O Ritual. Depois leia os livros de Gabriele Amorth e chore. Tenha medo. É tudo verdade.
Chega né? Tem uma hora que a gente tem que parar e ir para luz.
Santa Quaresma para todos!
I will rise, And I will walk with you! (Waaaalllk!!!)
I will walk with you, ‘Til the sun don’t even shine!
Walk with you! Every time, I tell you, I’ll walk with you! (Walk with you!)
Believe me, I’ll walk with you!
E lá vamos nós. Dá pra ser pra valer, desta vez? Não apenas pelo sacrifício de não comer chocolate, não tomar refrigerante ou de não estar presente e falante nas redes sociais e cia. Mas pra valer: jejum, abstinência, sacrifícios de verdade. Por exemplo: não comerei carne, nenhum dia da Quaresma – que começa agora!!
Pra mim é uma grande coisa pois nunca me propus a tanto. Mas beleza, eu quero a salvação. E o Senhor sabe que eu preciso tanto… Tanto… Meu Deus, serei salvo? Senhor, me ajuda! Ajuda! Alguém aí?! Risos – risos sérios, sérios.
Será que consigo não comer carne? – de boi, pois aves, peixe, frutos do mar (mais que nunca) vão se ver com meu suco gástrico. Será a primeira vez. Já fiz abstinência de um monte de besteira na Quaresma, mas pra valer mesmo acho que vai ser a primeira vez.
Uma vez na vida fiz jejum total.
Nada comi durante 24h – nada mesmo, nem pão. E fui beber lá pelas 20h, nunca me esqueci. Foi um dia normal na vida! Saí de casa, fui pro trabalho, fui pra faculdade. Andei, subi, desci, aguentei. Comi nada, bebi nada. Que sede que me deu! Que sede! Que SEDE! Daí soube que água e pão eu podia ingerir. Mas, como tinha prometido que “não comerei nada, nem beberei”, fui até o fim. Exceto pelo copo de água às 20h, pois estava demais. Não dava, sério! Ou eu bebia água ou eu estaria me matando. E matar é pecado. Suicídio, então! Daí eu bebi água. Até o gosto da água, que não tem gosto algum, eu senti. Uma delícia.
Inclusive acho que somente por causa dessas 24h em jejum Deus tem piedade de mim até hoje. “É o Wagner? É, tá difícil mesmo… Não vai dar pra ele. Boa pessoa! Tem um blog pró-vida, foi pro Vaticano e tal… Mas e daí? Esse desce… Se bem que… Pera aí… Teve um dia que ele fez um jejum de 24h! E não comeu nada. Só bebeu às 20h porque insisti com o anjo da guarda dele… É… Pode ser… Vou reavaliar.” YES! Era eu, Senhor. Era eu. E agora vou renovar o estoque de piedade, Senhor: uma Quaresma inteira sem carne de boi. Estou repetindo pra ver se eu acredito!!
Nesse período, portanto, conto com meus anjos da guarda, Monica e Tess. Alguém lembra delas? Eu curtia de mais. Sábado à tarde, na Globo. And I will walk with you! (Waaaalllk!!!) Não perdia um. Inclusive acho que Pe. Fábio de Melo assistia também e aprendeu tudo que sabe com o seriado. Era bem auto-ajuda. Eu curtia. Gabriel Chalita também devia curtir. É… Não era um seriado pra macho, eu reconheço. Mas eu soube ficar com o que era bom! Hahahaha! Boa, né?
Falando sério. Essa Quaresma é pro meu anjo da guarda. Estamos bem chegados! Firmeza, parceiro? E também um sacrifício para exorcizar-me. Você sabia que um demônio – ou dois, ou três, ou uma legião deles – pode possuir uma pessoa sem que ela se dê conta? Na verdade, dá pra desconfiar. Fala a verdade! Dá sim. Mas a gente fica naquela: “pirei? será?” Ó, na dúvida, assista Filha do Mal e O Ritual. Depois leia os livros de Gabriele Amorth e chore. Tenha medo. É tudo verdade.
Chega né? Tem uma hora que a gente tem que parar e ir para luz.
Santa Quaresma para todos!
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Em 2010, morreram 66.323 mulheres em idade
fértil, por TODAS AS CAUSAS, de acordo com o DATASUS – a fonte oficial
de dados da saúde, no Brasil. Apesar disso, a ONU cobra o Brasil por óbitos ANUAIS de 200 mil mulheres em decorrência de abortos de risco.
Vamos lá! Somando todas as causa de morte de mulheres em idade fértil, em 2010, temos o registro do óbito de 66 MIL mulheres (somando tudo que leva à morte). Ok? Então… Que 200 mil mulheres mortas são essas que os peritos da ONU encontraram no Brasil em um único ano? 200 mil mulheres mortas SOMENTE por causa do aborto!!
COMO? Não se sabe.
O blog Contra o Aborto publicou a seguinte tabela do DATASUS sobre óbitos maternos:

“De 1996 a 2007, a média é de 10 mortes maternas anuais. Milhares? Nem perto disto…”, conta o blog do William Murat. Ele lembra que mesmo que o número de mortes de mulheres por causa de “abortos de risco” fosse verdadeiro – e não é!!! -, ainda assim seria impossível ignorar que a cada aborto “bem feito” o que é eliminado é sempre uma vida humana.
Vamos lá! Somando todas as causa de morte de mulheres em idade fértil, em 2010, temos o registro do óbito de 66 MIL mulheres (somando tudo que leva à morte). Ok? Então… Que 200 mil mulheres mortas são essas que os peritos da ONU encontraram no Brasil em um único ano? 200 mil mulheres mortas SOMENTE por causa do aborto!!
COMO? Não se sabe.
O blog Contra o Aborto publicou a seguinte tabela do DATASUS sobre óbitos maternos:

“De 1996 a 2007, a média é de 10 mortes maternas anuais. Milhares? Nem perto disto…”, conta o blog do William Murat. Ele lembra que mesmo que o número de mortes de mulheres por causa de “abortos de risco” fosse verdadeiro – e não é!!! -, ainda assim seria impossível ignorar que a cada aborto “bem feito” o que é eliminado é sempre uma vida humana.
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É claro que ninguém deve ir a um desfile de mulheres semi-nuas em danças lúbricas; o que é falso é que todas as festas de carnaval sejam exclusivamente compostas de mulheres semi-nuas dançando lascivamente. É evidente que algumas pessoas têm uma propensão maior ao pecado contra a castidade quando estão em uma multidão: o que é falso é que multidões provoquem indistintamente esta tentação em todas as pessoas. Se algo é ou não é ocasião de pecado, isto é assunto que deve ser avaliado criteriosamente por cada qual diante da sua consciência (e do seu diretor espiritual). O que não dá é para passar uma régua e dizer que tudo é a mesma coisa para todo mundo.” – Jorge Ferraz, Sobre o Carnaval I: o pecado e a ocasiãoO catolicismo é meu parâmetro de realidade. E isso me faz muito bem, devo admitir! A realidade nos permite sermos lentos para a cólera! Lentos para presumir, lentos para padronizar comportamentos, lentos para definir públicos-alvo do céu e do inferno. É, provavelmente, a cura para a “marketização” do pensamento religioso, um estado que torna a evangelização um “conquiste mais um”.
Para essa evangelização o carnaval é, sem dúvidas, a estação das promoções, tanto no sentido de promover alguém de cargo, quanto no sentido de “baratear” tudo em nome de uma causa! Não quero com isso culpar alguém. Sei que as pessoas têm as melhores intenções. Sei como trabalham duro para aproveitar este período e evangelizar. Tanto esforço e boa vontade, infelizmente, não mudam as coisas: é um tempo crítico de falta de orientação.
Não me apresento como o mais orientado. Mas acho que há algum nível de orientação em identificar o carnaval como um período de diversão, de fantasia, de festa, embora seja verdadeiro que uma maioria transforme essa oportunidade em momento de orgia sexual e espiritual. E por esses devemos, sem dúvida, oferecer nossas orações! Por outro lado, também devemos rezar pelos que rezam contra a alegria em nome do que queiram acreditar ser “alegria espiritual” (e desculpe, a alegria espiritual não tem nada a ver com matinê, baile infantil de carnaval), pelos que vestiram a fantasia do paganismo (ou para sermos politicamente corretos: a fantasia das religiões místicas).
O pagão, é bom lembrar, era um religioso também. E não há muito catolicismo na religiosidade de quem acredita ser o carnaval um período de experiência mística que elevará o seu grau de catolicismo, como se fôssemos capazes de sozinhos crermos – nós só podemos crer com a Igreja! -, como se fé fosse um esforço interior de conexão consigo e o além. No cristianismo, fé é dom e não exige experiência mística para certificar sua autenticidade, ou qualquer outro esforço que não o da vontade de receber o dom, de estar aberto à graça de Deus.
Mas eu concordo que essas são palavras de alguém que neste ano nem estará “retirado”, sequer rezando como deveria por todos os que necessitam. Infelizmente se for esperar algum status espiritual mais confortável para que possa dizer os meus pensamentos, eu jamais os registraria. Então, ei-los aí.
A possibilidade que nos é oferecida pela Igreja: a realidade transformada pelo Cristo, na qual a alegria e fé não se separam do amor. E sem o amor, não há virtude que seja sã; ou boa intenção que se aproveite.
Neste carnaval faça um churrascão, brinque com os amigos, relaxe. Mantenha-se vestido! E pelo menos antes de dormir reze pela conversão dos pecadores – por mim.
Publicado em Família | 3 Comentários »
Temporariamente , a Organizacão das Nações
Unidas (ONU) negou o “status consultivo” ao grupo anti-católico e
pró-aborto Católicas pelo Direito de Decidir Córdoba. Sem o “status
consultivo” a organização argentina não pode ser credenciada para
monitorar as atividades desenvolvidas pelo Conselho Econômico e Social e
órgãos subsidiários (Comissão e subcomissão de Direitos Humanos) das
Nações Unidas.
O comitê que avalia o cadastramento das ONGs junto à ONU alegou que o grupo argetino pró-aborto não poderia se cadastrar com esse nome junto à ONU, uma vez que isso significaria desrespeitar as leis da Argentina. Em seu país de origem o grupo pró-aborto não pode se denominar “católico” por causa de uma lei que submete o uso desse nome à autorização da Igreja Católica.
As informações são do FridayFax, iniciativa do único grupo pró-vida que atua junto à ONU, o C-FAM. O grupo pró-vida também informa que além das Católicas pelo Direito de Decidir, outras centenas de grupos pró-aborto tiveram seu pedido de “status consultivo” negado pela ONU devido a insatisfações de países membros do comitê relativas às atividades de tais grupos.
O comitê que avalia o cadastramento das ONGs junto à ONU alegou que o grupo argetino pró-aborto não poderia se cadastrar com esse nome junto à ONU, uma vez que isso significaria desrespeitar as leis da Argentina. Em seu país de origem o grupo pró-aborto não pode se denominar “católico” por causa de uma lei que submete o uso desse nome à autorização da Igreja Católica.
As informações são do FridayFax, iniciativa do único grupo pró-vida que atua junto à ONU, o C-FAM. O grupo pró-vida também informa que além das Católicas pelo Direito de Decidir, outras centenas de grupos pró-aborto tiveram seu pedido de “status consultivo” negado pela ONU devido a insatisfações de países membros do comitê relativas às atividades de tais grupos.
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O secretário-geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, disse em coletiva com a imprensa – quinta-feira, 16 – que a declaração da nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres “incomodou muita gente”, não apenas a Igreja Católica. Ele reafirmou a posição da Igreja em favor da vida: “Se Deus teve a delicadeza de se tornar feto, de se tornar criança [representado por Jesus Cristo], devemos ter pelo ser humano um grande respeito, na situação de um embrião. Por isso, a posição da Igreja sobre o aborto é fundamental.”
Na ocasião, o presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, disse achar “estranho” que a ministra tenha abordado o tema aborto logo após ser indicada para o cargo. Como ação concreta, os representantes da CNBB decidiram enviar uma carta à presidente Dilma reafirmando críticas ao aborto.
O site oficial da CNBB registra a reunião com a imprensa na seguinte notícia: Em coletiva, Presidência da CNBB fala sobre Ficha Limpa, CNJ e povos indígenas.
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O nome dele é conhecido pelo Brasil inteiro graças ao Apelo a Todos os Brasileiros e Brasileiras, documento da CNBB Sul 1 que orientou o voto pró-vida nas eleições presidenciais de 2010. Trata-se de Dom Airton José dos Santos que, na quarta-feira, 15, foi nomeado pelo Papa Bento XVI como novo arcebispo de Campinas, no interior paulista. Ele substitui Dom Bruno Gamberini – falecido em agosto de 2011 – e será empossado no dia 15 de abril.
D. Airton José dos Santos, então bispo da Diocese de Mogi das Cruzes, Prof. Felipe Aquino e Prof. Hermes Rodrigues Nery no lançamento da Comissão Diocesana em Defesa da Vida, da Diocese de Mogi das Cruzes, na noite de 5 de outubro de 2011
O novo arcebispo incentivou a coleta de 10.000 assinaturas, em sua antiga diocese, Mogi das Cruzes (SP), em vista de inicitiva popular que visa incluir, na constituição do estado de São Paulo, o direito à vida desde a concepção. A iniciativa começou em 27 de novembro de 2010, também contou com o apoio da Comissão Regional em Defesa da Vida da CNBB Sul 1 e, no início deste ano, alcançou a meta de 300 mil assinaturas. Em breve elas serão entregues à Assembléia Legislativa do Estado pelo Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté (SP).
De acordo com a constituição de São Paulo, quando uma iniciativa consegue a adesão de 1% do eleitorado paulista, ou seja, 300 mil assinaturas, há caminho aberto para entrar com uma emenda de iniciativa popular, assim como foi o “ficha limpa”, no Brasil.
A vida nos foi dada para que a defendamos. Cada ser vivo é uma manifestação de Deus. Se nós destruírmos este bem tão precioso, devido a nossa imprudência, que tipo de mundo estaremos preparando para as futuras gerações? Nosso dever é defender, promover e proteger a vida.” – Dom Airton José dos Santos, durante lançamento da Campanha da Fraternidade em Defesa da Vida, em sessão solene na Câmara de Poá (SP).Mineiro, natural de Bom Repouso, o novo arcebispo nasceu no dia 25 de junho de 1956 e foi ordenado sacerdote no dia 8 de dezembro de 1985. Desde 2004, ele era Bispo de Mogi das Cruzes (SP). Em âmbito reginal, é Secretário da Conferência Episcopal do Estado de São Paulo e presidente da Comissão para Liturgia. Em âmbito nacional, é presidente da Comissão Episcopal para os Tribunais Eclesiais de segunda instância e membro da Comissão Episcopal pra implantação do Acordo Brasil-Santa Sé.
Leia mais: O dia que eu distribuí os “panfletos” da CNBB Sul 1
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Pedindo perdão à bancada evangélica, o ministro
da Secretaria Geral da Presidência, Gilberto Carvalho explicou, nesta
quarta-feira, que um ministro pode ter suas opiniões pessoais, mas
publicamente sustentará apenas a posição do Governo.
Ele falava sobre aborto, e disse que Dilma não irá contribuir de maneira alguma para legalizar o procedimento no país. Ok. Mas e aí? A posição do Governo é tão contra a legalização do aborto que a ministra da Secretaria das Mulheres é uma militante pró-aborto há muito tempo e dá até entrevista sobre ter participado de “workshop” de aborto por sucção. Enfim. E aí?
Acho que um pedido de perdão do ministro – pelo mal estar que criou com a bancada – não é suficiente. Acredito que, quando puderem avançar, os abortistas no governo Dilma vão avançar com tudo. Será uma pena se a bancada se der por satisfeita com essa encenação de Gilberto Carvalho.
Mais sobre: Gilberto Carvalho pede ‘perdão’ à bancada evangélica
Ele falava sobre aborto, e disse que Dilma não irá contribuir de maneira alguma para legalizar o procedimento no país. Ok. Mas e aí? A posição do Governo é tão contra a legalização do aborto que a ministra da Secretaria das Mulheres é uma militante pró-aborto há muito tempo e dá até entrevista sobre ter participado de “workshop” de aborto por sucção. Enfim. E aí?
Acho que um pedido de perdão do ministro – pelo mal estar que criou com a bancada – não é suficiente. Acredito que, quando puderem avançar, os abortistas no governo Dilma vão avançar com tudo. Será uma pena se a bancada se der por satisfeita com essa encenação de Gilberto Carvalho.
Mais sobre: Gilberto Carvalho pede ‘perdão’ à bancada evangélica
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A ministra vai para a ONU com dinheiro público para defender o aborto. (…) É também um direito nosso o de reagir.” – Senador Magno Malta470 parlamentares compõem a Frente da Família, no Congresso Nacional. São deputados e senadores dispostos retaliar o governo nas eleições municipais, caso a presidente Dilma Rousseff não cumpra o compromisso de campanha de manter inalterada a legislação que proíbe o aborto no País. É o que teria dito o senador Magno Malta à reportagem de O Estado de S. Paulo. O senador esteve reunido com parlamentares da bancada evangélica para protestar contra a nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci.
Obviamente as manifestações vão ocorrer, independentemente de haver carnaval no meio do caminho – o que não faz tanta diferença para os “conservadores religiosos”, como agora são chamados os que se opõem à agenda pró-aborto da ministra Eleonora Menicucci – que já tratou de negar que esteve na Colômbia aprendendo a fazer aborto por sucção, como divulgado em uma entrevista que ela deu à pesquisadora da Universidade Federal de Santa Catarina.
Não está mais no site da UFSC a entrevista que era acessível pelo link: http://www.ieg.ufsc.br/admin/downloads/entrevistas/29092009-111002menicucci.pdf
Mais sobre: Censura numa universidade federal
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Mais que AIDS, câncer, cigarro, álcool e acidente de trânsito… O aborto mata mais! De acordo com o site Worldmeters.com, que registra um número aproximado de estatísticas mundiais, somente em 2012 o aborto matou 5.078.405 seres humanos até as 02h03 da manhã desta terça-feira. O número é superior a QUALQUER UMA das estatísticas de mortalidade apresentada na catergoria “saúde” do site. Os números registrados pelo site são baseados em fontes oficiais como o departamento de estatísticas da ONU e outros. O site é referência para a BBC News e revista WIRED.
As estatísticas sobre aborto têm como fonte principal a Organização Mundial de Saúde.
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O aborto da criança portadora de anencefalia é o tema de hoje do programa Além da Notícia, transmitido pela TV Canção Nova. Para falar sobre o assunto foram convidados os pró-vida Dra. Lenise Garcia e Dr. Miranda. É daqui a pouco, às 16h30, pelo horário de verão. Para assistir pela internet:
http://www.cancaonova.com/tvcn.asx
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Eleonora Menicucci, a nova ministra da
Secretaria das Mulheres, não fala de aborto como quem fala de uma ideia,
mas de uma prática que desejaria já ao alcance de todos. Ela conta que
já fez dois abortos, que se sente “avó do aborto” dela mesma e mais:
expõe que, na Colômbia, participou de treinamento para aborto por sucção.
Atualmente ela vai para a ONU participar de reunião do Comitê para a
Eliminação da Discriminação contra as Mulheres apresentar a visão
pró-aborto do Governo Dilma que admite ser contra projetos como o
Estatuto do Nascituro, que defende a proteção dos direitos da criança
por nascer. Uma boa resposta à pressa abortista da ministra é assinar em prol do Estatuto do Nascituro! Isso pode ser feito aqui: http://www.ipetitions.com/petition/estatutodonascituro/
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Estou lendo Ratzinger e sei o que responder quando me questionam, por curiosidade, o que faz um Papa. Nos faz autênticos! É o que ele faz, basicamente. O livro em questão: “Fé, verdade, tolerância”. Eu o descobri no carnaval de 2011. Amor à primeira vista. Mas só o comprei no final do ano e somente vim ler suas páginas, com calma, sem pular capítulos, agora. É maravilhoso.
Descubro , em Ratzinger, um homem superior ao que esperam conservadores e progressistas. Este Papa, Deus o queira, é o futuro! Sabe que precisamos do belo da liturgia, da mística cristã autêntica e da compreensão de que o monoteísmo é, em suma, uma revolução. O futuro é autenticidade. Autenticidade histórica. Parece óbvio… Mas só o sei agora, pelo profeta de nossos dias, doutor da Igreja, Papa Bento XVI.
Para o ano da Fé, que inicia no dia 11 de outubro, esse é o livro que indicaria àqueles à terceira margem: conservadores em busca da cura; místicos e revolucionários em busca da autenticidade. Cristãos de “segunda mão”, como deveríamos ser todos nós ao considerar que não há, no cristianismo, ninguém é medido pelo tamanho de suas experiências espirituais, mas por sua fidelidade a Deus.
Em tempos de carnaval, as linhas iniciais da obra, sobre sobre místicos cristãos, é mais que recomendada! Bento XVI nos lembra que, ao contrário das religiões não monoteístas, inexiste no catolicismo o primado da interioridade, a absolutização da experiência espiritual, comum nas religiões místicas onde Deus é totalmente passivo em relação aos homens, cabendo ao ser humano simplesmente submergir em Deus, caminhar gradativamente para uma união com Deus.
No Cristianismo é Deus mesmo que procura o homem, que se revela para ele. Esta relação dá origem ao profeta! O homem chamado por Deus para testemunhar a revelação. E, ao contrário do místico de outras religiões, empenhado em estar em contraposição ao mundo temporal, o profeta relaciona-se com a história. Assim, é o chamado divino que é decisivo no cristianismo e não a experiência mística.
Ou seja: independentemente do grau de interioridade alcançado, qualquer crente é chamado por Deus à salvação. O que conta é sua resposta ao chamado de Deus! É por isso que uma criança ou um trabalhador sobrecarregado de trabalho, quando crêem, são maiores que os grandes ascetas.
Fora do monoteísmo, o místico é o verdadeiro possuidor da religião e os demais são de “segunda mão” – são duas classes de posse da religião, um possuidor da realidade religiosoa e outro possuidor de uma religiosidade emprestada, sem força para imersão mística. Mas, se o decisivo não é a própria experiência mística, mas o chamado divino, então, no fim das contas, todos os que crêem nesse chamado estão na mesma posição. No cristianismo apenas Deus mesmo é de “primeira mão”. Os homens são, sem exceção, ouvintes de “segunda mão” do chamado divino: o que importa é a obediência à palavra de Cristo.
Essa obediência nos torna livres para interagir com nosso tempo, intervir na realidade e não demonizá-la como motivação para a experiência da transcedência, como se a experiência de Deus siginificasse amar as coisas eternas e repudiar qualquer contato com o mundo presente. A experiência de Deus, no cristianismo, está condicionada à Revelação e, essa é, também, uma relação com a história, uma narrativa neste mundo – embora sempre direcionada para uma realidade que está além e não se confunde com o futuro da história.
No cristianismo alguém não se interioriza na busca de Deus, sem ao mesmo tempo se exteriorizar até o outro.
A relação entre as pessoas é o que denominamos história e nela que está o espaço do profeta e do autêntico místico cristão que compreende o homem um ser finito sempre a caminho. Isso implica o reconhecimento de que nunca alcançaremos o estado ideal das coisas, mas que ainda assim precisamos lutar para conservar o bem alcançado e superar o mal existente.
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2010 foi o ano que não acabou… Na verdade foi o
“ponto alto” – como é comum dizer no jornalismo brega – do retorno de
todos nós ao futuro! E cá estamos, após alguns meses de silêncio, de
volta à trilha rumo ao futuro desde que o “fantasma do aborto” – li isso
nos jornais… – voltou a rondar a primeira presidente abortista do
Brasil, Dilma Rousseff, graças a nova ministra, Eleonora Menicucci.
Como em 2010, os bispos de São Paulo, da CNBB Sul 1, já estão de novo nos jornais fazendo frente à cultura da morte que, sabemos bem, é o carro-chefe do Partido dos Trabalhadores. Assim, lemos em O Estado de S. Paulo:
ARAÇATUBA – O bispo de Assis (SP), d. José Benedito Simão, presidente da Comissão pela Vida da regional Sul 1 (Estado de São Paulo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disse ao Estado que a nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, “é uma pessoa infeliz, mal-amada e irresponsável”, que “adotou uma postura contra o povo e em favor da morte” ao defender o aborto em declarações dadas à imprensa. Informada, a ministra não quis comentar as críticas feitas pelo bispo.
Os evangélicos – que no final das contas são os cristãos com os quais mais podemos contar nesse retorno ao futuro – já pedem a demissão da ministra abortista, como noticia a agência Estado:
De forma contundente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) convocou os evangélicos a combaterem a nova ministra. “Não se iludam, a bancada de evangélicos se unirá não só para expressar a repulsa por essas declarações (de Gilberto Carvalho), assim como para combater a abortista que nomearam ministra”, escreveu Cunha no twitter. “Essa posse da abortista amanhã (hoje) é sintomática para todos nós e devemos mostrar de forma contundente a nossa revolta. Aborto não. Aliás, quando a gente lê várias declarações dessa nova ministra, ela está no lugar e na época errada, devia estar em Sodoma e Gomorra”, completou o deputado.
Com o nome do “católico militante”, Gilberto Carvalho (PT), mais uma vez em evidência – nesses termos… “católico”, “militante”… hahahahaha! – não resta dúvidas. Estamos de volta para o futuro! Vamos lá. O bom é que, aparentemente, nesta continuidade de 2010, há mais gente em nosso Delorean – cada um com seus motivos, verdadeiros ou oportunistas, mas ainda assim no nosso Delorean.
É, senhores… Lá vamos nós de novo! =D
Como em 2010, os bispos de São Paulo, da CNBB Sul 1, já estão de novo nos jornais fazendo frente à cultura da morte que, sabemos bem, é o carro-chefe do Partido dos Trabalhadores. Assim, lemos em O Estado de S. Paulo:
ARAÇATUBA – O bispo de Assis (SP), d. José Benedito Simão, presidente da Comissão pela Vida da regional Sul 1 (Estado de São Paulo) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disse ao Estado que a nova ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, “é uma pessoa infeliz, mal-amada e irresponsável”, que “adotou uma postura contra o povo e em favor da morte” ao defender o aborto em declarações dadas à imprensa. Informada, a ministra não quis comentar as críticas feitas pelo bispo.
Os evangélicos – que no final das contas são os cristãos com os quais mais podemos contar nesse retorno ao futuro – já pedem a demissão da ministra abortista, como noticia a agência Estado:
De forma contundente, o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) convocou os evangélicos a combaterem a nova ministra. “Não se iludam, a bancada de evangélicos se unirá não só para expressar a repulsa por essas declarações (de Gilberto Carvalho), assim como para combater a abortista que nomearam ministra”, escreveu Cunha no twitter. “Essa posse da abortista amanhã (hoje) é sintomática para todos nós e devemos mostrar de forma contundente a nossa revolta. Aborto não. Aliás, quando a gente lê várias declarações dessa nova ministra, ela está no lugar e na época errada, devia estar em Sodoma e Gomorra”, completou o deputado.
Com o nome do “católico militante”, Gilberto Carvalho (PT), mais uma vez em evidência – nesses termos… “católico”, “militante”… hahahahaha! – não resta dúvidas. Estamos de volta para o futuro! Vamos lá. O bom é que, aparentemente, nesta continuidade de 2010, há mais gente em nosso Delorean – cada um com seus motivos, verdadeiros ou oportunistas, mas ainda assim no nosso Delorean.
É, senhores… Lá vamos nós de novo! =D
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Um complô para matar Bento XVI, noticiam os jornais em todo mundo. O porta-voz do Vaticano negou, mas é um esforço pouco eficaz. O Papa que viesse após João Paulo II já contava com diversas “profecias” populares a respeito de seu assassinato. Elas estão todas por aí, basta fazer uma busca na internet em qualquer tipo de site, católicos ou não. No próprio início de seu pontificado Bento XVI parecia esperar o pior ao pedir orações para que fosse capaz de enfrentar os lobos que, provavelmente, ele já esperava em seu caminho. Não me surpreenderia que o martírio seja o destino de Bento XVI.
Exageremos em nossas orações.
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O QUE É A DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA
Rodrigo R. PedrosoPara podermos bem compreender o que é a doutrina social da Igreja precisamos nos valer do magistério do papa Bem-aventurado João Paulo II: «A doutrina social da Igreja não é uma “terceira via” entre capitalismo liberalista e coletivismo marxista, nem sequer uma possível alternativa a outras soluções menos radicalmente contrapostas: ela constitui por si mesma uma categoria. Não é tampouco uma ideologia, mas a formulação acurada dos resultados de uma reflexão atenta sobre as complexas realidades da existência do homem, na sociedade e no contexto internacional, à luz da fé e da tradição eclesial. A sua finalidade principal é interpretar estas realidades, examinando a sua conformidade ou desconformidade com as linhas do ensinamento do Evangelho sobre o homem e sobre a sua vocação terrena e ao mesmo tempo transcendente; visa, pois, orientar o comportamento cristão. Ela pertence, por conseguinte, não ao domínio da ideologia, mas da teologia e especialmente da teologia moral» (encíclica Sollicitudo Rei Socialis, n. 41).
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Quando vejo os cadáveres dos soldados alemães, digo: – sorte dos mortos, a guerra acabou para eles”. Marechal de Campo, Erwin Rommel.Continuar Lendo »
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Está cada vez mais difícil fazer de conta que
Obama simplesmente está interessado em “direitos reprodutivos” quando
obriga, por lei, que instituições católicas forneçam abortivos e
contraceptivos a seus empregados. É o próprio jornal Washington Post,
nada católico, que dá a bronca em Obama: “Não é questão de contraceptivos, é de liberdade religiosa!”, afirma em sua editoria sobre Fé.
Obama necessita do voto católico, lembra a matéria do jornal. “Para a maioria dos eleitores católicos esta é uma questão de liberdade religiosa e isso tem todo o potencial de fazer com que seus votos vão para os Republicanos ou para longe dos Democratas”, contou a Bloomberg Businessweek o analisa John Green, perito em voto religioso e diretor do Instituto de Políticas Aplicadas da Universidade de Akron’s Ray C. Bliss.
Mais de 90% dos bispos nos EUA (171 bispos exatamente) são contra o cesaropapismo de Obama. Os nomes deles estão reunidos no blog do American Papist.
Estou rezando para que os católicos de lá tenham vergonha na cara. Já basta a maioria de católicos daqui que fazem tuitaço depois de colocar no poder uma presidente abortista apoiada por “missionário” católico com programa em TV católica… Olha, sinceramente… Se murar este país vira hospício, se cobrir vira circo! Maias, estejam certos! Estejam certos! Já deu.
Obama necessita do voto católico, lembra a matéria do jornal. “Para a maioria dos eleitores católicos esta é uma questão de liberdade religiosa e isso tem todo o potencial de fazer com que seus votos vão para os Republicanos ou para longe dos Democratas”, contou a Bloomberg Businessweek o analisa John Green, perito em voto religioso e diretor do Instituto de Políticas Aplicadas da Universidade de Akron’s Ray C. Bliss.
Mais de 90% dos bispos nos EUA (171 bispos exatamente) são contra o cesaropapismo de Obama. Os nomes deles estão reunidos no blog do American Papist.
Estou rezando para que os católicos de lá tenham vergonha na cara. Já basta a maioria de católicos daqui que fazem tuitaço depois de colocar no poder uma presidente abortista apoiada por “missionário” católico com programa em TV católica… Olha, sinceramente… Se murar este país vira hospício, se cobrir vira circo! Maias, estejam certos! Estejam certos! Já deu.
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Pelo menos 6.518 menções importantes com a hashtag #contraoaborto foram registradas ontem, no twitter, de acordo com o site Analytics Topsy. O tuitaço pró-vida foi motivado pelas declarações pró-aborto da nova ministra do Governo Dilma. A mobilização levou o termo para a lista dos assuntos mais comentados no Twitter.
Parabéns a todos que se manifestaram.
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O www.issuu.com é um site de revistas e publicações gratuitas, geralmente feitas por pequenas editoras, por iniciativas individuais ou de grupos. Visitei-o à procura da revista Familia y Vida, publicação da Confederación Argentina Pro Familia y Vida (Caprofavi), lançada em 2010. Não encontrei, mas achei a Vida y Familia!
Quem tiver interesse de ler é só clicar no nome da revista, logo acima. No site Issuu é possível pesquisar as publicações a partir de um tema qualquer! É bem legal ver as iniciativas editoriais dos pró-vida por aí. Claro, o site também ajuda a termos ideias editoriais e no campo do designer, quem trabalha com isso provavelemnte já conhecia.
Mais sobre a revista Família y Vida, a que eu não achei, aqui. Quem sabe alguém se anima!
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Inteligentíssima e tocante a campanha da Conferência
Episcopal Espanhola com o tema defesa da vida. Já havia visto, mas não
me recordo de ter colocado aqui! Vale o registro.
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A animação acima, em inglês, ilustra o problema que
Obama criou com a Igreja nos EUA ao obrigá-la a financiar contraceptivos
e abortivos para empregados ligados a organizações mantidas por ela.
Bem curiosa essa forma de charge animada! Gostei. Risos. Bom pra
refletir!
***
Atualização: Na verdade é só pra comentar algumas informações que me enviaram por email… Soube que há um projeto de lei, na Câmara dos Deputados, aqui no Brasil, para impedir o “cesaropapismo” aqui.
Trata-se do Projeto de Lei 2756/11, cujo texto não encontrei disponível no site da Câmara, porém pelas notícias que li, o PL quer proibir que o poder público interfira nos atos litúrgicos e na atividade sacerdotal… Olha, não sei… Primeiro que eu tenho um pé atrás com político cristão que mistura “protagonismo leigo” com clericalismo e analfabetismo funcional. Por mais que ele seja bem intencionado, nessas condições, é complicado levar a sério.
Enfim, não li a proposta, como disse! Mas, a princípio, somente tendo como referência as notícias da internet e comentários por email, eu acho que não é necessário criar uma lei para proteger as religiões das ações do Estado… Como vamos combater o totalitarismo com leis que impeçam o governo totalitário de ser totalitário? É ingenuidade. Ora, se as medidas do Governo se tornam totalitárias, que lei vai pará-lo? O que precisamos fazer é impedir totalitários no poder, na Igreja, na escola, na universidade, na cultura… =) Ah, não fizemos isso! Então vamos rezar e pedir a Deus uma boa morte.
***
Atualização: Na verdade é só pra comentar algumas informações que me enviaram por email… Soube que há um projeto de lei, na Câmara dos Deputados, aqui no Brasil, para impedir o “cesaropapismo” aqui.
Trata-se do Projeto de Lei 2756/11, cujo texto não encontrei disponível no site da Câmara, porém pelas notícias que li, o PL quer proibir que o poder público interfira nos atos litúrgicos e na atividade sacerdotal… Olha, não sei… Primeiro que eu tenho um pé atrás com político cristão que mistura “protagonismo leigo” com clericalismo e analfabetismo funcional. Por mais que ele seja bem intencionado, nessas condições, é complicado levar a sério.
Enfim, não li a proposta, como disse! Mas, a princípio, somente tendo como referência as notícias da internet e comentários por email, eu acho que não é necessário criar uma lei para proteger as religiões das ações do Estado… Como vamos combater o totalitarismo com leis que impeçam o governo totalitário de ser totalitário? É ingenuidade. Ora, se as medidas do Governo se tornam totalitárias, que lei vai pará-lo? O que precisamos fazer é impedir totalitários no poder, na Igreja, na escola, na universidade, na cultura… =) Ah, não fizemos isso! Então vamos rezar e pedir a Deus uma boa morte.
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Li na Agência Câmara:
O presidente da Câmara, deputado Marco Maia, disse ontem, terça-feira (7) que não há ainda espaço político no Legislativo para a retomada do debate sobre a legalização do aborto no País. A declaração de Maia veio em resposta às afirmações feitas pela professora e socióloga Eleonora Menicucci, indicada pela presidente Dilma Rousseff para assumir a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Que bom! Estamos de olho, no entanto.
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Planned Parenthood compra seguidores no Twitter (tem mais de 42 mil) e amigos no Facebook (mais de 243 mil). Pra que? Para momentos de crise, especialmente, como acompanhamos na semana passada. Sim, as mídias sociais, Facebook e Twitter, além de conchavos políticos, foram as principais armas da Planned Parenthood (PP), principal rede da indústria do aborto nos EUA, para vencer o embate com a rede americana de pesquisas sobre câncer de mama, Fundação Susan G. Komen.
Essa é a conclusão da blogueira pró-vida Jill Stanek após avaliar vários relatos de jornalistas e relações-públicas a respeito do conflito entre as duas organizações americanas, na semana passada, que causou enorme estrago à imagem de Komen, Fundação associada a um laço rosa e a uma corrida de mulheres e, apesar de todos os benefícios sociais que promove, só por isso especialmente.
Assim não foi difícil para que em apenas três dias PP aniquilasse Komen – que não fazia a menor ideia de que a indústria do aborto era sua inimiga. O primeiro erro da rede de pesquisas contra o câncer de mama, formada por profissionais de saúde basicamente e um único lobista no Congresso americano, foi acreditar que poderia simplesmente justificar o cancelamento de doações para a PP – que conta com time de lobistas no Congresso americano e não apenas uma pessoa… – alegando “nova política interna da Fundação”.
De fato a comunicação de Komen preocupou-se em simplesmente responder às perseguições que viriam, apenas treinando seus empregados e sua porta-voz com uma lista de dez perguntas e respostas, como pode-se ver no site The Atlantic.
Por exemplo:
Q7: Komen mudou sua política devido a pressões da Igreja Católica/ grupos anti-aborto/ políticas?
A7: Komen decide oferecer subsídios baseada nas prioridades de sua missão, na avaliação comunitária e em rigorosas normas de elegibilidade e de desempenho. Nosso critério para subsídios reflete nossa dedicação à missão que temos e o nosso esforço consistente para investir naquilo que dê suporte aos nossos esforços para acabar com o câncer de mama.
E pronto! Mas o “vamos treinar o que responder às principais questões” não funcionou. Assim que soube que perderia os subsídios de Komen (U$680,000) a indústria do aborto, mais sofisticada, levou seis semanas para definir o que faria.
O primeiro golpe em Komen foi uma entrevista “exclusiva” para o jornal The Washington Post na qual Planned Parenthood tornou público a perda dos subsídios, demonstrando-se “traída por uma amiga”.
Também conseguiram uma matéria na Associated Press (AP) e, imediatamente após a publicação da reportagem, o time de comunicação e mídias sociais da Planned Parenthood entrou em ação publicando, no mural da fan page, no Facebook, informações sobre a perda de financiamento. Com isso alcançou mais de 30.000 apoiadores que repetiram as informações para seus contatos. Por email alcançou 2.000 pessoas e, pelo Twitter, ao publicar “ALERTA: por pressão anti-escolha (pró-vida), Susan G. Komen cancela subsídios para exames de câncer de mama nos centros de saúde de PP”, conseguiu mais de 500 usários repetindo a mensagem.
Demonstrar o apoio do público, essa era a intenção de Planned Parenthood que não se deteve em divulgar sua mensagem somente pelas redes sociais, mas também sugeriu que seus apoiadores fizessem doações (conseguiu mais de U$3.000.000 de dólares) e recolhessem assinaturas em uma petição online.
Komen ficou na defensiva. Mesmo tendo mais de 39 mil seguidores no Twitter e mais de 547 mil no Facebook, a Fundação de combate ao câncer de mama não era experiente o suficiente com confrontos públicos e/ou estava sendo bombardeada demais para aproveitar sua maioria de apoiadores nas redes sociais.
No total mais de 1 milhão de menções à Komen e à PP foram registradas no Twitter, de acordo com uma porta-voz do Twitter. E para esquentar mais a “guerra nas redes sociais”, Planned Parenthood comprou o “promoted tweet”, uma espécie de anúncio no Twitter. Resultado: a explosão de comentários sobre toda confusão chamou ainda mais a atenção da mídia que, ao mesmo tempo, era bombardeadas com informações recebidas diretamente dos assessores de comunicação da rede de abortos, sempre a partir do ponto de vista da Planned Parenthood.
Além de tudo isso, 48 horas após a primeira publicação da Associated Press sobre o assunto, os lobistas da Planned Parenthood conseguiram 26 assinaturas de senadores americanos em uma carta para Komen.
Três milhões de dólares aproximadamente, em uma semana, em doações, para Planned Parenthood.
#FicaDica
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A ansiedade de milhares de jovens para conhecer a
logomarca oficial da Jornada Mundial da Juventude – Rio 2013 derrubou
várias vezes a transmissão do evento pela internet, na noite de
terça-feira. Revelada, a logomarca, obra do designer fluminense, Gustavo
Huguenin, foi escolhida por um grupo do Vaticano: trata-se de um
coração verde e azul, com a imagem do Cristo Redentor na cor amarela, e
com uma pequena cruz, branca. São as cores da bandeira do Brasil e o
coração do discípulo.
Não é esta:

É esta aqui a escolhida:

O Jornal Nacional, da Rede Globo, anunciou para todo Brasil a novidade em uma matéria completa e respeitosa, como tem sido a cobertura do JN sobre o assunto até então. Veja a reportagem logo acima e leia o texto da matéria, logo a seguir.
Parabéns a todos que trabalharam em mais esta importante etapa da JMJ Rio 2013. De modo especial, parabéns ao jovem empreendedor, Gustavo Huguenin, 25 anos, criador da logomarca vencedora da Jornada Mundial da Juventude Rio2013.
Confira tudo sobre a JMJ Rio 2013 no site http://www.rio2013.com/pt/
***
Texto do Jornal Nacional
Foi divulgado nesta terça-feira (7), no Rio de Janeiro, o símbolo da 28ª Jornada Mundial da Juventude. O maior evento organizado pela Igreja Católica vai ser realizado pela primeira vez no Brasil, no ano que vem.
De braços abertos e colorido. O Cristo Redentor ficou iluminado com as cores das bandeiras dos 150 países que vão participar da Jornada Mundial da Juventude em julho de 2013.
Jovens do mundo inteiro vão se reunir no Rio de Janeiro. A cada edição, a Jornada Mundial da Juventude costuma reunir milhões de fieis. É quando jovens têm um encontro marcado com o Papa. Em 2013, o Papa Bento XVI vem pela primeira vez ao Rio.
Na última edição, em Madrid em 2011, a Jornada reuniu 2,5 milhões de pessoas. E foi lá que Bento XVI anunciou a sede do próximo encontro.
O símbolo da jornada no Rio de Janeiro foi escolhido por um conselho do Vaticano, entre mais de 200 trabalhos do mundo todo. E o autor é um jovem brasileiro, morador do município de Cantagalo, na Serra Fluminense. Gustavo Huguenin se sente abençoado. “É uma alegria muito grande saber que é a imagem que vai ser associada ao evento com o Papa”, comemora.
O Cristo Redentor, as curvas do Pão de Açúcar, a Cruz Peregrina, o verde e amarelo. Juntos em uma mensagem de amor. A mensagem da Igreja Católica especialmente para os jovens.
“Essa é a oportunidade de contribuir para um mundo melhor amanhã. Trazendo para que os jovens, com valores humanos, cristãos, ajudem essa sociedade a caminhar melhor”, Don Orani Tempesta, diz o arcebispo do Rio de Janeiro.
Não é esta:
É esta aqui a escolhida:
O Jornal Nacional, da Rede Globo, anunciou para todo Brasil a novidade em uma matéria completa e respeitosa, como tem sido a cobertura do JN sobre o assunto até então. Veja a reportagem logo acima e leia o texto da matéria, logo a seguir.
Parabéns a todos que trabalharam em mais esta importante etapa da JMJ Rio 2013. De modo especial, parabéns ao jovem empreendedor, Gustavo Huguenin, 25 anos, criador da logomarca vencedora da Jornada Mundial da Juventude Rio2013.
Confira tudo sobre a JMJ Rio 2013 no site http://www.rio2013.com/pt/
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Texto do Jornal Nacional
Foi divulgado nesta terça-feira (7), no Rio de Janeiro, o símbolo da 28ª Jornada Mundial da Juventude. O maior evento organizado pela Igreja Católica vai ser realizado pela primeira vez no Brasil, no ano que vem.
De braços abertos e colorido. O Cristo Redentor ficou iluminado com as cores das bandeiras dos 150 países que vão participar da Jornada Mundial da Juventude em julho de 2013.
Jovens do mundo inteiro vão se reunir no Rio de Janeiro. A cada edição, a Jornada Mundial da Juventude costuma reunir milhões de fieis. É quando jovens têm um encontro marcado com o Papa. Em 2013, o Papa Bento XVI vem pela primeira vez ao Rio.
Na última edição, em Madrid em 2011, a Jornada reuniu 2,5 milhões de pessoas. E foi lá que Bento XVI anunciou a sede do próximo encontro.
O símbolo da jornada no Rio de Janeiro foi escolhido por um conselho do Vaticano, entre mais de 200 trabalhos do mundo todo. E o autor é um jovem brasileiro, morador do município de Cantagalo, na Serra Fluminense. Gustavo Huguenin se sente abençoado. “É uma alegria muito grande saber que é a imagem que vai ser associada ao evento com o Papa”, comemora.
O Cristo Redentor, as curvas do Pão de Açúcar, a Cruz Peregrina, o verde e amarelo. Juntos em uma mensagem de amor. A mensagem da Igreja Católica especialmente para os jovens.
“Essa é a oportunidade de contribuir para um mundo melhor amanhã. Trazendo para que os jovens, com valores humanos, cristãos, ajudem essa sociedade a caminhar melhor”, Don Orani Tempesta, diz o arcebispo do Rio de Janeiro.
Maria Zezé é Diretora de Relações Institucionais do Instituto Eu Defendo
Pelo horário de verão, a TV Canção Nova irá entrevistar, às 22h, nesta terça-feira, a militante pró-vida, Maria Zezé. Na ocasião ela contará seu testemunho de vida! Para assistir aí no Rio de Janeiro, sintonize a TV Canção Nova, no canal 20 UHF (RJ). Pela internet é possível assistir toda programação da emissora por meio do site: www.cancaonova.com
A foto acima é do blog do Márcio Pacheco
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Dilma e Eleonora: “Agora vai, amiga!”
Para concorrer à prefeitura de Vitória, no Espírito Santo, a pró-aborto, ministra Iriny Lopes, deixou Secretaria de Políticas para as Mulheres. Para substituí-la, a primeira presidente pró-aborto, Dilma Rousseff, nomeou a também pró-aborto, Eleonora Menicucci – que foi colega de Dilma, na prisão, durante a ditadura militar, informou a Folha de S. Paulo.
Ela é Membro do Grupo de Estudos sobre Aborto (GEA), da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), desde 2008. Eleonora Menicucci é feminista de primeira hora, da chamada “segunda onda do feminismo brasileiro”, que acontece a partir de 1975, de acordo com um site referência para as feministas brasileiras.
No blog Contra o Aborto, William Murat: Secretaria para Promoção do Aborto tem nova ministra
No blog Eclesia Una, Everth Oliveira: Nova ministra, velho problema
Mais sobre: Em entrevistas, TODAS as ministras de Dilma apoiam aborto
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Preocupou-me a última declaração da Fundação
Komen na qual as referências à decisão de não mais fazer doações à
Planned Parenthood, o maior negócio de aborto nos EUA, foram abrandadas e
causaram, realmente, a impressão de que Komen – maior iniciativa
americana em pesquisas contra câncer de mama – cedera às pressões dos
abortistas.
Voltou ou não voltou atrás? Pesquisei bastante e, hoje, recebi o Friday Fax em português no qual Austin Ruse, responsável pelo C-FAM (grupo de pró-vidas que faz advocacy – defende o direito à vida – na ONU), comenta a declaração ambígua da Fundação Komen. Reproduzo na íntegra, mas, em resumo: não se sabe! Não é possível dizer que Komen voltou a financiar a Planned Parenthood… Contudo, os pró-vida estão sendo orientados a não mais manifestar apoio à Fundação enquanto a questão estiver nebulosa.
***
Declaração de Austin Ruse sobre a Fundação Susan G. Komen
Para comentários adicionais, por favor, telefone para 202-393-7002
Sexta-feira a Fundação Susan G. Komen fez um anúncio que parece que eles voltaram atrás na decisão de não financiar Planned Parenthood. Embora eu não acredite que eles tenham voltado atrás, pode ser que no final esse seja o caso. Não sabemos.
O que aconteceu nesta semana foi realmente uma campanha mafiosa de exploração por parte de Planned Parenthood contra a Fundação Susan G. Komen.
Planned Parenthood disse para a Fundação Komen: “Dê-nos dinheiro ou destruiremos vocês!” A grande imprensa os ajudou e incitou nesse sequestro.
Nessa altura, os ativistas pró-vida precisam cessar seu apoio à Fundação Susan G. Komen. Devemos esperar e ver o que acontece. Sabemos que há mais cinco verbas da Komen para Planned Parenthood no fluxo de dinheiro. Se mais verbas forem dadas, saberemos que perdemos e que a Planned Parenthood venceu.
Não lamento o trabalho que fiz durante os últimos dias nessa questão, nem nenhum ativista pró-vida deveria. Só lamento que não pudemos fazer mais para fortalecer Komen na sua luta contra a violenta e imensa indústria do aborto, a Planned Parenthood.
O que a semana mostrou é que a Planned Parenthood, uma organização que está sob investigação criminal em todos os lugares dos EUA, não parará por nada para manter seu controle sobre organizações como a Fundação Susan G. Komen.
Precisamos continuar a rezar por Nancy Brinker e todos os colegas dela na Fundação Susan G. Komen.
Austin Ruse é o presidente do C-FAM, um instituto de pesquisas com sede em Washington e Nova Iorque que trabalha exclusivamente em políticas sociais internacionais.
Todos os direitos reservados 2012. Concedemos permissão para uso ilimitado.
Só exigimos que sejam citados os autores e a fonte.
www.c-fam.org
Voltou ou não voltou atrás? Pesquisei bastante e, hoje, recebi o Friday Fax em português no qual Austin Ruse, responsável pelo C-FAM (grupo de pró-vidas que faz advocacy – defende o direito à vida – na ONU), comenta a declaração ambígua da Fundação Komen. Reproduzo na íntegra, mas, em resumo: não se sabe! Não é possível dizer que Komen voltou a financiar a Planned Parenthood… Contudo, os pró-vida estão sendo orientados a não mais manifestar apoio à Fundação enquanto a questão estiver nebulosa.
***
Declaração de Austin Ruse sobre a Fundação Susan G. Komen
Para comentários adicionais, por favor, telefone para 202-393-7002
Sexta-feira a Fundação Susan G. Komen fez um anúncio que parece que eles voltaram atrás na decisão de não financiar Planned Parenthood. Embora eu não acredite que eles tenham voltado atrás, pode ser que no final esse seja o caso. Não sabemos.
O que aconteceu nesta semana foi realmente uma campanha mafiosa de exploração por parte de Planned Parenthood contra a Fundação Susan G. Komen.
Planned Parenthood disse para a Fundação Komen: “Dê-nos dinheiro ou destruiremos vocês!” A grande imprensa os ajudou e incitou nesse sequestro.
Nessa altura, os ativistas pró-vida precisam cessar seu apoio à Fundação Susan G. Komen. Devemos esperar e ver o que acontece. Sabemos que há mais cinco verbas da Komen para Planned Parenthood no fluxo de dinheiro. Se mais verbas forem dadas, saberemos que perdemos e que a Planned Parenthood venceu.
Não lamento o trabalho que fiz durante os últimos dias nessa questão, nem nenhum ativista pró-vida deveria. Só lamento que não pudemos fazer mais para fortalecer Komen na sua luta contra a violenta e imensa indústria do aborto, a Planned Parenthood.
O que a semana mostrou é que a Planned Parenthood, uma organização que está sob investigação criminal em todos os lugares dos EUA, não parará por nada para manter seu controle sobre organizações como a Fundação Susan G. Komen.
Precisamos continuar a rezar por Nancy Brinker e todos os colegas dela na Fundação Susan G. Komen.
Austin Ruse é o presidente do C-FAM, um instituto de pesquisas com sede em Washington e Nova Iorque que trabalha exclusivamente em políticas sociais internacionais.
Todos os direitos reservados 2012. Concedemos permissão para uso ilimitado.
Só exigimos que sejam citados os autores e a fonte.
www.c-fam.org
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Terrível momento que o catolicismo vive nos EUA
quando, por um capricho de Obama, todos os empregadores são obrigados a
pagar contraceptivos para seus empregados, mesmo se os empregadores em
questão forem religiosos e religiosas católicos. Por “contraceptivos”
entenda também pílulas abortivas. Um grave atentado à liberdade
religiosa e à liberdade de consciência, o demonstram as charges a
seguir.

Obama: “Beije meu anel”. Placa na frente do bispo: “Igreja de Obama – Deposite seus princípios religiosos aqui”. Placa à esquerda: “Sermão de hoje à noite: Mandatos de Contracepção – Por que a sua assistência significa nada. Próxima semana: impedindo as ondas do mar de se mexerem”.

“Desculpem, católicos! A liberdade de religião não se aplica a vocês.”

Católicos indignados: “Quem te fez Papa?” Obama rasgando a constituição: “Nomeação de recesso” (substituto).

“Ocupem Wall Street”. “Mandato de Contracepção”.

“Católicos por Obama”. “Uma pequena prova da minha gratidão”.
Obama: “Beije meu anel”. Placa na frente do bispo: “Igreja de Obama – Deposite seus princípios religiosos aqui”. Placa à esquerda: “Sermão de hoje à noite: Mandatos de Contracepção – Por que a sua assistência significa nada. Próxima semana: impedindo as ondas do mar de se mexerem”.
“Desculpem, católicos! A liberdade de religião não se aplica a vocês.”
Católicos indignados: “Quem te fez Papa?” Obama rasgando a constituição: “Nomeação de recesso” (substituto).
“Ocupem Wall Street”. “Mandato de Contracepção”.
“Católicos por Obama”. “Uma pequena prova da minha gratidão”.
Senhoras e senhores, o polêmico exorcista de
Roma, Pe. Gabrielle Amorth está com livro novo na praça no qual conta
sobre os açoites que Bento XVI deu no capeta! Mais: o livro é escrito a
quatro mãos, com o vaticanista Paolo Rodari. “L’ULTIMO ESORCISTA – La
mia battaglia contro Satana” (O último exorcista – Minha batalha contra
Satanás) não tem edição em português, ainda, e conta com um capítulo
dedicado ao atual Papa, cujo pontificado é um grande exorcismo contra
Satanás.
Quer ler? Então baixa aqui um pdf, em português, com excerto do capítulo sobre Bento XVI. Segue um trecho do livro publicado no site Vatican Insider e traduzido pelos portugueses de É o Carteiro!:
O jipe dá uma volta larga. Depois sobe à parte superior da praça, a poucos metros da porta da basílica vaticana. O Papa sai e cumprimenta as pessoas das primeiras filas.
Quer ler? Então baixa aqui um pdf, em português, com excerto do capítulo sobre Bento XVI. Segue um trecho do livro publicado no site Vatican Insider e traduzido pelos portugueses de É o Carteiro!:
O jipe dá uma volta larga. Depois sobe à parte superior da praça, a poucos metros da porta da basílica vaticana. O Papa sai e cumprimenta as pessoas das primeiras filas.
Giovanni e Marco, ao mesmo tempo, começam a uivar. Deitados no pavimento, uivam. Uivam altíssimo.“Santidade Santidade, estamos aqui”, grita ao Papa uma das duas mulheres tentando atrair a sua atenção. Bento XVI volta-se, mas
não se aproxima. Ele vê as duas mulheres e vê, no chão, os dois jovens gritando, babando, tremendo, enraivecidos.
não se aproxima. Ele vê as duas mulheres e vê, no chão, os dois jovens gritando, babando, tremendo, enraivecidos.
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300 mil assinaturas para que o direito à vida, desde a concepção, seja incluído na Constituição do estado de São Paulo serão entregues à Assembléia Legislativa do Estado pelo Movimento Legislação e Vida da Diocese de Taubaté.
De acordo com a constituição de São Paulo, quando uma iniciativa consegue a adesão de 1% do eleitorado paulista, ou seja, 300 mil assinaturas, há caminho aberto para entrar com uma emenda de iniciativa popular, assim como foi o “ficha limpa”, no Brasil.
A iniciativa começou em 27 de novembro de 2010 e contou com o apoio da Comissão Regional em Defesa da Vida da CNBB Sul 1. Para o coordenador da campanha, Prof. Hermes Rodrigues Nery, que percorreu diversas paróquias e dioceses na coleta de assinaturas, “a exemplo do que aconteceu com 18 estados do México, São Paulo deverá ser o primeiro estado pró-vida do Brasil”.
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Atualização: a fundadora da Komen explica em
vídeo, em inglês, que as doações para Planned Parenthood cessaram
porque, entre outras coisas, os abortistas *não* promovem exame de
mamografia para as mulheres – eles mentiam que
faziam isso para receber verbas da Komen, mas aí descobriu-se que eles
meramente encaminhavam as mulheres para hospitais onde o exame era
feito. Segue vídeo:
***

A indústria do aborto, nos Estados Unidos, não conta mais com as doações da maior fundação americana de financiamento para pesquisas sobre câncer de mama, a Fundação Susan G. Komen. O anúncio foi feito ontem, 31 de janeiro, pela porta-voz da Komen, Leslie Aun.
A Fundação alegou que sua nova política interna não permite doações para instituições que estão sob investigação de autoridades governamentais por causa de conduta criminosa e “manuseio incorreto de verbas federais”, como acontece com a Planned Parenthood – maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos.
De 2009 a 2010 a rede de abortos recebeu $629.159 mil dólares da Fundação Komen. As mudanças na política interna da Fundação também influem sobre as doações para pesquisas com células-tronco: desde 30 de novembro de 2011 a Fundação determinou que os fundos para essas pesquisas só podem ser direcionados a estudos que não criam e não destroem embriões humanos.
Mensagens de apoio à Fundação Komen devem ser enviadas pelo email news@komen.org. O boletim Friday Fax, que divulga ações de militantes pró-vida na ONU, sugere que se envie a seguinte frase, em inglês: “Thanks for defunding Planned Parenthood”. O escritório da Komen, segundo Friday Fax, recebeu mais de duas mil mensagens de abortistas repudiando o fim de doações à indústria do aborto.
Mais informações: LifeSiteNews e Friday Fax em Português
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A indústria do aborto, nos Estados Unidos, não conta mais com as doações da maior fundação americana de financiamento para pesquisas sobre câncer de mama, a Fundação Susan G. Komen. O anúncio foi feito ontem, 31 de janeiro, pela porta-voz da Komen, Leslie Aun.
A Fundação alegou que sua nova política interna não permite doações para instituições que estão sob investigação de autoridades governamentais por causa de conduta criminosa e “manuseio incorreto de verbas federais”, como acontece com a Planned Parenthood – maior rede de clínicas de aborto dos Estados Unidos.
De 2009 a 2010 a rede de abortos recebeu $629.159 mil dólares da Fundação Komen. As mudanças na política interna da Fundação também influem sobre as doações para pesquisas com células-tronco: desde 30 de novembro de 2011 a Fundação determinou que os fundos para essas pesquisas só podem ser direcionados a estudos que não criam e não destroem embriões humanos.
Mensagens de apoio à Fundação Komen devem ser enviadas pelo email news@komen.org. O boletim Friday Fax, que divulga ações de militantes pró-vida na ONU, sugere que se envie a seguinte frase, em inglês: “Thanks for defunding Planned Parenthood”. O escritório da Komen, segundo Friday Fax, recebeu mais de duas mil mensagens de abortistas repudiando o fim de doações à indústria do aborto.
Mais informações: LifeSiteNews e Friday Fax em Português
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Ivanaldo Santos, filósofo
Até o ano de 2010 a grande mídia, o governo, os partidos políticos de esquerda e ONGs ligadas ao movimento pró-aborto apresentavam o aborto como uma unanimidade nacional. Nas reportagens da grande mídia, nos discursos políticos, nos projetos de Lei, principalmente do PT, e nos encontros organizados por entidades pró-aborto só se falava que o aborto era uma necessidade nacional, que o povo brasileiro queria e precisa desesperadamente da legalização do aborto e coisas semelhantes. Até o ano de 2010, se dizia, por exemplo, que era preciso se fazer um amplo debate sobre o aborto e que apenas uma minoria de reacionários e conservadores é que eram contrários a essa prática.
Nas eleições presidenciais de 2010, quando a então defensora do aborto, a Sra. Dilma Rousseff, mudou de ideia e passou a ser defensora da vida humana, a sociedade brasileira resolveu seguir o conselho da grande mídia, do governo, do PT e de outros grupos favoráveis ao aborto, ou seja, a sociedade resolveu debater, de forma aberta, a questão do aborto. Esse debate se deu principalmente por meio da internet.
Curiosamente, ao contrário do que se dizia na grande mídia, no governo e em outros setores pró-aborto, a sociedade civil brasileira se apresentou majoritariamente contrária a legalização do aborto. Inclusive o tema do aborto, que foi colocado de forma indireta por meio de blogueiros independentes, terminou mudando o rumo da campanha eleitoral de 2010. Uma campanha que estava destinada a ser sem graça, sem novidades e ter o coroamento da vitória esmagadora da candidata do PT no primeiro turno. Por causa do apoio a legalização do aborto a então candidata, a Sra. Dilma Rousseff, quase perdeu a eleição e deve que mudar de opinião. O aborto foi o diferencial na campanha eleitoral de 2010.
O que vimos em 2010 foi que, ao contrário do que se dizia na época, a sociedade brasileira não é a favor dessa prática desumana e não são grupos minoritários que criticam essa prática. Pelo contrário, a grande maioria da população faz duras e severas críticas ao aborto. Devido a isso, de forma surpreendente, o aborto simplesmente sumiu da pauta da mídia, do governo, do PT, das ONGs, etc. Parece até que nunca se falou de aborto no Brasil.
O problema é que em 2012 teremos novas eleições. Dessa fez para prefeitos e vereadores. É claro que prefeitos e vereadores não criam ou modificam as leis, mas são agentes políticos e, por causa disso, têm poder de influenciar na construção das leis. Sem contar que a prefeitura de algumas cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, têm projeção e influência política nacional, incluindo o congresso. Por causa disso as eleições 2012 são importantes tanto a nível nacional como dos interesses políticos no congresso.
Um dos temas que, com toda certeza, voltará à pauta é o aborto. Por mais que a grande mídia, o governo, o PT e outros setores políticos tentem apagar e abafar, esse é um tema que está sendo discutido e debatido nas ruas. As ruas falam uma linguagem diferente daquela que é falada pela mídia e pelos partidos políticos. As ruas falam do aborto e querem saber o que pensam os candidatos a prefeitos e a vereadores. O povo brasileiro não quer que o aborto seja legalizado e, por isso, está curioso para saber o que pensam os candidatos sobre esse e outros temas morais.
Por exemplo, em São Paulo, grande e importante colégio eleitoral, qual a posição do pré-candidato ou candidato Fernando Haddad (PT) sobre o aborto e outros temas morais? Vale salientar que até poucos dias atrás ele era o ministro da educação, um importante e estratégico ministério. Um ministério que deve, teoricamente, promover a educação do cidadão brasileiro. Então, o que pensa o ex-ministro sobre o aborto e outros temas?
O que pensam os grandes candidatos a prefeitos de cidades, como, por exemplo, Rio de Janeiro e Porto Alegre? Serão defensores do aborto? Ou serão aqueles políticos que em entrevistas concedidas a intelectuais dizem que o Brasil precisa legalizar o aborto e quando chegam diante do povo dizem que são contrários a essa prática desumana? A questão está posta. Engana-se quem pensa que o aborto é um assunto que morreu em 2010. Pelo contrário, é um tema que nasceu nesse ano. O cidadão brasileiro está atento às ideias e posturas dos candidatos sobre esse e outros temas morais.
Publicado em Pró-vida | 5 Comentários »
O presidente está nos dizendo que temos um ano para descobrir como violar as nossas consciências.” – Cardeal nomeado, Timothy Dolan, arcebispo de Nova Iorque e presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB, em inglês), através de comunicado de imprensa datado de 20 de janeiro.Obamaborto resolveu impor a contracepção inclusive às instituições católicas. Elas têm até agosto de 2013 para custear esterelização e contraceptivos de efeito abortivo para seus funcionários. Seria cômico se não fosse trágico! Obviamente, um verdadeiro atentado à liberdade religiosa nos Estados Unidos. Mas o legal é que os bispos se posicionaram! Até o reitor de Notre Dame, aquela universidade católica que convidou Obamaborto para discursar, Pe. John Jenkins, criticou Obamborto depois dessa.
Saiba mais em Zenit: As igrejas não querem ser obrigadas a financiar a contracepção
Publicado em Eu li | 6 Comentários »
“A palavra é… Nascituro!”
estreia meu Storify! Ainda não tenho o plugin aqui no blog para evitar
colocar o link ao invés de colocar a história aqui mesmo… Vamos ver como
resolver isso.
Por enquanto, tem que clicar e ler. Causou um alvoroço a MP 557 por
causa do termo “nascituro” e os militantes pró-aborto, em sua maioria,
reclamaram. O que achei curioso: na pesquisa que fiz, só encontro
menções recentes a “nascituro” em São Paulo, Rio, Brasília e Santa
Catarina (pesquisei o nome de todos os estados). A verdade é que certas
discussões só existem onde os grupos que as fabricam tem alguma
representação. O Brasil não vai tão mal assim… A gente é que está
precisando parar essa minoria fã de factóides. Façamos.
Publicado em Eu li | 2 Comentários »
Moisés desce o Monte Sinai. Escultura em Madeira feita por Curt E. Teichmann – Igreja Matriz do Santíssimo Sacramento, Itajaí, Santa Catarina.
Moisés não entrou na Terra da Promessa, mas fez o que devia fazer: se consumiu na missão que Deus lhe confiou para libertar, orientar e salvar o povo de Israel. A minha missão é bem mais simples, graças a Deus… E enquanto a desenvolvo tenho o prazer de poder contemplar várias terras abençoadas que, me desculpe Moisés, não perderiam em beleza para a terra prometida. Foi assim no final de semana do aniversário de 5 anos deste blog.
O aniversário mesmo foi dia 29 de janeiro e, pra variar um pouco, a comemoração passou despercebida por mim, mas eu comemorava com um jantar siciliano com Farsumagru (prato típico italiano de carne!), delicioso, a convite do Rodrigo (o amigo designer que fez o heading do blog aí em cima, que eu chamo de Paz na Terra Ventre) em Itajaí e em Balneário Camboriú.
Ricardo, eu e Rodrigo, no day after do Farsumagru pelas telelentes do Dienac (que pode comer comida italiana sempre que quiser!)
Acabei ficando por lá o final de semana e conheci, senhoras e senhores, uma imagem católica tridimensional – como tantas outras – de Moisés! É a imagem que está na abertura deste post comemorativo (e que eu encontrei no blog do Pe. José Artulino Besen). Para quem se pergunta onde estão os santos do Antigo Testamento em nossas igrejas, eis aí uma boa resposta. Moisés, por exemplo, está sobre o púlpito da Igreja Matriz Santíssimo Sacramento, em Itajaí – que poderia ser catedral, mas isso é outro assunto.
Em destaque, à esquerda, Moisés sobre o púlpito da Igreja Matriz de Itajaí
Foi legal encontrá-lo. Moisés era, certamente, um abolicionista como todos nós que nos consumimos pela missão pró-vida para abolir o aborto – o que quer dizer: torná-lo inexistente, impensável! É uma missão mais simples que a do profeta no sentido de que ela é dividida por todos nós e não está sob a responabilidade de somente uma pessoa. E é preciso consumir-se, gastar-se, sem desesperar.
Acredito que tenho feito isso nesses cinco anos por meio de O Possível e O Extraordinário. A verdade é que não sabemos o bem que fazemos quando fazemos o bem! É fato, mais que uma frase bonita. E eu nem digo isso por considerar-me algo de importante, mas para estimular e mover quem quer que seja. Vale a pena. Vale muito a pena insistir na Cultura da Vida que, muito mais que um movimento ou militância, é na verdade nossa essência.
A vida é nosso primeiro chamado, o direito mais fundamental. Defender e preservar a vida dos menores dentre nós vale todo o custo e é sempre possível independentemente dos recursos que temos… Basta a esta causa a nossa própria vida – que nem é nossa, na verdade, mas de seu autor.
São cinco anos bem vividos… E, como sempre, me pergunto se já não foi tempo suficiente. Se esta é só uma forma de prosseguir, então existem muitas outras – e elas existem mesmo! Anseio por elas, não importando se estou ou não preparado.
Mais amigos, mais amor, mais saúde e sorte. Até aqui foi tudo muito bom, pessoal! Vamos além. É o que desejo ao apagar as velinhas de cinco anos de O Possível e O Extraordinário.
Obrigado.
Extramuros
Suely Façanha
Para além destes montes olhos esperam uma aurora não fulgaz
Para além destes muros corações duros ansiosos demais
Para além das minhas feridas tantas vidas buscam algo mais
Pois só em ti encontraram a verdadeira paz
Para além dos meus medos o teu segredo precisa se espalhar
Para além das minhas lutas guerras bem maiores precisam cessar
Para além das minhas fronteiras a tua bandeira preciso levantar
Sim, eu quero ser semente do teu Reino de Amor
Espalhar a tua vida por onde eu for
Para além dos horizontes como um grito ecoar
Aos confins de toda terra anunciar
o teu amor…
Publicado em Estréia | 8 Comentários »
Pela primeira vez na história os bispos católicos do
Uruguai fizeram um documento denunciando o esforço bilionário pela
legalização do aborto no país – e na américa latina. Sobre o assunto,
Pe. Paulo Ricardo gravou o vídeo acima pedindo nossa solidariedade aos
bispos, no Uruguai! É simples: basta escrever um email para eles, em
português mesmo, dizendo sobre o seu apoio aos bispos. Façamos com
pressa, o exemplo desses bispos é muito importante.
Conferencia episcopal de Uruguay
ceusecre@adinet.com.uy
Diócesis de Salto, Obispo Mons. Pablo Jaime Galimberti Di Vietri
obispadodesalto@adinet.com.uy
Diócesis de Tacurembó, Obispo Mons. Julio César Bonino
recepcióntbo@adinet.com.uy; ceutbo@adinet.com.uy; ceurivera@adinet.com.uy
Diócesis de Melo, Obispo Mons. Heriberto Bodeant
obispadodemelo@hotmail.com; vicariapastoralmelo@gmail.com; frmabbtd@adinet.com.uy
Diócesis de Minas, obispo Mons. Jaime Rafael Fuentes
obispojaime@gmail.com
Diócesis de Maldonado, Obispo Mons. Rodolfo Wirz
ceumaldo@adinet.com.uy
Canelones, Obispo Mons. Alberto Sanguinetti Montero
cancillería.can@adinet.com.uy; curiacan@adinet.com.uy
Diócesis de Florida, Obispo Mons. Martín Pérez Scremini
pescre1@yahoo.com.ar, mariboz@hotmail.com
Arquidiócesis de Montevideo, Obispo Mons. Nicolas Domingo Cotugno Fanizzi
vicariopastoral@gmail.com;secretariadjunta@arquidiocesis.net
Diócesis de San Jose Mayo, Obispo Mons. Arturo Eduardo Fajardo Bustamente
catsj@redfacil.com.uy
Diócesis de Mercedes, Obispo Mons. Carlos María Collazzi
obismerc@adinet.com.uy
Conferencia episcopal de Uruguay
ceusecre@adinet.com.uy
Diócesis de Salto, Obispo Mons. Pablo Jaime Galimberti Di Vietri
obispadodesalto@adinet.com.uy
Diócesis de Tacurembó, Obispo Mons. Julio César Bonino
recepcióntbo@adinet.com.uy; ceutbo@adinet.com.uy; ceurivera@adinet.com.uy
Diócesis de Melo, Obispo Mons. Heriberto Bodeant
obispadodemelo@hotmail.com; vicariapastoralmelo@gmail.com; frmabbtd@adinet.com.uy
Diócesis de Minas, obispo Mons. Jaime Rafael Fuentes
obispojaime@gmail.com
Diócesis de Maldonado, Obispo Mons. Rodolfo Wirz
ceumaldo@adinet.com.uy
Canelones, Obispo Mons. Alberto Sanguinetti Montero
cancillería.can@adinet.com.uy; curiacan@adinet.com.uy
Diócesis de Florida, Obispo Mons. Martín Pérez Scremini
pescre1@yahoo.com.ar, mariboz@hotmail.com
Arquidiócesis de Montevideo, Obispo Mons. Nicolas Domingo Cotugno Fanizzi
vicariopastoral@gmail.com;secretariadjunta@arquidiocesis.net
Diócesis de San Jose Mayo, Obispo Mons. Arturo Eduardo Fajardo Bustamente
catsj@redfacil.com.uy
Diócesis de Mercedes, Obispo Mons. Carlos María Collazzi
obismerc@adinet.com.uy
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Já pensou servir no maior evento de jovens da galáxia? Pense com carinho nessa ideia e não deixe pra depois: aliste-se, já, como voluntário da Jornada Mundial da Juventude 2013!
Um evento que muda tudo na sua vida e na vida de todos aqueles que você vai ajudar a descobrir mais sobre a pessoa de Jesus Cristo. Acredite! Tudo de bom pode acontecer. Seja um voluntário da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro. Mais informações: http://www.rio2013.com/pt/participe
Publicado em Amizade | 30 Comentários »
Confira como foi a Marcha pela Vida em Washington DC no dia 23/01/12
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Mas que boa notícia! Ruim para eles, excelente para o mundo. Debra Sweet, diretora da organização abortista “O Mundo não Pode Esperar” (The World Can’t Wait), está muito preocupada, coitada! Ela declarou à agência France Press (AFP) que 2011 foi o pior ano para a causa abortista, nos Estados Unidos. É que os pró-vida, por lá, conseguiram promulgar 92 leis em nível federal ou estatal que restringem o “direito” ao aborto, além das que limitam o direito à anticoncepção.
A AFP também registra a preocupação dos ativistas pró-aborto com relação aos períodos de reflexão obrigatórios antes do aborto e a ultrassonografia prévia à interrupção da gravidez, junto com os cortes orçamentários para as clínicas que fazem abortos e os serviços de planejamento familiar.
E vem mais um projeto pró-vida por aí. Nesta semana mesmo o movimento National “Right to Life” (NRLC, Direito à Vida), anunciou projeto de lei para proibir o aborto após as 20 semanas no distrito de Washington. A norma, já aprovada em cinco estados, reconhece que o feto desta idade “sente a dor” durante o procedimento, o que proíbe a sua realização.
Espero que os americanos demonstrem sua resistência pró-vida descartando Obama – um abortista extremista! – nas próximas eleições. E um dado mais legal ainda para finalizar o post é que recente pesquisa demonstra que 51% dos americanos são contrários ao aborto.
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Mas que boa notícia! Ruim para eles, excelente para o mundo. Debra Sweet, diretora da organização abortista “O Mundo não Pode Esperar” (The World Can’t Wait), está muito preocupada, coitada! Ela declarou à agência France Press (AFP) que 2011 foi o pior ano para a causa abortista, nos Estados Unidos. É que os pró-vida, por lá, conseguiram promulgar 92 leis em nível federal ou estatal que restringem o “direito” ao aborto, além das que limitam o direito à anticoncepção.
A AFP também registra a preocupação dos ativistas pró-aborto com relação aos períodos de reflexão obrigatórios antes do aborto e a ultrassonografia prévia à interrupção da gravidez, junto com os cortes orçamentários para as clínicas que fazem abortos e os serviços de planejamento familiar.
E vem mais um projeto pró-vida por aí. Nesta semana mesmo o movimento National “Right to Life” (NRLC, Direito à Vida), anunciou projeto de lei para proibir o aborto após as 20 semanas no distrito de Washington. A norma, já aprovada em cinco estados, reconhece que o feto desta idade “sente a dor” durante o procedimento, o que proíbe a sua realização.
Espero que os americanos demonstrem sua resistência pró-vida descartando Obama – um abortista extremista! – nas próximas eleições. E um dado mais legal ainda para finalizar o post é que recente pesquisa demonstra que 51% dos americanos são contrários ao aborto.
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Boa notícia! Com o fim da era Zapatero o Governo
espanhol vai modificar a lei do aborto (Lei Orgânica de saúde sexual e
reprodutiva e da interrupção voluntária da gravidez…). A ideia é obrigar
que menores de idade tenham autorização dos pais para abortar! Pois é.
Grande coisa, né? Quer dizer que se tiver autorização pode matar? Mas,
enfim, se dá para colocar uma restrição que seja ao aborto já é algo
louvável.
A lei vigente desde julho de 2010 exige apenas que os pais sejam informados de que suas filhas entre 16 e 17 anos irão abortar sempre que alegarem não existir risco de violência doméstica, ameaças, coações, maus-tratos ou desamparo. Em outras palavras: aborto livre até a 14ª semana e a 22ª em caso de risco de vida ou saúde da mulher ou graves anomalias no feto.
Rezemos pelo sucesso da reforma. E que possam vir muitas outras até que, enfim, as leis favoreçam a vida humana como tem que ser e proiba-se o aborto.
Li no Terra.
A lei vigente desde julho de 2010 exige apenas que os pais sejam informados de que suas filhas entre 16 e 17 anos irão abortar sempre que alegarem não existir risco de violência doméstica, ameaças, coações, maus-tratos ou desamparo. Em outras palavras: aborto livre até a 14ª semana e a 22ª em caso de risco de vida ou saúde da mulher ou graves anomalias no feto.
Rezemos pelo sucesso da reforma. E que possam vir muitas outras até que, enfim, as leis favoreçam a vida humana como tem que ser e proiba-se o aborto.
Li no Terra.
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Olha, não é novidade: a bandeira feminista é que as mulheres sejam (os piores tipo de) homens com alguns direitos a mais, como matar sem punição, por exemplo (é o caso do aborto). Quem não sabe disso vai ficar chocado com a notícia a seguir que de tão esdrúxula e ofensiva parece ficção… Mas, infelizmente, é real.
Especialista em ética da Inglaterra quer que mulheres abandonem maternidade e usem úteros artificiais. Sim, lembra aqueles filmes de terror, de ficção científica sobre o fim da humanidade… Crianças sendo geradas por ectogênesis (úteros artificiais). Tudo isso porque, segundo a feminista Dra. Anna Smajdor, “a gravidez é uma condição que provoca dor e sofrimento, e que afeta somente as mulheres. O fato de que os homens não precisam passar pela gravidez para ter um filho com ligações genéticas, ao passo que as mulheres precisam, é uma desigualdade natural”, ela conta num artigo que apareceu recentemente na revista Cambridge Quarterly of Healthcare Ethics.
Admirável mundo novo! Por que para essas feminazis acabar com as diferenças entre homens e mulheres é acabar com as mulheres? Se elas se importam tanto assim com as mulheres, a “lógica” daninha seria acabar com os homens e fazer todos terem úteros e se comportarem como mulheres, ou não? Como posso eu defender tanto a mulher ao ponto de querer que ela seja um… Um… Um homem?!
O feminismo é o machismo mais nojento de todos. É assassino, nazista, desumano sem igual. Só não vê quem não quer… Vamos então, no futuro, sermos filhos de chocadeiras? Todo mundo feito em laboratório, é isso mesmo que esta louca defende em nome da ética?!
Aprendi que o método desse pessoal é chocar-nos com as metas finais deles para que assim possam nos amortecer com as metas secundárias deles… É o que eles vêm fazendo o tempo todo.
Para ler mais, visite o blog do ativista pró-vida e pró-família, forçado ao autoexílio, Julio Severo.
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O Catequista é um blog atraente, divertido e muito católico. Ah, se no meu tempo de catequese a gente tivesse acesso a um blog assim! O post Dom Keller, Cyber Bispo é um exemplo do que não podemos deixar de ler quando estivermos por lá.
Mas para sua comodidade… Risos… Eu resolvi copiar e
colar por aqui também. Vale a pena conhecer esse bispo que dá a todos
os outros uma lição sobre o ciberespaço: não basta estar conectado, tem
que participar!
Leia, divirta-se e visite: O Catequista
***
Por A Catequista
Em destaque, o brasão episcopal de Dom Antonio Carlos Rossi Keller.
Em meio ao recente twitaço em defesa do Papa Bento XVI contra as
calúnias do Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), chamou a atenção de muitos
participantes a atuação vigorosa de Dom Keller, bispo da diocese de
Frederico Westphalen-RS. Talvez esta impressão seja equivocada, mas,
pelo visto, ele foi o único bispo a colaborar com a divulgação da hashtag #RetrateseDepJeanWyllys.Esses foram alguns de seus twits:
Essa não é a primeira vez que os católicos contam com a sua companhia entusiasmada – e entusiasmante – em mobilizações religiosas no microblog: em dezembro do ano passado, Dom Keller também deu a maior força ao protesto contra o ataque da TV Record à Jornada Mundial da Juventude, que acontecerá no Rio de Janeiro em 2013.
A presença de sucessores dos Apóstolos na web não é nenhuma novidade; entretanto, alguns fatores tornam a figura de Dom Keller especialmente interessante. No Twitter, por exemplo, a maioria dos bispos parece que está ali só para constar… O perfil de alguns é certamente administrado por algum assessor (isso não é uma crítica, é obvio que nenhum deles tem a obrigação de se dedicar pessoalmente a isso). Dom Keller, por sua vez, diferencia-se por interagir frequentemente com aqueles que se dirigem a ele na rede social e por dizer coisas que muitos pastores não têm coragem de dizer publicamente.
Dom Keller também alimenta um blog e possui dois perfis no Facebook (para driblar o limite máximo de amigos). Segundo ele “A internet é um trabalho de presença, de estar junto para que as pessoas tenham alguém que as escute e com quem possam desabafar” (1). Desta forma, procura atender com solicitude ao convite que Bento XVI fez aos sacerdotes em 2010:
“…o mundo digital abre perspectivas e concretizações notáveis ao incitamento paulino: ‘Ai de mim se não anunciar o Evangelho!’ (1 Cor 9,16).
(…)
“Ora, aos presbíteros é pedida a capacidade de estarem presentes no mundo digital em constante fidelidade à mensagem evangélica (…), e anunciar o Evangelho recorrendo não só aos media tradicionais, mas também ao contributo da nova geração de audiovisuais (fotografia, vídeo, animações, blogues, páginas internet) que representam ocasiões inéditas de diálogo e meios úteis inclusive para a evangelização e a catequese.” (2)
QUEM É DOM KELLER?
Frederico Westphalen é uma pequena Diocese do Rio Grande do Sul, que fica próxima à divisa com o estado de Santa Catarina. Dom Antonio Carlos Rossi Keller, nascido em São Paulo, foi nomeado bispo desta localidade em 2008, pelo Papa Bento XVI.
É importante ressaltar que, apesar da brincadeira que fizemos no título, ele é muito mais do que um CyberBispo. O seu apostolado virtual é simplesmente a extensão de uma relevante vida episcopal no mundo real. Sua fama é de pastor zeloso com o rebanho de Cristo, que busca sempre estar em comunhão com o Papa.
Eis um exemplo, que deveria ser seguido pelos bispos de todo o Brasil: há cerca de um mês, Dom Keller divulgou uma “Notificação a respeito da recepção da Sagrada Eucaristia”, onde informa sobre a instalação de um genuflexório para a Comunhão de joelhos na Catedral de Frederico Westphalen. Eis um trecho do documento:
“…o Bispo Diocesano distribuirá sempre que possível, a Sagrada Comunhão para pessoas ajoelhadas em genuflexório, colocado no corredor central da Catedral. Os demais sacerdotes e Ministros Extraordinários da Comunhão Eucarística continuarão a distribuir a Comunhão nos outros locais, para as pessoas que costumam comungar nas demais formas.” (3)Dom Keller pede ainda que os padres de sua Diocese façam o mesmo em suas paróquias. O objetivo é fazer valer o direito dos fiéis e estar em sintonia com o desejo do Papa de “fortalecer uma visão de sacralidade que a Sagrada Eucaristia deve sempre ter na vida do cristão”.
Dá pra notar que Dom Keller assume por vezes uma postura bastante informal e bem-humorada na internet, sem nunca deixar de levar a Tradição muito a sério. E é por isso que destacamos aqui o seu trabalho de evangelização: a sua rica presença virtual anima os demais fihos da Igreja a perseverar na luta pela glorificação de Cristo em todos os lugares, inclusive na web.
#TamoJunto
Notas:
(1) Site da CNBB Sul 3. A Igreja na era dos iPadres. 22.01.2012
(2) Site do Vaticano. Mensagem do Papa Bento XVI para o 44º Dia Mundial das Comunicações Sociais. 16.05.2010
(3) Blog Encontro com o Bispo. Notificação a respeito da recepção da Sagrada Eucaristia. 22.12.2011
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10 mil menções é o número aproximado do memorável tuitação #RetrateSeDepJeanWyllys. Foram exatamente 9.778 menções importantes, aquelas que foram retuitadas ou que continham algum link sobre o assunto. Porém, houve mais!
Mas isso é muito ou pouco? Olha, se fossem votos, dava para eleger um BBBputado odioso se o quoeficiente eleitoral ajudasse! =D Mas vamos ser justos. Vamos ser justíssimos! As menções contrárias ao nosso tuitaço de abertura dos trabalhos de 2012 somaram 3.283. Só. Quantos BBBputados odiosos, com ajuda do quoeficiente eleitoral, a gente elegeria se esses números fossem votos? Nenhum? Eu ouvi nenhum? Oi? =D
Fin, fá, fun! A gente brinca para seguir em frente depois de tudo isso, não é mesmo? São Tomás de Aquino, cuja festa vou comemorar em Balneário Camboriú, no próximo sábado, dizia que “o brincar é necessário para (levar uma) a vida humana” (Tomás de Aquino, Suma Teológica II-II, 168, 3, ad 3)… E é verdade. Ao contrário da militância odiosa, anti-cristã e “irretratável”, nós somos a alegria, a esperança e bons de tuitaço.
Por tudo o que vivemos nessa semana, obrigado. Pelo que viveremos… Sim!
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Tolerância, tolerância, onde está? Onde está? É só para o vício, é só para o vício, pra nós não! Pra nós perseguição!” – Hino dos cristãos perseguidos pela militância gayzista e anti-religião.As cenas que você vai assistir agora são chocantes. Imagens jamais vistas em todos estes anos de tolerância, no Brasil. São um retrato verdadeiro da situação de agressividade e deboche que avança contra os valores do maior país católico do mundo.
Aconteceu em Minas Gerais. Um grupo de católicos foi às ruas da pacata Divinópolis, no dia 18 de janeiro, para divulgar a mensagem religiosa contrária às práticas homossexuais. Nada novo! O catolicismo, como qualquer religião tradicional, reconhece que a prática homossexual é um ato contra a natureza do homem.
A mensagem foi bem recebida pelos mineiros que, por duas horas, afluíram até o grupo para conhecer mais a respeito do Catecismo contra o Homossexualismo e compreender que já está em curso, no Brasil, um movimento para prender religiosos que não concordam com o casamento homossexual, chamado agora, pela militância gay, de “casamento igualitário” para melhor ludibriar a população.
Após duas horas um pequeno grupo de representantes da ideologia gayzista resolveu confrontar os católicos, sem mais, nem menos. Tentando intimidar os religiosos, o grupo contrário às religiões fez provocações na frente de uma imagem de Nossa Senhora e, depois de pintarem os rostos, partiram até mesmo para o confronto corpo a corpo com os religiosos, empurrando-os.
Foram envergonhados. Para cada tentativa de intimidação uma resposta alta e clara que denunciava publicamente a estratégia dos militantes pró-ditadura-gay: ridicularizar e calar os que pensam diferente deles, colocar em prática o PL-122. Mas não deu certo! Para cada grito de perseguição religiosa eles ouviram:
“Quem provoca reconhece que não tem argumento!”
“Brasil, sim! Sodoma, não! Isso é perseguição!”
“Agressores, agressores!”
“Tolerância, tolerância, onde está? Onde está? É só para o vício, é só para o vício, pra nós não! Pra nós perseguição!”
“Não há, ó gente, ó não, maior absurdo nesta nação! Não há, ó gente, ó não… Cumprir a lei de Deus agora é discriminação!”
Aprenderam?
Após vencerem o confronto com os provocadores, pacificamente, o grupo católico rezou o terço e foi acompanhado por alguns que estavam por perto.
A polícia foi chamada desde o início para evitar que os católicos fossem alvo da violência por parte dos agressores. Não percebi, no vídeo, a presença dos policiais! Havia uma câmera e um microfone de uma rede de TV. Só. Quem estava pregando sobre sua própria fé parecia estar ali sem qualquer proteção, senão a divina.
O Brasil, como sabemos, é outro. Havia um tempo em que os católicos deviam achar tudo normal e enfiarem a cabeça na terra, como um avestruz. Mas esse tempo passou… As pessoas descobriram que o fato de rezarem não lhes faz cidadãs de segunda classe! E que elas podem e devem ser respeitadas.
O bom convívio com o diferente não se faz com deboche ou intimidação. Há liberdade para espalhar ideias tortas sobre o catolicismo, sobre o Papa, da mesma forma que há liberdade para se fazer o que é certo e, anunciar, sim, a fé que se pratica. Anunciar as flores dessa fé, mas também seus espinhos, suas mensagens menos desejadas.
Assista ao vídeo, faça uma oração e esteja pronto… O próximo alvo católico pode ser você.
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Basicamente, um país tem as leis que aceita. Embora seja importante a cultura política dos políticos, é também importante a cultura política dos cidadãos.” – Monsenhor Angel Rodriguez Luño, professor ordinário de Teologia Moral da Universidade Pontifícia da Santa Cruz de Roma, e consultor da Congregação para a Doutrina da Fé.Li em Zenit, referente às Conferências na Universidade Católica Santo Antônio de Murcia. Leia também: A dimensão ética-política da bioética
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Touché pas a mon Pape! Manifestação dos católicos franceses realizada em 19 de abril de 2009 contra a perseguição anti-católica, na França.
Confesso que fiquei impressionado! Continua ainda hoje o protesto em defesa da honra do Papa, por meio da rede social Twitter (onde são enviadas mensagens curtas com até 140 caracteres). No protesto, centenas de católicos pediram retratação do deputado federal pelo Rio de Janeiro, Jean Wyllys, voz do partido de esquerdistas fanáticos, o PSOL.
“Potencial genocida” foi a forma como o deputado se referiu ao Papa no site de uma revista semanal. Tudo porque, mal informado, Jean Wyllys acreditou que o Papa culpava exclusivamente o casamento gay pelas ameaças à família e à própria humanidade. Ora, é óbvio que o casamento gay é uma ameaça a toda humanidade, mas não é a única e exclusiva ameaça e o Papa jamais disse o contrário.
Para entender melhor o assunto que mobilizou tantas pessoas (e eleitores) basta ler a notícia veiculada por ACI Digital: Deputado gay ataca o Papa Bento XVI com informações falsas da Reuters.
O protesto foi grande o suficiente para alcançar os “Trends Topics” (TTs), a lista de assuntos mais discutidos no Twitter. Por duas horas a hashtag do protesto (a frase de protesto), #RetrateSeDepJeanWyllys, ficou na lista dos TTs em segundo lugar, perdendo apenas para o assunto que mobilizou todos os internautas, ontem: a ação do FBI contra o site MegaUpLoad. Nada mau, não? Concorrer com o uma ação do FBI não é pra todo assunto.
Essa foi a primeira vez, em 2012, que os católicos se mobilizaram, pelas redes sociais, contra demonstrações anti-católicas, no Brasil. Mas, em 2011, ação semelhante aconteceu no protesto contra a tentativa da Rede Record de desqualificar a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) que será sediada ano que vem, no Rio de Janeiro.
O que está acontecendo?
É a juventude do Papa. Precisa dizer mais alguma coisa? Bento XVI, como João Paulo II, também arrasta multidões… E agora pela internet! Não existe um “grupo pequeno responsável pela autoria” desses movimentos pelas redes sociais. A verdade é que as pessoas, pelas redes, agora têm um espaço que lhes permite maior expressão.
Um caminho “não-institucional” eu diria. Imagine uma manifestação dessa numa BOA paróquia… Primeiro o padre quereria saber o que pensa o pároco, que quereria saber o que pensa o bispo, que quereria saber o que pensa a CNBB,
E no que deu esse tal tuitaço, afinal? Em liberdade. Tudo o que o PSOL se opõe, tudo o que Jean Wyllys se opõe! Liberdade. Digo isso depois que avaliei as mensagens. Obviamente não li todas! Seria impossível para uma pessoa só. Mas vi muita gente que em outra ocasião falaria nada por temer sua liberdade…
O que dirão de mim se eu for livre? Dirão que ser livre não é amor, não é cristão, não é sequer legalizado. Mas o que importa? Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Galátas 5,1.
Somos livres para fazermos o que é certo. Façamos.
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Na verdade, MAIS de 25% das pessoas com AIDS, NO
MUNDO, recebem algum tratamento por causa do Papa, seja esse tratamento
direcionado diretamente a essas pessoas ou ao cuidado com os filhos que
elas deixam órfãos. MAIS de 25% pois o dado é de 2001… De lá pra cá,
com certeza, o número aumentou.
Precisamente, este foi o dado que eu peguei para divulgar, ontem, 19/01, no tuitaço #RetrateSeDepJeanWyllys:
Approximately 12% of all AIDS care worldwide is provided by Catholic church organizations, while 13% is provided by Catholic nongovernmental organizations, meaning that Catholic church-related organizations are providing some 25% of the AIDS care worldwide-making it the largest institution in the world providing direct AIDS care. – The Church Response to AIDS, http://www.condoms4life.org/facts/lesserEvil.htm#a30.
Traduzindo: Aproximadamente 12% de todos os tratamentos referentes à AIDS, no mundo, são fornecidos por organizações da Igreja Católica, enquanto 13% são fornecidos por organizações católicas não-governamentais. Isso significa que as organizações ligadas à Igreja Católica são responsáveis por 25% de todo tratamento da AIDS, no mundo. – A Resposta da Igreja para a AIDS, no site não-católico e crítico da Igreja, Camisinhas pela Vida (Condoms 4 Life).
O dado foi divulgado pelo jornal americano nada católico, Washington Post, em 13 de agosto de 2001, na matéria de Karen DeYoung, “AIDS Challenges Religious Leaders”. O link é para ver que de fato trata-se de uma matéria do jornal, mas não consegui ler no site, contudo é possível encontrar o texto na íntegra em outros sites, muitos outros, é só ir no Google.
Precisamente, este foi o dado que eu peguei para divulgar, ontem, 19/01, no tuitaço #RetrateSeDepJeanWyllys:
Approximately 12% of all AIDS care worldwide is provided by Catholic church organizations, while 13% is provided by Catholic nongovernmental organizations, meaning that Catholic church-related organizations are providing some 25% of the AIDS care worldwide-making it the largest institution in the world providing direct AIDS care. – The Church Response to AIDS, http://www.condoms4life.org/facts/lesserEvil.htm#a30.
Traduzindo: Aproximadamente 12% de todos os tratamentos referentes à AIDS, no mundo, são fornecidos por organizações da Igreja Católica, enquanto 13% são fornecidos por organizações católicas não-governamentais. Isso significa que as organizações ligadas à Igreja Católica são responsáveis por 25% de todo tratamento da AIDS, no mundo. – A Resposta da Igreja para a AIDS, no site não-católico e crítico da Igreja, Camisinhas pela Vida (Condoms 4 Life).
O dado foi divulgado pelo jornal americano nada católico, Washington Post, em 13 de agosto de 2001, na matéria de Karen DeYoung, “AIDS Challenges Religious Leaders”. O link é para ver que de fato trata-se de uma matéria do jornal, mas não consegui ler no site, contudo é possível encontrar o texto na íntegra em outros sites, muitos outros, é só ir no Google.
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É isso mesmo! A Justiça considerou que o humorista, Rafinha Bastos, ofendeu a honra do bebê da cantora, Wanessa Camargo, quando o pequeno ainda era um nascituro.
O feto foi incluído no processo contra o humorista desde o início, porém, no dia 4 de novembro de 2011, a juíza Juliana Guelfi, da 14ª Vara Criminal da Capital (SP), decidiu que o nascituro não poderia ser autor de ação porque seria apenas um “detentor de expecativas de direito”. Mas, em dezembro do mesmo ano, o Ministério Público entrou em ação por meio de uma manifestação da promotora, Rita Assumpção, na qual ela defendia que o feto poderia, SIM, ser “pólo ativo da ação” (poderia processar!!!) uma vez que os direitos do nascituro foram assegurados no atual Código Civil.
A sentença: no dia 12 de janeiro de 2012 o juiz, Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, julgou PROCEDENTE a ação movida por Wanessa, pelo marido dela, Marcus Buaiz, e por ele… O nascituro, o feto, o bebê em gestação que veio a nascer no dia 05 de janeiro e se chama, agora, José Marcus Doutel de Camargo Buaiz.
Você está entendendo? Se o nascituro pode processar alguém, então ele é pessoa e matá-lo é assassinato. Pelo menos é o que eu entendo das palavras do juiz que julgou procedente o processo de Wanessa Camargo, do marido dela e do filho deles dois contra Rafinha Bastos, veja só – o grifo em “pessoa” é do juiz:
A figura da pessoa surgida com a concepção embrionária antecede a personalidade civil. (…) A esfera moral do nascituro poderá, evidentemente, sofrer vulneração pelo simples fato de que já é PESSOA para os fins preconizados na lei – e não depara o Juízo outro entendimento que não esse, que mais se coaduna com o espírito do Código Civil; bem por isso o sumo CARVALHO SANTOS, na sua monumental obra, professava:Isso me parece muito bom. Leia você mesmo a página 2, no tópico Da Matéria Preliminar, do processo n. 11.201838-5, 18.a Vara Civel do Foro Central da Comarca da Capital do Estado – SP.
O CERTO, PORÉM, É QUE O NASCITURO É TIDO COMO JÁ EXISTINDO DE ACORDO COM A DOUTRINA DO CÓDIGO TODAS AS VEZES QUE SE TRATA DE AMPARAR SEUS INTERESSES.”
Li a sentença no site Brasil 247: Rafinha condenado
Curiosamente esta não foi a primeira vez que um feto foi autor de ação! Em 2007, o jornal Folha de S. Paulo registrava: Justiça de SP aceita feto como autor de ação
***
Mais neste blog: A honra do feto
O Globo: Rafinha Bastos terá que pagar 30 salários mínimos a Wanessa Camargo
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O juramento que todo médico faz ao receber o
diploma, o Juramento de Hipócrates: “Aplicarei os regimes para o bem do
doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal
a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um
conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher
uma substância abortiva”.
Apesar disso, médicos que trabalham voluntariamente na organização Médicos sem Fronteiras (MSF) realiza abortos em países onde esta prática é ilegal, é o que divulgou, ontem, o site ACI Digital. Os tais voluntários alegam que “as considerações médicas têm que estar por cima das legais”.
E desde quando *matar* o bebê de uma paciente é uma consideração médica? Não existe isso na medicina. Um médico tem sempre o dever de salvar vidas, independentemente disso não ser sempre possível! Mas entre TENTAR SALVAR e MATAR DELIBERADAMENTE há uma diferença colossal.
É bom lembrar aos médicos delinquentes que, no Brasil, eles não estão a salvo da cadeia, mesmo amparados por qualquer papelzinho de representantes da lei.
Para ler: Médicos sem Fronteiras realizam abortos em países onde este é ilegal
Apesar disso, médicos que trabalham voluntariamente na organização Médicos sem Fronteiras (MSF) realiza abortos em países onde esta prática é ilegal, é o que divulgou, ontem, o site ACI Digital. Os tais voluntários alegam que “as considerações médicas têm que estar por cima das legais”.
E desde quando *matar* o bebê de uma paciente é uma consideração médica? Não existe isso na medicina. Um médico tem sempre o dever de salvar vidas, independentemente disso não ser sempre possível! Mas entre TENTAR SALVAR e MATAR DELIBERADAMENTE há uma diferença colossal.
É bom lembrar aos médicos delinquentes que, no Brasil, eles não estão a salvo da cadeia, mesmo amparados por qualquer papelzinho de representantes da lei.
Para ler: Médicos sem Fronteiras realizam abortos em países onde este é ilegal
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Se os anunciantes AmBev (Guaraná Antarctica), Fiat,
Niely, Schincariol (Devassa) e Unilever (Omo) não sabiam o que era um
estupro, com certeza nesta semana eles estão muito bem informados.
Aliás, estamos todos muito bem informados sobre o assunto.
Estupro, de acordo com o artigo 213 do código penal, é o crime de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso. Assim, não apenas a mulher, mas também o homem pode ser vítima do crime de estupro, no Brasil.
Esse é o estupro “comum”. Mas também é crime o “estupro de vulnerável”, crime praticado contra menor de 14 anos, ou pessoa com deficiência mental, ou mesmo quem não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência. É a disposição do artigo 217-A.
Um estupro se faz com um estuprador. Ponto.
Pode ter pouca roupa, pode ter sensualidade, pode ter “provocação”. Se não há um alguém pronto para se aproveitar da situação, não há estupro. Mas, ao contrário, se há esse alguém, o estuprador, e ele age como tal, há estupro.
Alegar ou não consentimento para a agressão nada influi na definição do crime – e transmiti-lo pela TV é explorá-lo, sim. Mais: a ocorrência do crime independe da opinião pessoal da vítima.
O Brasil tem leis e seus cidadãos, sejam eles produtores de TV ou não, estão obrigados a respeitá-las.
Estupro, de acordo com o artigo 213 do código penal, é o crime de constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a ter conjunção carnal ou a praticar ou permitir que com ele se pratique outro ato libidinoso. Assim, não apenas a mulher, mas também o homem pode ser vítima do crime de estupro, no Brasil.
Esse é o estupro “comum”. Mas também é crime o “estupro de vulnerável”, crime praticado contra menor de 14 anos, ou pessoa com deficiência mental, ou mesmo quem não tem o necessário discernimento para a prática do ato, ou que, por qualquer outra causa, não pode oferecer resistência. É a disposição do artigo 217-A.
Um estupro se faz com um estuprador. Ponto.
Pode ter pouca roupa, pode ter sensualidade, pode ter “provocação”. Se não há um alguém pronto para se aproveitar da situação, não há estupro. Mas, ao contrário, se há esse alguém, o estuprador, e ele age como tal, há estupro.
Alegar ou não consentimento para a agressão nada influi na definição do crime – e transmiti-lo pela TV é explorá-lo, sim. Mais: a ocorrência do crime independe da opinião pessoal da vítima.
O Brasil tem leis e seus cidadãos, sejam eles produtores de TV ou não, estão obrigados a respeitá-las.
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A TV Canção Nova exibiu uma matéria, no dia
12/01/12, no CN Notícias, sobre o risco redobrado de câncer em mulheres
com histórico de aborto. Vale a pena se informar e informar os demais. O
link no youtube é: http://www.youtube.com/watch?v=dztYWAqgzI0
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São pelo menos 6 as perspectivas pelas quais tratar o tema “aborto”:
• Ponto de vista jurídico: nega o direito do bebê à vida.
• Ponto de vista médico: mata o bebê e prejudica a mulher. A Medicina existe para curar e salvar vidas.
• Ponto de vista ético: discrimina seres humanos.
• Ponto de vista social: desumaniza a sociedade.
• Ponto de vista religioso: desconsidera a dignidade sobrenatural do ser humano.
• Ponto de vista factual: não diminui a mortalidade materna.
Se eu pudesse acrescentar uma sétima perspectiva, eu diria “ponto de vista econômico”! Quanto mais crianças são mortas, mais comprometido está o futuro econômico de uma sociedade. É, na verdade, neste ponto, especialmente, que os promotores do aborto mais se dedicam, embora ponham todos os outros pontos à frente desse para não deixar ninguém pensar nos milhões que eles lucram com a indústria do aborto.
É muito dinheiro. A presidente da maior empresa americana de abortos, Planned Parenthood, chama-se Cecile Richards e ela fatura, anualmente, cerca de $400.000,00. Quatrocentos mil dólares.
Estamos falando do que há de pior no capitalismo quando falamos de aborto. Mas se é assim, por que os críticos do capitalismo, como os socialistas e marxistas, em geral, advogam pelo direito ao aborto e pela indústria do aborto, consequentemente?
É que os extremos são sempre a mesma coisa. O foco é matar pessoas… Se isso der dinheiro, muito dinheiro, bom para o capitalismo selvagem. Se isso matar muitas, muitas pessoas, bom para os socialistas/marxistas que sabem ser o assassinato uma forma eficaz de amortecer as consciências para melhor garantir que a ideologia avance.
A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi o primeiro país a legalizar o aborto, em 8 de novembro de 1920. Não por acaso pode-se dizer que foram os soviéticos, liderados por Stálin, os autores dos primeiros genocídios do século XX. O documentário a seguir explica, inclusive, que foi com os soviéticos que Hitler aprendeu a “administrar” campos de concentração para extermínio, genocídio.
A relação entre aborto e genocídio é elementar.
Como se vê, o assunto é bem mais abrangente que simplesmente incentivar as pessoas a aconselharem outras a não cometerem um aborto, a não financiarem um aborto, a não participarem ativa ou passivamente de um aborto. Esse alerta é muito importante! Mas é preciso entender que “aborto” não é uma questão meramente de foro íntimo ou simplesmente um problema de quem não tem convicções morais elevadas.
É um problema econômico, também. E há todo um aparato para sustentar a simples decisão de matar um bebê.
O Movimento em Defesa da Vida do Rio de Janeiro preparou uma apresentação importante que resume toda a questão do aborto. Se você precisa de subsídios para aparesentar em alguma reunião, sugiro que faça o download deste que segue, estude e difunda a mensagem em prol da defesa da vida.
Palestra EM DEFESA DA VIDA – janeiro de 2012
• Ponto de vista jurídico: nega o direito do bebê à vida.
• Ponto de vista médico: mata o bebê e prejudica a mulher. A Medicina existe para curar e salvar vidas.
• Ponto de vista ético: discrimina seres humanos.
• Ponto de vista social: desumaniza a sociedade.
• Ponto de vista religioso: desconsidera a dignidade sobrenatural do ser humano.
• Ponto de vista factual: não diminui a mortalidade materna.
Se eu pudesse acrescentar uma sétima perspectiva, eu diria “ponto de vista econômico”! Quanto mais crianças são mortas, mais comprometido está o futuro econômico de uma sociedade. É, na verdade, neste ponto, especialmente, que os promotores do aborto mais se dedicam, embora ponham todos os outros pontos à frente desse para não deixar ninguém pensar nos milhões que eles lucram com a indústria do aborto.
É muito dinheiro. A presidente da maior empresa americana de abortos, Planned Parenthood, chama-se Cecile Richards e ela fatura, anualmente, cerca de $400.000,00. Quatrocentos mil dólares.
Estamos falando do que há de pior no capitalismo quando falamos de aborto. Mas se é assim, por que os críticos do capitalismo, como os socialistas e marxistas, em geral, advogam pelo direito ao aborto e pela indústria do aborto, consequentemente?
É que os extremos são sempre a mesma coisa. O foco é matar pessoas… Se isso der dinheiro, muito dinheiro, bom para o capitalismo selvagem. Se isso matar muitas, muitas pessoas, bom para os socialistas/marxistas que sabem ser o assassinato uma forma eficaz de amortecer as consciências para melhor garantir que a ideologia avance.
A União das Repúblicas Socialistas Soviéticas foi o primeiro país a legalizar o aborto, em 8 de novembro de 1920. Não por acaso pode-se dizer que foram os soviéticos, liderados por Stálin, os autores dos primeiros genocídios do século XX. O documentário a seguir explica, inclusive, que foi com os soviéticos que Hitler aprendeu a “administrar” campos de concentração para extermínio, genocídio.
A relação entre aborto e genocídio é elementar.
Como se vê, o assunto é bem mais abrangente que simplesmente incentivar as pessoas a aconselharem outras a não cometerem um aborto, a não financiarem um aborto, a não participarem ativa ou passivamente de um aborto. Esse alerta é muito importante! Mas é preciso entender que “aborto” não é uma questão meramente de foro íntimo ou simplesmente um problema de quem não tem convicções morais elevadas.
É um problema econômico, também. E há todo um aparato para sustentar a simples decisão de matar um bebê.
O Movimento em Defesa da Vida do Rio de Janeiro preparou uma apresentação importante que resume toda a questão do aborto. Se você precisa de subsídios para aparesentar em alguma reunião, sugiro que faça o download deste que segue, estude e difunda a mensagem em prol da defesa da vida.
Palestra EM DEFESA DA VIDA – janeiro de 2012
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Se tu amas a perfeição, é preciso que ames também a cruz.
De fato, com a cruz das humilhações se aperfeiçoa a virtude da humildade.
Com a cruz das contradições se aperfeiçoa a resignação e a obediência.
Com a cruz das constantes adversidades se aperfeiçoa a paciência.
Com a cruz dos defeitos alheios se aperfeiçoa a caridade.
Com a cruz da pobreza se aperfeiçoa a virtude do desapego das coisas deste mundo.
Com a cruz da enfermidade se aperfeiçoa a virtude da mortificação.
Com a cruz das dificuldade se aperfeiçoa a confiança em Deus.” –
beata Elena Guerra.
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Olha, sei que comparações são chatas… Mas a Olívia é
o Eugênio Jorge de saias! =D É meu segredo… Eu gosto de ouvir Olívia
Ferreira. Ela é católica, aviso os amigos tradicionais. Sim, é preciso
avisar! Risos. Mas basta ouvir ela falar que é fácil saber a fé de
Olívia: Católica Romana. A mensagem da Olívia é que “tudo passa pela
cruz”… Linda mensagem. É, meus amigos, tudo passa pela cruz. Olívia
Ferreira.
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Li no G1:
O serviço público de saúde é ruim ou péssimo para 61% dos brasileiros, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que encomendou o levantamento.
De acordo com a pesquisa, 10% da população considera a qualidade dos serviços de saúde pública “ótima” ou “boa”. O G1 procurou o Ministério da Saúde para saber qual é a avaliação do governo sobre os resultados da pesquisa.
A demora no atendimento foi considerado o principal problema do sistema público de saúde por 55% dos entrevistados.
Para 57%, de acordo com a pesquisa, a principal medida para melhorar o atendimento na rede pública seria a contratação de mais médicos.
***
O maior problema de saúde pública no Brasil, pelo que se vê na pesquisa, é a falta de médicos no Sistema Único de Saúde, nossa rede pública de saúde, o SUS. Como é que um país, sexta economia mundial, não tem médicos para atender seus cidadãos e cidadãs? E é neste país que querem discutir legalização do aborto! Imagine. Se não há médico para tratar da vida das pessoas, o que dirá para tratar da morte de bebês… Não que, havendo médicos suficientes, devessem eles tratar de matar crianças como querem os militantes pró-aborto.
Mas não é de se pensar? 57% dos pesquisados pelo Ibope, contratado pela CNI, querem mais médicos no SUS! Minha gente… Suponhamos que o aborto fosse legalizado e qualquer uma pudesse matar seu filho pelo SUS em qualquer período da gestação, por qualquer motivo, “por demanda e com orgulho”, como diz a militância bem paga pelas ONGs internacionais… Que médicos fariam esses abortos?
Falta médico para serviços essenciais! Imagine para serviços de aborto que “nada mais são” que cirurgias invasivas de alto risco… Para esses serviços haveria médicos disponíveis? E por que haveria? Se para tantos outros serviços realmente essenciais eles simplesmente não existem!!!
Complicado.
O serviço público de saúde é ruim ou péssimo para 61% dos brasileiros, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (12) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que encomendou o levantamento.
De acordo com a pesquisa, 10% da população considera a qualidade dos serviços de saúde pública “ótima” ou “boa”. O G1 procurou o Ministério da Saúde para saber qual é a avaliação do governo sobre os resultados da pesquisa.
A demora no atendimento foi considerado o principal problema do sistema público de saúde por 55% dos entrevistados.
Para 57%, de acordo com a pesquisa, a principal medida para melhorar o atendimento na rede pública seria a contratação de mais médicos.
***
O maior problema de saúde pública no Brasil, pelo que se vê na pesquisa, é a falta de médicos no Sistema Único de Saúde, nossa rede pública de saúde, o SUS. Como é que um país, sexta economia mundial, não tem médicos para atender seus cidadãos e cidadãs? E é neste país que querem discutir legalização do aborto! Imagine. Se não há médico para tratar da vida das pessoas, o que dirá para tratar da morte de bebês… Não que, havendo médicos suficientes, devessem eles tratar de matar crianças como querem os militantes pró-aborto.
Mas não é de se pensar? 57% dos pesquisados pelo Ibope, contratado pela CNI, querem mais médicos no SUS! Minha gente… Suponhamos que o aborto fosse legalizado e qualquer uma pudesse matar seu filho pelo SUS em qualquer período da gestação, por qualquer motivo, “por demanda e com orgulho”, como diz a militância bem paga pelas ONGs internacionais… Que médicos fariam esses abortos?
Falta médico para serviços essenciais! Imagine para serviços de aborto que “nada mais são” que cirurgias invasivas de alto risco… Para esses serviços haveria médicos disponíveis? E por que haveria? Se para tantos outros serviços realmente essenciais eles simplesmente não existem!!!
Complicado.
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Travestido do genocida Che Guevera, assassino de homossexuais, deputado Jean Wyllys afirma ser contra genocidas
Jean Wyllys, deputado federal eleito indiretamente pelo voto proporcional, acredita que o Papa Bento XVI – que foi eleito por voto direto pela maioria do colégio de cardeais católicos… e olha que dizem ser o papado uma monarquia absolutista… – está em campanha para a eleição do deputado federal, Jair Bolsonaro. É do que desconfio a julgar pela última manifestação “estratégica, política, revolucionária e histórica” de Wyllys: creditar ao Papa a característica de “genocida em potencial”.
Tudo por conta da última afirmação do Papa, ao Corpo Diplomático acreditado junto da Santa Sé, sobre o casamento gay: “o casamento gay é nocivo ao progresso da sociedade humana“.
O Papa não é o único, Jean. 63% dos homens brasileiros são contrários ao casamento gay! Haveria, então, no Brasil, tantos “genocidas em potencial” assim?
Que ideia de jerico, Jean! Atitudes tresloucadas com essas somente fortalecem a candidatura do deputado Jair Bolsonaro, a quem Jean escolheu como inimigo pessoal. Enfim… Quando não se tem mesmo eleitores capazes de lhe eleger, é muito fácil falar qualquer besteira para chamar a atenção.
Só lamento.
Leia também o post do Jorge Ferraz sobre a questão.
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Tão bonito o título que Zenit deu para a
manifestação que reuniu 1.000 defensores da vida humana, na Hungria! No
dia 28 de dezembro, festa dos Santos Mártires Inocentes, eles entregaram
uma carta ao Presidente da República Húngara e a sua esposa, começando e
terminando com a exortação: “Paz ao mundo! Paz para nós mesmos – paz às
crianças concebidas! Paz no ventre!”
A nova Constituição Húngara defende a vida. Afirma o artigo 25 dela: “A dignidade humana é inviolável. Todo ser humano tem o direito à vida e à dignidade humana, a vida do concebido deve ser protegida desde a sua concepção.”
Os manifestantes solicitaram ao presidente e a sua esposa estender a política em favor dos nascituros a toda a Europa, a fim de criar uma nova renascença.
Creio que isso é perfeitamente possível e, mais dia, menos dia, acontecerá. Espero poder ver isso!
Para ler a notícia, visite: http://www.zenit.org/article-29457?l=portuguese
A nova Constituição Húngara defende a vida. Afirma o artigo 25 dela: “A dignidade humana é inviolável. Todo ser humano tem o direito à vida e à dignidade humana, a vida do concebido deve ser protegida desde a sua concepção.”
Os manifestantes solicitaram ao presidente e a sua esposa estender a política em favor dos nascituros a toda a Europa, a fim de criar uma nova renascença.
Creio que isso é perfeitamente possível e, mais dia, menos dia, acontecerá. Espero poder ver isso!
Para ler a notícia, visite: http://www.zenit.org/article-29457?l=portuguese
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Para que os ministros do STF ouçam a voz do
povo sobre a questão do aborto de anencéfalos, no sentido de
convencê-los a votar a favor da vida, na ADPF 54, criou-se uma campanha
que pode ser melhor conhecida pelo site: http://www.curatorventris.org.br/avozdobrasil.php
E-mails para os ministros podem ser enviados a partir do site. Basta descer a barra de rolagem, no lado direito da tela, e verificar para qual ministro você deseja comunicar seu pedido a favor da vida. As mensagens já estão prontas, basta selecioná-las e depois preencher um cadastro para envio. Após, basta clicar em “enviar”, ao final da página.
E-mails para os ministros podem ser enviados a partir do site. Basta descer a barra de rolagem, no lado direito da tela, e verificar para qual ministro você deseja comunicar seu pedido a favor da vida. As mensagens já estão prontas, basta selecioná-las e depois preencher um cadastro para envio. Após, basta clicar em “enviar”, ao final da página.
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Boa iniciativa! O Ministério da Saúde e a Presidência da República lançaram o Sistema Nacional de Cadastro, Vigilância e Acompanhamento para Prevenção da Mortalidade Materna – iniciativa instituída pela Medida Provisória 557/2011, a MP 557. Isso é ótimo para a mulher gestante que, a partir de agora, em tese, ao iniciar o pré-natal será cadastrada e avaliada por um conselho que tem como função analisar quais são as gestantes cuja gravidez corre risco.
A partir desses dados será possível, ao governo, promover políticas públicas preventivas. Mais: as grávidas que desejarem também receberão um auxílio de R$50 para se deslocarem de suas casas até o hospital público para fazer o pré-natal (acredite se puder: na sexta economia mundial, o Brasil, as grávidas deixam de fazer pré-natal por não ter dinheiro para transporte até o hospital!!!).
Eu me pergunto: não havia nada parecido com essa MP 557, antes?! É algo tão básico. Mas, enfim, que bom que vão fazer agora!
Nada de mais, certo? Errado! Ao menos para quem recebe a bolsa-Ford e a bolsa-McArthur para promoção do aborto. Você crêem que as feminazis estão irritadas com essa MP557 e já chamam de bolsa-chocadeira alegando que o Governo está pagando as mulheres para não abortar!!! Elas querem saber “pra que o Governo quer cadastrar gestantes?!”. Mas ora… Isso nem é pergunta que se faça… Qualquer cidadão atendido pelo SUS é cadastrado.
A pergunta a ser feita é: POR QUE AS GRÁVIDAS NÃO ERAM MELHOR ASSISTIDAS ANTES, CONTANDO COM CADASTRO ESPECIAL???
Era isso que aquelas que mentem lutar pelos direitos das mulheres deveriam gritar por aí em seus artigos que ninguém lê, em suas passeatas às quais ninguém vai e para suas amantes mais machos do que muito homem por aí, sim, senhor!
Obviamente não é o que elas fazem. A bravata, agora, é dizer que cadastrar gestante é um atentado aos direitos humanos. Por qual razão? Não faço a menor ideia… Mas, como em RoeXWade, sem dúvidas, as feminazis deverão alegar o de sempre, quando não podem abertamente exigir defesa do aborto: o problema da “confidencialidade”. Agora, o que não encaixa é o que poderia haver de ruim caso o cadastro de uma mulher grávida que está sendo acompanhada pelo SUS se torne público!!!
Gravidez não é doença. Por que uma gestante ficaria constrangida de ser publicamente conhecida como tal? Bom, enfim… Não sou médico. Mas não é preciso sê-lo para sabermos que todas as vozes “militantes” aviltadas pela MP557 são muito bem pagas pelas organizações pró-aborto de sempre: IPAS, Fundação Ford, Fundação McArthur… Se é ruim para essa “militância”, então é bom para as mulheres.
A MP 557 está em vigor desde 27 de dezembro de 2011. Para ler a íntegra da Medida Provisória visite o site da Imprensa Nacional.
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É estranho, mas o Facebook voltou atrás e permitiu que a fan page da organização pró-aborto, que ensina mulheres a abortarem em casa, permanecesse no ar. A página é pouco conhecida, mas está lá como se fosse algo normalíssimo fazer o que as organizadoras da página se propõem.
Para denunciar é só ir no canto esquerdo da tela, na parte inferior. Basta clicar em “denunciar esta página” e escolher o motivo. Eu denunciei por discurso de violência e promoção de drogas ilícitas – como é o caso dos “remédios” para abortamento que eles divulgam. Embora a fan page não esteja hospedada no Brasil, seu conteúdo é liberado para todos.
Não divulgo o link da página aqui, mas ela é facilmente encontrada. Com a denúncia popular, quem sabe, o Facebook sinta-se mais capacitado a tirar a página do ar.
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Grávida morre em acidente na madrugada do Ano Novo em SP
Bebê prematuro que nasceu após acidente morre em SP
Motorista de acidente que matou grávida já foi detido por embriaguez
Aborto é assassinato. Mas por qual razão ele é chamado de homicídio quando o bebê é vítima de trânsito e por qual razão ele é chamado meramente de “direito da mulher” quando o bebê é vítima de veneno, objetos cirúrgicos ou sucção?
Qual a diferença entre um bebê que, dentro da barriga da mãe, morre depois de um aciedente de trânsito, e um bebê que, dentro da barriga da mãe, morre depois que ela ou um médico resolvem matá-lo/abortá-lo com as próprias mãos?
Impunidade. Essa é a única diferença! Os bebês, nos dois casos, são igualmente pessoas e têm direito à vida. Acontece que o motorista bêbado que mata um bebê em gestação é punido, mas um médico ou uma mãe lúcida, sem um pingo de álcool nas veias, muitas vezes não serão punidos.
Um médico não é um super-cidadão. Não tem direito de matar e deve, sim, ser punido sempre que participar de um aborto! Não existe qualquer justificativa para a impunidade de um médico, ainda que a lei brasileira trate o profissional da saúde como super-cidadão nos casos de aborto por estupro ou “risco de vida para mãe” – caso cada vez mais discutível dado o avanço da medicina.
Mas vamos aos fatos… No último final de semana, em São Paulo, início de 2012 um bêbado matou uma mulher grávida e foi condenado por DUPLO HOMÍCIDIO, uma vez que o bebê de 32 semanas morreu após parto induzido.
É evidente que o acidente não foi um procedimento de aborto, mas matou um bebê como se faz – propositalmente – em qualquer procedimento de aborto. Minha questão é esta: por qual razão o bebê que é assassinado de caso pensado numa sala de cirurgia clandestina ou não é menos gente que o bebê assassinado num acidente de trânsito?
Não existe diferença e a mídia sabe disso. É incrível como nesses casos os jornalistas não falam em “feto de 32 semanas”! E a Justiça não pensa duas vezes em julgar como assassino o responsável pela morte do bebê! Que mágica é essa que o trânsito faz? Como de repente transforma “um feto” em um “bebê”?
Como vemos a justiça brasileira, quando age da forma que deve agir, exalta a dignidade da pessoa humana e não põe dúvidas sobre a dignidade da vida de um nascituro.
Publicado em Aborto | 7 Comentários »
Opera é um teatro todo cantado. Opereta, um teatro declamado, falado e cantado. Pode haver danças no meio. É mais ou menos isso! Os detalhes eu deixo para os especialistas em artes cênicas. Missa é culto católico, com séculos de história, que não depende de lugar para acontecer, mas, em geral, acontece num templo. Não é nem nunca foi ópera ou opereta. Quem dela participa não é ator e nem o presidente da assembléia nem os cantores podem ser sua principal atração.” – Padre ZezinhoPara ler mais: Missa não é opereta musical
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Henrique Raposo escreve no português Expresso. Vale a pena conhecê-lo! Segue trecho de um artigo do finalzinho de dezembro:
“O ar do tempo acha que é completamente independente do cristianismo. O ar do tempo está errado. Mesmo que não acredite no mistério pascal (como eu o percebo), mesmo que não seja um cristão de fé, o cidadão ali da rua é um cristão cultural, educado numa cultura de direitos que só cresceu na civilização judaico-cristã. Tal como defende Nicholas Wolterstorff, os tais “direitos inalienáveis” (a base ética e constitucional das nossas vidinhas) têm uma raiz bíblica . Por outras palavras, o Direito Natural precisa de uma base religiosa, precisa de uma comunicação com a transcendência divina. Porquê? A resposta não é simples, mas aqui vai: sem uma noção de transcendência, sem algo que nos liberte da prisão do aqui-e-agora, o poder político fica com as portas abertas para limitar os direitos inalienáveis dos indivíduos. Não por acaso, os regimes totalitários do século XX anularam por completo qualquer noção de transcendência, destruíram qualquer noção ética com origem em algo exterior à lei positiva determinada pelo chefão. O fascismo e o comunismo foram tiranias da imanência. “
“O ar do tempo acha que é completamente independente do cristianismo. O ar do tempo está errado. Mesmo que não acredite no mistério pascal (como eu o percebo), mesmo que não seja um cristão de fé, o cidadão ali da rua é um cristão cultural, educado numa cultura de direitos que só cresceu na civilização judaico-cristã. Tal como defende Nicholas Wolterstorff, os tais “direitos inalienáveis” (a base ética e constitucional das nossas vidinhas) têm uma raiz bíblica . Por outras palavras, o Direito Natural precisa de uma base religiosa, precisa de uma comunicação com a transcendência divina. Porquê? A resposta não é simples, mas aqui vai: sem uma noção de transcendência, sem algo que nos liberte da prisão do aqui-e-agora, o poder político fica com as portas abertas para limitar os direitos inalienáveis dos indivíduos. Não por acaso, os regimes totalitários do século XX anularam por completo qualquer noção de transcendência, destruíram qualquer noção ética com origem em algo exterior à lei positiva determinada pelo chefão. O fascismo e o comunismo foram tiranias da imanência. “
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Anne Caroline Gomes, blogueira católica, ex-feminista, tem 23 anos e é mãe do Miguel. Ela é a ganhadora da promoção Natal Pró-vida que fizemos aqui em dezembro de 2011 na qual para participar era necessário enviar um registro – de preferência foto – pró-vida.
A ganhadora começará 2012 com uma lembrança belíssima do beato Papa João Paulo II. Tenho certeza que nosso querido Karol, amigo da vida, já havia escolhido Anne e seu menino para ficar ainda mais sob seus atentos olhos azuis profundos. Eu creio.
Publiquei um texto da Anne por aqui, no dia 28 de julho de 2011. Trata-se de um post do blog que ela interrompeu após patrulhamento intenso de feministas e demais opositores do direito à vida dos nascituros: Egoísmo Altruísta.
A seguir o email que Anne me encaminhou no dia 28 de dezembro de 2011.
Parabéns e feliz 2012, Anne! Constância.
***
———- Mensagem encaminhada ———-
De: Anne Caroline Gomes
Data: 28 de dezembro de 2011 13:59
Assunto: promoção pró-vida
Para: opossiveleoextraordinario@gmail.com
Wagner,
como você falou de forma abrangente, estou me atrevendo a participar do “concurso” pró-vida promovido pelo seu blog, mandando uma foto do momento mais “Pró-vida” da minha vida. Este foi um momento onde eu tive que, literalmente, dar o “sangue”, o “suor” e “lágrimas” para defender com amor o que eu acredito. Neste momento corri o risco mesmo de perder a minha vida.
É verdade que pode parecer pouco. Muitas mulheres dão à luz todos os dias. Mas para mim, ex-feminista, é muito eu estar casada, com 23 anos de idade, estando aberta aos filhos que Deus me enviar.
Agora que tive o primeiro vi que não será nada fácil me abrir aos demais, mas espero que Deus, na sua infinita misericórdia, possa abrir meu coração aos pequeninos que ele quer enviar ao mundo através da minha família, para que sejamos luz e sal nesse mundo secularizado, provando que é possível receber um filho, mesmo em condições adversas, e que é possível ter uma família numerosa.
Abraços
Anne
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Primeiro a boa: o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, devoto do inimigo de Madre Teresa de Calcutá, o abortista, Osho,
e defensor do direito à vida só depois do “nascimento com vida” –
portanto, um ministrro pró-aborto – irá se aposentar neste ano quando
completará 70 anos. UHUL!
Agora a má notícia: a aposentadoria de Ayres Britto somente acontecerá em novembro! E mais: até lá o ministro poderá ser presidente do STF, já no segundo semestre, substituindo o colega Cezar Peluso.
E pode piorar: de acordo com a Folha.com, Ayres Britto pretende, ao assumir a presidência do STF, colocar na pauta a legalização do aborto de fetos anencéfalos… Que voto esperar de Ayres Britto com relação ao assunto? Quero ser otimista, afinal, as pessoas mudam.
***
Leia: uma breve reflexão sobre o voto do ministro Carlos Ayres Brito autorizando o uso de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa científica e terapia no Brasil.
Agora a má notícia: a aposentadoria de Ayres Britto somente acontecerá em novembro! E mais: até lá o ministro poderá ser presidente do STF, já no segundo semestre, substituindo o colega Cezar Peluso.
E pode piorar: de acordo com a Folha.com, Ayres Britto pretende, ao assumir a presidência do STF, colocar na pauta a legalização do aborto de fetos anencéfalos… Que voto esperar de Ayres Britto com relação ao assunto? Quero ser otimista, afinal, as pessoas mudam.
***
Leia: uma breve reflexão sobre o voto do ministro Carlos Ayres Brito autorizando o uso de células-tronco embrionárias para fins de pesquisa científica e terapia no Brasil.
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Prof. Hermes Rodrigues Nery
A última atividade do ano, antes de nos reunirmos para a ceia, foi a apresentação da parte final do filme “Abraão”, aos meus filhos Ana Victória e João Victor.1 Foram dezoito partes de dez minutos cada, que obtive no youtube, e nos momentos de nossa catequese, em casa, fui apresentando as partes do filme, depois de já ter feito o estudo bíblico.
Atualíssima a história daquele que saiu de sua terra para atender o chamado da voz verdadeira, do Deus da vida, fiel cumpridor de suas promessas. Daquele que não há engodo algum, nem astúcia, nenhuma esperteza, mas somente a magna sabedoria e a profusão do bem. Belíssimas imagens, numa interpretação que reproduz de modo tocante como Deus age em nossa vida, com sua pedagogia sempre especial. É significativa a passagem em que Abraão, após o “sim” dado ao Senhor, atravessa o deserto, sinalizando a condição do discípulo e missionário do verdadeiro Deus.
Muitas vezes sentimos isto: um estar por muito tempo no deserto, e mesmo alimentados pelo maná do Senhor, somos tentados a pensar e a sentir que estamos abandonados. Muitas vezes, no dia-a-dia, “as promessas a Abraão e a Davi parecem terem se afundado no silêncio de Deus”2 e o deserto antecipa os sofrimentos da cruz. Ao terminar de ver o filme sobre Abraão, expliquei aos meus filhos: sabemos que “quem segue a vontade de Deus sabe que nunca deixará de ter a Sua proteção ante todo e qualquer horror com que se confronta… Sabe que o fundamento do mundo é o amor e mesmo aí, onde ninguém pode ou quer ajudá-lo, pode confiar n’Aquele que o ama”.3
Abraão soube, desde o início, que Deus o amava, e que o seu chamado era para que ele seguisse o caminho da verdade e da vida, “e só o poder que se coloca sob a benção de Deus pode ser seguro”.4 Cenas que se perpetuam na história da Salvação: em peregrinação no deserto, a água que brota da rocha, quando tudo parecia estar perdido; a partilha do pão e do vinho com Melquisedec.
Aos meus filhos, destaquei, desde o início de nossa catequese familiar, que “a Sagrada Escritura é um livro destinado a todos os tempos”5 e como São Paulo, “o apóstolo considerava a Bíblia como o maior tesouro do mundo”.6

Hermes Rodrigues Nery no deserto próximo a Jerico, Israel
Tanto a instrução oral, quanto as imagens sagradas, os momentos de oração juntos, ajudam a criar uma atmosfera favorável para que sintam a presença de Deus – que não é uma grande ideia como apregoam alguns intelectuais, nem um fenômeno cultural, mas uma presença viva, um acontecimento. E mais: uma pessoa que se manifesta e que intervém na história. “É Deus quem governa o mundo, não nós”.7 Daí a imagem do anjo da guarda na cabeceira da cama, o da Sagrada Família na parede principal do quarto, a imagem de Belém e de Jerusalém na sala, e a da Última Ceia na cozinha. Estas poucas (mas imprescindíveis imagens) nos acompanham, para recordamos a cada dia, do quanto precisamos que Deus “fique conosco”, como quiseram os discípulos de Emaús.
Para isso, mantive-me também na catequese paroquial, aos domingos de manhã, para estar com as crianças e poder falar para eles da pessoa de Jesus Cristo. “Para mim, foi interessante deixar a esfera intelectual e aprender a falar com as crianças. Foi maravilhoso transpor todo o mundo conceitual abstrato, de modo que também dissesse alguma coisa a uma criança”.8 E nos nossos encontros, iniciando sempre com a oração do Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Glória ao Pai, partia logo para falar sobre a vida de Jesus, o anúncio do Reino de Deus, as parábolas, sua Paixão, Morte e Ressurreição.
Inspirava-me a recordação sempre viva de Jesus no filme de Zefirelli, seu olhar compassivo diante da multidão aflita. E procurava passar aos catequizandos o modo de ser e de agir de Jesus, para que eles de algum modo pudessem ser atraídos pela pessoa de Jesus, daí as nossas catequeses eram mais o contar das narrativas bíblicas, para que tivessem em seu coração as passagens do Evangelho, como as tive gravadas em minha infância.
A primeira imagem de que tenho recordação em minha vida é a de uma noite Natal, quando entendi pela primeira vez a associação do menino da manjedoura com o crucificado. É que havia acima do presépio, um crucifixo, e alguém me dissera: “Ele doou a sua própria vida por amor a nós”. E mais: “para nos salvar!” Mais tarde entendi que Jesus Cristo é “o Reino de Deus em pessoa. Jesus mesmo é o ‘Reino’”,9 pois “o Reino não é uma coisa, não é um espaço de domínio como um reino do mundo. É pessoa: o Reino é Ele.”10 E o encontro pessoal com Jesus me fez crer mais convictamente no grande mistério da fé: “de nada valem o querer e o correr do homem: a única coisa que importa é a misericórdia de Deus” (cf. Rom 9, 16).8
Havia dentro da sala em que nos reuníamos no domingo antes da missa, um cercado de bolinhas coloridas, tipo cama elástica. Uns dez minutos antes de terminar as nossas atividades, as crianças pediam para irem brincar mergulhando nas bolinhas, ao que ia, de dois em dois, ficavam um pouco cada um e davam vez para os outros, até que após todos terem se descontraído no cercado, íamos juntos até a igreja matriz. Numa certa manhã, de sol muito suave, eles pediram para tivéssemos catequese ao ar livre, no jardim. Ao que fomos então para lá, cada um ficou sentado num banco ou numa gangorra, etc., e a céu aberto meditamos sobre as parábolas, especialmente a da multiplicação dos pães e peixes.
Na semana antes da Primeira Eucaristia, todos se prepararam para a confissão, com o ato de contrição na ponta da língua, mas recordando de que era preciso um coração realmente contrito para receber o Senhor eucarístico. No domingo da Primeira Comunhão, todos receberam a vela acesa representando Jesus “a luz do mundo”, e comungaram na esperança de afirmarem a fé por toda a vida, sabendo que “o cristianismo oferecerá, de um modo novo, modelos de vida e apresentar-se-á outra vez, na desolação da existência técnica, como um lugar de uma verdadeira humanidade”11
É isso que precisamos! Destaco aos meus catequizandos: de um heroísmo capaz de vencer o tecnicismo e afirmar o valor humano da vida, pois “não sois máquinas. Homens é que sois.”12 É certo que a sociedade atual está impregnada do individualismo, hedonismo e pragmatismo, mas o Evangelho da Vida oferece mais: “Cristo é Senhor da vida eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence a ele enquanto Redentor do mundo”13
E vejo cintilar nos olhos deles uma chama viva da alegria de aceitar e reconhecer Jesus como Mestre e Senhor, como alguém que lhes lança um olhar penetrante, e que cativa: “Jesus anuncia, à medida que fala do Reino de Deus, simplesmente Deus e precisamente o Deus vivo, que é capaz de agir de modo concreto no mundo e na história e que já está exatamente agora em ação. Ele nos diz: Deus existe. E: Deus é verdadeiramente Deus, quer dizer, Ele tem nas suas mãos os cordelinhos do mundo”.14
Os ateus militantes, liderados por Richard Dawkins, querem nos privar do direito que a Constituição garante de liberdade religiosa, de defender o que acreditamos. Pois justamente as crianças são as que mais recebem afetuosamente Jesus de coração aberto, porque há entre elas e Jesus a sintonia da verdade e do amor, a sintonia do caminho da vida, que elas agradecem, anos depois – como agradeço à minha catequista, Irmã Teresa Paula, por me ter falado e ter feito conhecer Jesus, e depois ter-me encontrado com ele pessoalmente, como Abraão, no deserto; e Moisés, na sarça ardente.
Na igreja matriz, após a celebração da Primeira Eucaristia, abracei cada um dos catequizandos, reafirmando o amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, pois “o discipulado é possível a quem quer que seja, vocação existe para todos: é assim que a partir da escuta se forma um Israel, um novo Israel, que não exclui nem acaba com o antigo, mas que o ultrapassa na dimensão de um envolvimento universal”.15 E ressalto: “Quem quer que seja que escuta e que acolhe a palavra pode tornar-se um discípulo”.16
E assim iniciamos mais um ano, com a convicção firmíssima de que Jesus Cristo é ontem, hoje e sempre.

Prof. Hermes Rodrigues Nery com seus catequisandos de 2011 e Pe. Wagner, no interior da igreja matriz de Sao Bento do Sapucaí
*Prof. Hermes Rodrigues Nery é catequista na Paróquia São Bento.
Notas:
1. http://www.youtube.com/watch?v=x-IwYTSR2TA
2. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 29, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
3. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 49, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
4. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 49, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
5. Josef Holzner, Paulo de Tarso, p. 30, Quadrante, São Paulo, 1994
6. Josef Holzner, Paulo de Tarso, p. 30, Quadrante, São Paulo, 1994
7. Papa Bento XVI, Encíclica Deus Caritas Est, 35.
8. Joseh Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio, p. 52, Ed. Imago, 1997.
9. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 59, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
10. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 51, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
11. Joseh Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio, p. 104, Ed. Imago, 1997.
12. http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/discurso.htm
13. Catecismo da Igreja Católica, n. 679, p. 168; Editora Vozes, Edições Paulinas, Edições Loyola, Editora Ave Maria, 2ª edição, 1993.
14. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 64, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
15. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 72, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
16. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 72, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
A última atividade do ano, antes de nos reunirmos para a ceia, foi a apresentação da parte final do filme “Abraão”, aos meus filhos Ana Victória e João Victor.1 Foram dezoito partes de dez minutos cada, que obtive no youtube, e nos momentos de nossa catequese, em casa, fui apresentando as partes do filme, depois de já ter feito o estudo bíblico.
Atualíssima a história daquele que saiu de sua terra para atender o chamado da voz verdadeira, do Deus da vida, fiel cumpridor de suas promessas. Daquele que não há engodo algum, nem astúcia, nenhuma esperteza, mas somente a magna sabedoria e a profusão do bem. Belíssimas imagens, numa interpretação que reproduz de modo tocante como Deus age em nossa vida, com sua pedagogia sempre especial. É significativa a passagem em que Abraão, após o “sim” dado ao Senhor, atravessa o deserto, sinalizando a condição do discípulo e missionário do verdadeiro Deus.
Muitas vezes sentimos isto: um estar por muito tempo no deserto, e mesmo alimentados pelo maná do Senhor, somos tentados a pensar e a sentir que estamos abandonados. Muitas vezes, no dia-a-dia, “as promessas a Abraão e a Davi parecem terem se afundado no silêncio de Deus”2 e o deserto antecipa os sofrimentos da cruz. Ao terminar de ver o filme sobre Abraão, expliquei aos meus filhos: sabemos que “quem segue a vontade de Deus sabe que nunca deixará de ter a Sua proteção ante todo e qualquer horror com que se confronta… Sabe que o fundamento do mundo é o amor e mesmo aí, onde ninguém pode ou quer ajudá-lo, pode confiar n’Aquele que o ama”.3
Abraão soube, desde o início, que Deus o amava, e que o seu chamado era para que ele seguisse o caminho da verdade e da vida, “e só o poder que se coloca sob a benção de Deus pode ser seguro”.4 Cenas que se perpetuam na história da Salvação: em peregrinação no deserto, a água que brota da rocha, quando tudo parecia estar perdido; a partilha do pão e do vinho com Melquisedec.
Aos meus filhos, destaquei, desde o início de nossa catequese familiar, que “a Sagrada Escritura é um livro destinado a todos os tempos”5 e como São Paulo, “o apóstolo considerava a Bíblia como o maior tesouro do mundo”.6
Hermes Rodrigues Nery no deserto próximo a Jerico, Israel
Tanto a instrução oral, quanto as imagens sagradas, os momentos de oração juntos, ajudam a criar uma atmosfera favorável para que sintam a presença de Deus – que não é uma grande ideia como apregoam alguns intelectuais, nem um fenômeno cultural, mas uma presença viva, um acontecimento. E mais: uma pessoa que se manifesta e que intervém na história. “É Deus quem governa o mundo, não nós”.7 Daí a imagem do anjo da guarda na cabeceira da cama, o da Sagrada Família na parede principal do quarto, a imagem de Belém e de Jerusalém na sala, e a da Última Ceia na cozinha. Estas poucas (mas imprescindíveis imagens) nos acompanham, para recordamos a cada dia, do quanto precisamos que Deus “fique conosco”, como quiseram os discípulos de Emaús.
Para isso, mantive-me também na catequese paroquial, aos domingos de manhã, para estar com as crianças e poder falar para eles da pessoa de Jesus Cristo. “Para mim, foi interessante deixar a esfera intelectual e aprender a falar com as crianças. Foi maravilhoso transpor todo o mundo conceitual abstrato, de modo que também dissesse alguma coisa a uma criança”.8 E nos nossos encontros, iniciando sempre com a oração do Pai-Nosso, a Ave-Maria e o Glória ao Pai, partia logo para falar sobre a vida de Jesus, o anúncio do Reino de Deus, as parábolas, sua Paixão, Morte e Ressurreição.
Inspirava-me a recordação sempre viva de Jesus no filme de Zefirelli, seu olhar compassivo diante da multidão aflita. E procurava passar aos catequizandos o modo de ser e de agir de Jesus, para que eles de algum modo pudessem ser atraídos pela pessoa de Jesus, daí as nossas catequeses eram mais o contar das narrativas bíblicas, para que tivessem em seu coração as passagens do Evangelho, como as tive gravadas em minha infância.
A primeira imagem de que tenho recordação em minha vida é a de uma noite Natal, quando entendi pela primeira vez a associação do menino da manjedoura com o crucificado. É que havia acima do presépio, um crucifixo, e alguém me dissera: “Ele doou a sua própria vida por amor a nós”. E mais: “para nos salvar!” Mais tarde entendi que Jesus Cristo é “o Reino de Deus em pessoa. Jesus mesmo é o ‘Reino’”,9 pois “o Reino não é uma coisa, não é um espaço de domínio como um reino do mundo. É pessoa: o Reino é Ele.”10 E o encontro pessoal com Jesus me fez crer mais convictamente no grande mistério da fé: “de nada valem o querer e o correr do homem: a única coisa que importa é a misericórdia de Deus” (cf. Rom 9, 16).8
Havia dentro da sala em que nos reuníamos no domingo antes da missa, um cercado de bolinhas coloridas, tipo cama elástica. Uns dez minutos antes de terminar as nossas atividades, as crianças pediam para irem brincar mergulhando nas bolinhas, ao que ia, de dois em dois, ficavam um pouco cada um e davam vez para os outros, até que após todos terem se descontraído no cercado, íamos juntos até a igreja matriz. Numa certa manhã, de sol muito suave, eles pediram para tivéssemos catequese ao ar livre, no jardim. Ao que fomos então para lá, cada um ficou sentado num banco ou numa gangorra, etc., e a céu aberto meditamos sobre as parábolas, especialmente a da multiplicação dos pães e peixes.
Na semana antes da Primeira Eucaristia, todos se prepararam para a confissão, com o ato de contrição na ponta da língua, mas recordando de que era preciso um coração realmente contrito para receber o Senhor eucarístico. No domingo da Primeira Comunhão, todos receberam a vela acesa representando Jesus “a luz do mundo”, e comungaram na esperança de afirmarem a fé por toda a vida, sabendo que “o cristianismo oferecerá, de um modo novo, modelos de vida e apresentar-se-á outra vez, na desolação da existência técnica, como um lugar de uma verdadeira humanidade”11
É isso que precisamos! Destaco aos meus catequizandos: de um heroísmo capaz de vencer o tecnicismo e afirmar o valor humano da vida, pois “não sois máquinas. Homens é que sois.”12 É certo que a sociedade atual está impregnada do individualismo, hedonismo e pragmatismo, mas o Evangelho da Vida oferece mais: “Cristo é Senhor da vida eterna. O pleno direito de julgar definitivamente as obras e os corações dos homens pertence a ele enquanto Redentor do mundo”13
E vejo cintilar nos olhos deles uma chama viva da alegria de aceitar e reconhecer Jesus como Mestre e Senhor, como alguém que lhes lança um olhar penetrante, e que cativa: “Jesus anuncia, à medida que fala do Reino de Deus, simplesmente Deus e precisamente o Deus vivo, que é capaz de agir de modo concreto no mundo e na história e que já está exatamente agora em ação. Ele nos diz: Deus existe. E: Deus é verdadeiramente Deus, quer dizer, Ele tem nas suas mãos os cordelinhos do mundo”.14
Os ateus militantes, liderados por Richard Dawkins, querem nos privar do direito que a Constituição garante de liberdade religiosa, de defender o que acreditamos. Pois justamente as crianças são as que mais recebem afetuosamente Jesus de coração aberto, porque há entre elas e Jesus a sintonia da verdade e do amor, a sintonia do caminho da vida, que elas agradecem, anos depois – como agradeço à minha catequista, Irmã Teresa Paula, por me ter falado e ter feito conhecer Jesus, e depois ter-me encontrado com ele pessoalmente, como Abraão, no deserto; e Moisés, na sarça ardente.
Na igreja matriz, após a celebração da Primeira Eucaristia, abracei cada um dos catequizandos, reafirmando o amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador, pois “o discipulado é possível a quem quer que seja, vocação existe para todos: é assim que a partir da escuta se forma um Israel, um novo Israel, que não exclui nem acaba com o antigo, mas que o ultrapassa na dimensão de um envolvimento universal”.15 E ressalto: “Quem quer que seja que escuta e que acolhe a palavra pode tornar-se um discípulo”.16
E assim iniciamos mais um ano, com a convicção firmíssima de que Jesus Cristo é ontem, hoje e sempre.
Prof. Hermes Rodrigues Nery com seus catequisandos de 2011 e Pe. Wagner, no interior da igreja matriz de Sao Bento do Sapucaí
*Prof. Hermes Rodrigues Nery é catequista na Paróquia São Bento.
Notas:
1. http://www.youtube.com/watch?v=x-IwYTSR2TA
2. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 29, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
3. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 49, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
4. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 49, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
5. Josef Holzner, Paulo de Tarso, p. 30, Quadrante, São Paulo, 1994
6. Josef Holzner, Paulo de Tarso, p. 30, Quadrante, São Paulo, 1994
7. Papa Bento XVI, Encíclica Deus Caritas Est, 35.
8. Joseh Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio, p. 52, Ed. Imago, 1997.
9. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 59, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
10. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 51, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
11. Joseh Ratzinger, O Sal da Terra – O Cristianismo e a Igreja Católica no limiar do terceiro milênio, p. 104, Ed. Imago, 1997.
12. http://www.pedagogiaemfoco.pro.br/discurso.htm
13. Catecismo da Igreja Católica, n. 679, p. 168; Editora Vozes, Edições Paulinas, Edições Loyola, Editora Ave Maria, 2ª edição, 1993.
14. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 64, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
15. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 72, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
16. Joseph Ratzinger/Bento XVI, Jesus de Nazaré, p. 72, Editora Planeta do Brasil Ltda, 2007.
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A VÓS, Ó DEUS
A Vós, ó Deus, louvamos e por Senhor nosso Vos confessamos.
A Vós, ó Eterno Pai, reverencia e adora toda a Terra.
A Vós, todos os Anjos, a Vós, os Céus e todas as Potestades;
A Vós, os Querubins e Serafins com incessantes vozes proclamam:
Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos!
Os Céus e a Terra estão cheios da vossa glória e majestade.
A Vós, o glorioso coro dos Apóstolos,
A Vós, a respeitável assembleia dos Profetas,
A Vós, o brilhante exército dos mártires engrandece com louvores!
A Vós, Eterno Pai, Deus de imensa majestade,
Ao Vosso verdadeiro e único Filho,
digno objeto das nossa a adorações,
Do mesmo modo ao Espírito Santo, nosso consolador e advogado.
Vós sois o Rei da Glória, ó meu Senhor Jesus Cristo!
Vós sois Filho sempiterno do vosso Pai Omnipotente!
Vós, para vos unirdes ao homem e o resgatardes
não Vos dignastes de entrar no casto seio duma Virgem!
Vós, vencedor do estímulo da morte,
abristes aos fiéis o Reino dos Céus,
Vós estais sentado à direita de Deus,
no glorioso trono do vosso Pai!
Nós cremos e confessamos firmemente
que de lá haveis de vir a julgar no fim do mundo.
A Vós portanto rogamos que socorrais os vossos servos
a quem remistes como vosso preciosíssimo Sangue.
Fazei que sejamos contados na eterna glória,
entre o número dos vossos Santos.
Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança,
E regei-os e exaltai-os eternamente para maior glória vossa.
Todos os dias Vos bendizemos
E esperamos glorificar o vosso nome agora e por todos os séculos.
Dignai-Vos, Senhor, conservar-nos neste dia
e sempre sem pecado.
Tende compaixão de nós, Senhor,
compadecei-Vos de nós, miseráveis.
Derramai sobre nós, Senhor, a vossa misericórdia,
pois em Vós colocamos toda a nossa esperança.
Em Vós, Senhor, esperei, não serei confundido.
A Vós, ó Deus, louvamos e por Senhor nosso Vos confessamos.
A Vós, ó Eterno Pai, reverencia e adora toda a Terra.
A Vós, todos os Anjos, a Vós, os Céus e todas as Potestades;
A Vós, os Querubins e Serafins com incessantes vozes proclamam:
Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos Exércitos!
Os Céus e a Terra estão cheios da vossa glória e majestade.
A Vós, o glorioso coro dos Apóstolos,
A Vós, a respeitável assembleia dos Profetas,
A Vós, o brilhante exército dos mártires engrandece com louvores!
A Vós, Eterno Pai, Deus de imensa majestade,
Ao Vosso verdadeiro e único Filho,
digno objeto das nossa a adorações,
Do mesmo modo ao Espírito Santo, nosso consolador e advogado.
Vós sois o Rei da Glória, ó meu Senhor Jesus Cristo!
Vós sois Filho sempiterno do vosso Pai Omnipotente!
Vós, para vos unirdes ao homem e o resgatardes
não Vos dignastes de entrar no casto seio duma Virgem!
Vós, vencedor do estímulo da morte,
abristes aos fiéis o Reino dos Céus,
Vós estais sentado à direita de Deus,
no glorioso trono do vosso Pai!
Nós cremos e confessamos firmemente
que de lá haveis de vir a julgar no fim do mundo.
A Vós portanto rogamos que socorrais os vossos servos
a quem remistes como vosso preciosíssimo Sangue.
Fazei que sejamos contados na eterna glória,
entre o número dos vossos Santos.
Salvai, Senhor, o vosso povo e abençoai a vossa herança,
E regei-os e exaltai-os eternamente para maior glória vossa.
Todos os dias Vos bendizemos
E esperamos glorificar o vosso nome agora e por todos os séculos.
Dignai-Vos, Senhor, conservar-nos neste dia
e sempre sem pecado.
Tende compaixão de nós, Senhor,
compadecei-Vos de nós, miseráveis.
Derramai sobre nós, Senhor, a vossa misericórdia,
pois em Vós colocamos toda a nossa esperança.
Em Vós, Senhor, esperei, não serei confundido.
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Veja também a retrospectiva 2011 do Deus lo Vult!
As águas de 2011 avançaram depressa e eis-nos aqui para dizer adeus a este ano tumultuado, mas com importantes conquistas para a defesa da vida, para a blogosfera católica – uau, um ano histórico para nós!!! -, para a juventude! Para mim foi excepcional. Diria até mesmo que foi o melhor ano da casa dos vinte de toda minha vida…
Mas vou segurar o choro! Sem choro, sem choro! Foi só um cisco… Risos.
11. Legalização do aborto, divórcio express, casamento gay e 5 milhões de desempregados. Esses foram os frutos de sete anos do pior governo da Espanha, o governo do primeiro ministro, José Luís Zapatero, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE)- o PT dos espanhóis, derrotado em eleições antecipadas no mês passado, novembro. O fim da era Zapatero, de laicinismo inimigo da religião, foi a melhor notícia que Roma e a cristandade poderiam ter. O novo primeiro-ministro, Mariano Rajoy, foi eleito com a promessa de reformar a lei do aborto, um pedido do maior movimento pró-vida do país, o Derecho a Vivir. Que a luta dos espanhóis pró-vida inspire todos nós!
10. Este foi o ano em que Gabriel Chalita caiu do cavalo após ridicularizar a fé católica ao apoiar abortistas declarados. Chalita foi defenestrado da programação da TV Canção Nova juntamente com o presidente do PT, em São Paulo, Edinho Silva – e com eles, é verdade, todos os demais políticos que tinham programas na grade da Canção Nova. Os políticos sequer tiveram tempo de se despedir do público! A ação de desintoxicação da Canção Nova foi fruto do clamor de um grande número de católicos por meio de blogs e das redes sociais. Tudo começou com uma denúncia no blog Fratres in Unum: simplesmente haviam colocado na grade da TV Canção Nova um programa sobre Doutrina Social da Igreja apresentado por ninguém mais, ninguém menos, que o petista que colaborou decisivamente para a apreensão de um documento da CNBB Sul 1, em 2010, o qual alertava para o comprometimento do PT com a legalização do aborto. Foi um absurdo que não ficou sem resposta! Até o Vaticano se manifestou. Continuamos atentos!
09. A primeira celebridade do Brasil a aderir ao movimento pró-vida, Elba Ramalho, concedeu entrevista que foi compartilhada várias vezes no Facebook: a cantora paraibana declarou-se arrependida de ter feito aborto na sua juventude e denunciou o ministro da Cultura da era Lula por persegui-la por causa do compromisso pró-vida de Elba. A leoa do nordeste, como costuma ser chamada, reza diariamente um terço com contas em formato de útero para salvar crianças do holocausto do aborto. Elba nos emocionou a todos! Que mais artistas tenham coragem de abraçar a cultura da vida, em 2012 e sempre.
08. O povo foi ao Congresso Nacional, em 18 de maio de 2011, protestar contra o projeto de lei conhecido como “mordaça gay”, o PL122 – a manifestação contou com grande cobertura nacional! Pretendendo falsamente proteger os homossexuais de discriminação, o projeto prevê a criminalização de opinião e até mesmo perseguição a líderes religiosos que, fora de seus templos, pregrarem contra o comportamento homossexual. O projeto foi arquivado, voltou no final do ano para ser votado no Senado. Devido a forte oposição, a relatora, Marta Suplicy, adiou a votação do PL 122 que, segundo senador Magno Malta, jamais será votado.
07. O Estatuto do Nascituro, projeto de lei que proíbe a discriminação dos nascituros “em razão do sexo, da idade, da etnia, da origem, de deficiência física ou mental” , foi mais conhecido por todos nós em 2011, graças à iniciativa do abaixo-assinado eletrônico que continua disponível online e, até o momento em que este post era digitado, contava com 6.508 assinaturas. É preciso divulgar! Assinar! Garantir a aprovação do Estatuto ainda mais agora em que, infelizmente, o deputado pró-aborto, Jean Wyllys foi escolhido como relator do projeto. Deus provê, Deus proverá! Sua misericórdia não faltará.
06. Em outubro de 2011 a Renovação Carismática Católica divulgou que conseguiu coletar 1 milhão de assinaturas contra o aborto após seis anos de mobilização. Ufa! Foi difícil, mas deu tudo certo e agora o movimento espera o melhor momento para fazer a entrega das assinaturas no Congresso Nacional. Dei minha contribuição também!
05. “Ela é carioca, ela é carioca…” Nunca mais esses versos da bossa-nova foram os mesmos para mim depois que soube – fui o primeiro a divulgar, uhul!! – do pedido de beatificação da Princesa Isabel ao arcebispo da arquidiocese do Rio de Janeiro. Isabel do Brasil, é meu desejo, possa ser a primeira santa do Rio de Janeiro! Recentemente o Vaticano enviou especialistas para ajudar a instalar a comissão que vai cuidar de todo processo de beatificação e canonização da primeira mulher que governou o Brasil!! De acordo com Dom Orani Tempesta, falta um milagre para a beatificação. Oremos… Quem sabe pode ser você o agraciado pela Redentora?
04. Foi neste ano que soubemos, oficialmente – todo mundo já sabia… mas, vai… oficialmente… – , que a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2013 será no Rio de Janeiro. Brasil-sil-sil! Em 2011 pelo menos 2 milhões de jovens estiveram com o Papa Bento XVI, na Espanha, ouvindo-o falar sobre a convivência pacífica entre religiosos e não-religiosos, sobre a responsabilidade de um estado laico verdadeiro e sobre nunca, jamais, desistir de testemunhar a fé cristã sob qualquer pretexto. Eu não fui! Meus amigos foram e foi maravilhoso. Meu desejo nada secreto: possa o Papa declarar, durante a JMJ 2013, no Rio de Janeiro, bem-aventurada a Princesa Isabel do Brasil. É um sonho. Me deixe sonhar!
03. Felizes fomos nós os mais de 500 formadores de opinião que participamos do histórico II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida, no Mosteiro de São Bento, de 03 a 06 de novembro, em São Paulo. Lá aprendemos que devemos rezar, estudar e agir em defesa da vida! Foi uma experiência que me possibilitou conhecer lideranças pró-vida que há muito eu tinha vontade de me aproximar pessoalmente, como o André Said e os amigos do site Promotores da Vida, sem falar em tantos outros os quais renovaram minha vontade de dedicar-me mais por esta causa que um dia nos custará tudo, bem sabemos nós os futuros “subversivos” e “perigosos“. Quem nos separará do amor de Cristo, porém? Amigos, é muito bom sonhar junto com todos vocês.
02. Vocês me mandaram para o Vaticano!!! Este foi ou não foi o ano dos blogueiros católicos? Que surpresa o Vatican Blog Meeting. Ninguém esperava, muito menos eu… Até hoje não entendi ao certo como fui escolhido, mas gostei demasiadamente. O encontro foi inacreditável. Estar lá foi inacreditável. Conseguir as passagens aéreas com ajuda da Arquidiocese de Campinas e da Catedral Viagens foi inacreditável! Sem falar nas doações que me possibilitaram arcar com as despesas, em Roma… Senhores, é verdade: tenho uma dívida com vocês pra toda vida. Ainda não tive oportunidade de agradecer como gostaria, produzindo conhecimento! Mas eu o farei, é meu desejo. Lembrando: tudo que consegui arquivar sobre o Vatican Blog Meeting está aqui.
01. Pela visão beatífica, que é o dom de poder ver como Deus vê, acredito que o Papa João Paulo II sabe, hoje, tudo sobre mim e mesmo assim… Mesmo assim amou-me profundamente. A mim não resta a menor dúvida que ele proporcionou, por meio de suas orações junto ao Cristo, todas as bênçãos que recebi neste ano. Poder participar da beatificação deste santo homem foi uma graça e tanto e gostaria muito de estar presente também em sua canonização. Aprendi uma frase com ele que já repeti em outros posts:
Damose da fa. Semo romani!” (Vamos em frente. Somos romanos!) – beato Papa João Paulo II, em Romanesco, lembrando sua condição romana, como a de seus arquidiocesanos.Somos romanos, senhores! Facilmente lembramos que somos católicos, que somos apostólicos… Mas nesses períodos de crises que parecem não ter fim, quem dirá ser romano também? Mais que mera referência a um local, isso implica reconhecer a autoridade de um só pastor visível. Quem o fará? Pois se somos romanos também, assumamos nossa condição e mantenhamos constância para não sermos varridos por qualquer vento de doutrina. E eles virão ainda mais… É a história do povo de Deus.
No abbiate paura! Não tenhamos medo, abramos as portas para Cristo em 2012 e sempre. Muitíssimo obrigado, amigos, por este ano que se finda. Que Deus nos abençoe a todos.
Feliz 2012!
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Por uma diferença de três votos (17 x 14) o Senado do Uruguai aprovou, ontem, terça-feira (27/12), na última sessão do ano, o projeto de lei que legaliza o aborto nas primeiras 12 semanas de gestação, li na Folha de S. Paulo.
Agora a medida segue para a Câmara dos Deputados e seja qual for o resultado da votação, o presidente do Uruguai, José Mujica, declarou que não vetará a matéria.
O Uruguai é, proporcionalmente, o país latino com maior população de pessoas acima de 80 anos. Esse processo de “inverno demográfico” foi possível após anos de investimentos internacionais no controle populacional do país.
Para diminuir a população do Uruguai, a ONU investiu U$11.282 mil dólares, em nove anos (1991-2010), nesse país, conforme estimativas da Human Life International divulgadas no II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida.
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A boa notícia da última semana de 2011: ontem, dia 26 de dezembro, especialistas do Vaticano estiveram em audiência na Cúria Metropolitana da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro para preparar o início de uma comissão especial visando o processo de beatificação e canonização da Princesa Isabel!
Na ocasião estiveram reunidos, às 10h, Dom Roberto Lopes, OSB, Vigário Episcopal para a Vida Religiosa; os especialistas do Vaticano Dr. Paolo Vilotta e Dr. Paolo Lombardo, da Congregação para a Causa dos Santos; o Príncipe da Casa Imperial, bisneto da Princesa Isabel, Dom Antonio de Orleans e Bragança; e o Prof. Hermes Rodrigues Nery.
Durante a audiência, o Prof. Hermes Rodrigues Nery expôs as justificativas do pedido e conversou sobre todos os procedimentos necessários para o andamento do processo. Ao final da reunião houve almoço com o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta.
Recorde: em 19 de outubro de 2011 a Arquidiocese do Rio de Janeiro recebeu pedido para que o processo de beatificação da Princiesa Isabel fosse iniciado. A solicitação foi entregue pelo Prof. Hermes Rodrigues Nery, coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, juntamente com Mariangela Consoli de Oliveira, secretária-executiva da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família, com sede em Brasília.
Todos os posts sobre a beatificação da Princesa Isabel você encontra aqui:
Prólogo da beatificação da princesa Isabel
Quem foi a Princesa Isabel?
Abolir o aborto
CNBB divulga pedido de beatificação da Princesa Isabel
Papa louva virtudes da Princesa Isabel
90 anos sem a Princesa Isabel
Dom Orani Tempesta: “Falta um milagre para a beatificação da Princesa Isabel”
Tudo sobre a Princesa Isabel
A Catolicidade da Princesa Isabel: Expressão de um Amor Universal
13 de maio, Ô Isabel!
90 anos sem a Princesa Isabel
Dom Orani Tempesta: “Falta um milagre para a beatificação da Princesa Isabel”
Tudo sobre a Princesa Isabel
A Catolicidade da Princesa Isabel: Expressão de um Amor Universal
13 de maio, Ô Isabel!
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A vida humana é o bem mais precioso que existe e o Ministério Público precisa defendê-la não apenas nos Tribunais, mas desde a sua concepção.” – Procuradora Geral de Justiça do Maranhão, Fátima Travassos, durante reunião com o Conselho Nacional de Procuradores-Gerais (CNPG).Formar uma Comissão de Defesa do Direito à Vida no Conselho Nacional de Procuradores-Gerais é um sonho cada vez mais perto de se tornar realidade em 2012.
O desafio está em curso e une dezenas de procuradores-gerais de Justiça alinhados com a defesa da vida humana desde a concepção até a morte natural. A ideia foi proposta pela procuradora-geral de Justiça do meu estado e, claro, enfrenta alguma oposição, como todas as demais iniciativas pró-vida.
Para agradecer a procuradora e incentivá-la estive brevemente em seu gabinete nesta terça-feira, por volta das 17h, e Fátima Travassos ainda nem havia almoçado. Fome de justiça, eu pensei! Ela me recebeu com muita simpatia e ofereci, em nome de todos os pró-vida do Brasil – me arroguei ao direito de fazê-lo, espero que vocês não se importem! – alguns livros sobre questões de Direito e defesa dos nascituros.
Rezo para que a proposta da Comissão seja aprovada. Contudo, independentemente do resultado, acredito que nossos procuradores-gerais de justiça estarão um pouco mais motivados com a causa pró-vida.
É impressionante como a militância pró-aborto consegue sustentar uma espiral de silêncio mesmo onde sequer está presente e atuante… Importa romper essa espiral, permitir que as pessoas tenham confiança de declararem publicamente seu apoio à defesa da vida humana desde a concepção. Para isso, no entanto, é necessário apoio a pró-vidas em funções estratégicas e bem dispostos, porém pouco seguros de como agir, com quem contar.
Rezemos por todos e que possamos ter um 2012 de bons combates e do avanço de novas trincheiras pró-vida.

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