8 de ago. de 2012

JMJ RIO2013 JÁ TEM EXEMPLOS DE FAMÍLIAS ACOLHEDORAS



Cada vez mais cariocas
estão se inscrevendo
para abrir suas casas
para os peregrinos e
voluntários da Jornada
Mundial da Juventude.
hospedagem, uma
das formas de
participar da JMJ Rio
2013, já gera
experiências e
aprendizados.

Um exemplo é o do
projetista Jorge Luís
Novais de Freitas,
de 43 anos, que recebeu quatro pessoas que vieram ao Rio para servir no
Preparai o Caminho, evento realizado no último fim de semana
no Maracanãzinho. A família de Jorge, sua esposa e dois filhos,
viveu a primeira experiência como "casa aberta" para a JMJ
Rio2013, o que pode ocorrer nos próximos eventos
preparatórios. "Foi muito legal", conta Jorge, que recebeu o cantor
Dunga, o baterista Rogério, um dos coordenadores da Jornada,
Fábio, e o apresentador do Preparai o Caminho, Adriano, todos da
Canção Nova.

"Quero ensinar os meus filhos a viverem as coisas da Igreja", diz Jorge,
sobre sua decisão. Seus filhos têm 15 e oito anos e estão se preparando
para a Crisma e a Primeira Comunhão, respectivamente. Jorge também
sempre esteve ligado a Igreja. "Já fui coordenador de grupo de jovens,
quando era mais novo, e recentemente participava da Comunidade São
Vicente, em Macaé, antes de vir morar no Rio".

A analista de sistema, Maria Assunção, de 47 anos, hospedou dois
músicos da Amor e Adoração, o Emanuel e o Marcos Toco, e o
motorista da banda, conhecido como Ratinho, que vieram para o
Preparai o Caminho. "Foi uma experiência muito feliz", diz Maria.
"Fiz até um novo amigo. O Ratinho ofereceu a casa dele em
Cruzeiro para quando eu for visitar a Canção Nova, em
Cachoeira Paulista". Ela inscreveu sua casa para a JMJ logo
que soube que o evento seria no Rio. "Foi a primeira coisa que eu fiz",
relembra. Maria diz que está disponível para receber gente de qualquer parte
do Brasil, além de jovens que falem inglês e japonês. "Estou com a casa e
o coração abertos".

As hospedagens de peregrinos e voluntários da JMJ Rio 2013 serão em
casas de família, paróquias, escolas públicas e particulares, ginásios
poliesportivos, centros comunitários e outros locais que sejam seguros
e cobertos para que o peregrino possa ser alojado para pernoite.
A diretora do Setor de Hospedagem da Jornada, irmã Graça Maria,
trabalha com a meta de cadastrar 2 milhões de vagas. Hoje, cerca
de 21 mil vagas estão inscritas, sendo a maior parte na zona oeste
do Rio. Ela tem como comparação o desempenho da hospedagem
em Madri, onde ocorreu a última JMJ. "Foram 546 mil vagas",
destaca irmã Graça. Para ela, é urgente que as famílias apressem-se
para inscrever suas casas. "Tem que parar de pensar e agir logo",
convoca. "Tem muita gente que quer fazer, mas deixa para a
última hora. É agora".

São muitas as vantagens de acolher um peregrino. O anfitrião
contribui com a Igreja, coloca em prática a hospitalidade cristã
e proporciona às famílias um momento de enriquecimento cultural
e espiritual. Ao exercitar uma das obras de misericórdia: “dar
pousada ao peregrino”, a família sentirá a alegria e a oportunidade
de dar testemunho de generosidade e vivenciar sua fé e o dinamismo
dos jovens de outras cidades, países e até mesmo continentes.

Levando em consideração que os peregrinos já trazem na bagagem saco
de dormir ou colchonete, a "casa hospedeira" deverá oferecer um
espaço coberto e seguro para que ele possa pernoitar e fazer sua higiene
pessoal. O peregrino inscrito na JMJ terá alimentação completa
(café da manhã, almoço e jantar), oferecida pela própria
organização da JMJ. Quando não for feita essa opção no ato
da inscrição, a alimentação será de responsabilidade do próprio peregrino.

Quando acolher voluntários, a família deverá oferecer o café da manhã e o
jantar, enquanto o COL-Rio oferecerá o almoço. Porém, nos finais de
semana a alimentação completa fica sob a responsabilidade da família
acolhedora.
Fonte:

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