O estudo foi compilado pelo Fundo de População das Nações Unidas, Unfpa, e pretende promover o debate sobre as consequências da discriminação e das desigualdades enfrentadas pela juventude afrodescendente.
O Brasil é o país com mais jovens de ascendência africana na América Latina. São mais de 22,5 milhões de pessoas ou 47,3% do total de jovens do país.
Mas segundo o Unfpa, a origem destes jovens no continente latino-americano é causa de discriminação e exclusão sócio-econômica.
Segundo o relatório “Juventude Afrodescendente na América Latina: Realidades Diversas e Direitos (des)cumpridos”, esta faixa da população tem os piores índices de saúde, educação e emprego.
A apresentação do documento, em Salvador, conta com a presença do representante das Nações Unidas no Brasil, Jorge Chediek, e de autoridades brasileiras. (ONU)

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